O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Gina Moraes

2017: um ano de luta

22 de dezembro de 2017 Gina Moraes
Compartilhar

O ano de 2017 começou com destaque para o Amazonas no noticiário internacional em virtude da rebelião no Complexo Penitenciário “Anísio Jobim”, cujo saldo de 56 mortes e 144 presos foragidos expôs ao mundo a fratura da violência e do poder do tráfico de drogas no Brasil.

No âmbito da vida política, um governador foi cassado, seguiu-se um governo interino, convocaram-se novas eleições e um novo mandatário tomou posse. Três ocupantes do cargo em um ano. Mais um constrangimento cívico e abandono para quem depende dos governos: a população mais carente. Para completar o ano de caos, foi deflagrada, no dia 13 de dezembro, a Operação Custo Político, com várias pessoas presas pela Polícia Federal, acusadas de corrupção.

A crise econômica assolou o Brasil do Oiapoque ao Chuí, escândalos políticos alastraram-se em 2017 e muitos nomes graúdos foram parar atrás das grades. Devemos acreditar que o enfrentamento da corrupção seja uma das maiores conquistas de um novo padrão de integridade e dignidade. Saímos mais fortes de tudo isso, mais unidos, mais conscientes do que queremos para o futuro. Sem dúvida, o maior ganho foi o aprendizado, que somente o sofrimento foi capaz de moldar. Nunca um ditado-clichê foi tão bem aplicado: “Quem não aprende com o amor aprende com a dor”.

Retomando a atividade produtiva, a Zona Franca de Manaus – no ano em que completou seu Cinquentenário – figurou com destaque entre os “bodes expiatórios” de uma perseguição incoerente e desmedida da desinformação e da má-fé, que obrigou alguns poucos líderes empresariais a buscar espaço na mídia do Sudeste para defender os acertos de nossa economia.

Não defender ou não se envolver com a sobrevivência do Estado e, consequentemente, com a economia é ajudar na volta do atraso e do abandono. Basta uma análise simples:  com tantos recursos usurpados, nossa estrutura continua precária, com dois portos privados e nenhum porto público. Nossa comunicação de dados e voz são precárias e caras e nossa logística de transportes segue na mão de dois grupos, com taxas elevadas dos serviços portuários e de navegação. Não há competitividade que resista. Continuamos isolados por terra do resto do Brasil e a novela da BR-319 não chega ao fim, por incompetência dos gestores públicos e por nossa incapacidade de escolher melhor nossa representação política.

A riqueza aqui gerada continua contingenciada pelo Governo Federal, recurso que deveria ser empregado na redução da pobreza e das desigualdades regionais, em melhor qualidade de vida, qualificação dos recursos humanos de nossa juventude e estruturação de parques tecnológicos para Biotecnologia e Tecnologia da Informação e da Comunicação.

Continuamos com uma Bancada Parlamentar dividida, como se uma andorinha só fizesse o verão. Sequer fomos capazes de criar uma agenda amazônica capaz de defender interesses comuns da região. Não prestamos atenção ao exemplo inteligente do Pará, o vizinho que deixa de lado conflitos históricos na hora em que o Estado está sob ameaça externa.  Aliás, essa divisão dos grupos políticos do Amazonas tem sido a causa maior do sofrimento, por confundirem o interesse pessoal e grupal com a defesa intransigente da população que os escolheu como representantes.

A burocracia continuou a ser um dos maiores entraves do País e impôs, com estrutura tributária, perdas imensuráveis a todos nós. Conforme dados do jornal O Globo, comparando o Imposto de Valor Agregado (IVA) da União Europeia com um dos nossos tributos, o PIS/Cofins, é possível ter uma ideia de tamanha burocracia: 118 páginas contra 1800 páginas brasileiras. Seria cômico se não fosse trágico e ultrajante. Para mudar, devemos olhar para os países que conseguiram vencer esses obstáculos e se transformaram, como a Austrália. Devemos estabelecer um consenso entre partidos políticos e cidadãos, discutir políticas públicas e criar uma agenda republicana para começar a tratar os iguais como iguais.

Nossas feridas estão abertas e a cicatrização será lenta e dolorida. Ainda teremos um caminho longo a percorrer para desenhar, detalhar e consolidar a verdadeira vocação deste País, voltada para a solidariedade e a prosperidade sustentável.


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Ministério destina R$ 12,5 milhões para novas unidades de saúde no AM

IBGE abre 246 vagas no Amazonas com salários de até R$ 4 mil

Venezuelano ganhará R$ 470 mil por trabalho análogo à escravidão no AM

Roberto Cidade descarta contratação emergencial para enfrentar a seca

Governador suspende decreto, mas mantém R$ 100 milhões da UEA bloqueados

Assuntos Amazonas, corrupção, eleição suplementar, Gina Moraes, José Melo
Cleber Oliveira 22 de dezembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Modelo de Unidade Básica de Saúde que será construída no Amazonas (Imagem: Divulgação
Dia a Dia

Ministério destina R$ 12,5 milhões para novas unidades de saúde no AM

13 de junho de 2026
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet até as 23h do dia 1º de julho (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Serviços

IBGE abre 246 vagas no Amazonas com salários de até R$ 4 mil

12 de junho de 2026
Projeto Garimpo recupera dinheiro de depósitos judiciais (Foto: TRT11/Divulgação)
Economia

Venezuelano ganhará R$ 470 mil por trabalho análogo à escravidão no AM

11 de junho de 2026
Política

Roberto Cidade descarta contratação emergencial para enfrentar a seca

11 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?