O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia.

Brasil reduz mortalidade materna, mas ainda está longe do ideal

29 de maio de 2017 Dia a Dia.
Compartilhar
Casos de mortalidade materna são em menor número no Brasil, mas longe do recomendável pela OMS (Foto: Wilton Jr./ABr)

Da Agência Brasil

BRASÍLIA – Hipertensão e hemorragia estão entre as principais causas da mortalidade materna no Brasil e no mundo, e ocorrem principalmente pela má qualidade da assistência no pré-natal e no parto. No Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, nesse domingo, 28, os dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) revelam que cerca de 830 mulheres morrem de complicações com a gravidez ou relacionadas com o parto todos os dias.

O vice-reitor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e professor associado livre-docente do Departamento de Obstetrícia da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp), Nelson Sass, disse que o Brasil fez muitos progressos nos último anos na redução da mortalidade materna, mas ainda está longe do ideal.

Segundo o Ministério da Saúde, a mortalidade materna no Brasil caiu 58% entre 1990 e 2015, de 143 para 60 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos. Levando em consideração os dados de 2010 e 2015, sendo o último ano ainda com dados preliminares, a proporção da mortalidade materna diminuiu de 12%, saindo de 67,9 para 60 óbitos por 100 mil nascidos.

Sass explica, entretanto, que a proporção, no Japão, por exemplo, é de 6 óbitos de mulheres por 100 mil nascidos vivos. No Brasil, segundo ele, os números são bastante heterogêneos e podem variar conforme a região do país, de 44 até 110 óbitos por 100 mil nascidos vivos.

“Ainda que tenhamos uma rede de atendimento, não adianta só quantidade. A qualidade da assistência precisa ser revista. As mulheres parecem ter dificuldade no segmento de atendimento, com consultas muito distantes ou não se adota prevenção”, disse o professor. “Quando você tem um alto número de mulheres que morrem de pré-eclâmpsia, por exemplo, o gestor tem que entender o porquê, e qualificar essa assistência”, afirmou. “Maternidades sobrecarregadas, com cuidado limitado, facilitam o risco de hemorragia, por exemplo, e, às vezes falta agilidade para a mulher e receber suprimentos de sangue”.

Segundo Sass, o setor de saúde registra hoje crises importantes em todos os locais por causa do subfinanciamento e uma rede não muito bem articulada. “Não existe uma política de saúde que se dê sequência com a troca de gestores”, argumentou.

Condições de risco

A morte materna ocorre durante a gestação ou 42 dias após o parto, quando as mulheres são acometidas por doenças obstétricas, em razão da gestação, ou por complicações de doenças pré-existentes. Entretanto, para o professor da Unifesp, é muito difícil encontrar algo que contraindique a gravidez. O que acontece, segundo ele, são condições de risco que merecem um pré-natal mais cuidadoso.

As principais causas de morte são pressão alta durante a gravidez, hemorragia após o parto, infecções e aborto. Sass explica que a morte materna se associa à qualidade de vida e de assistência, por isso os indicadores são piores em países em desenvolvimento e em locais com poucos recursos.

Quanto mais precária a assistência, a hemorragia acaba sendo a primeira causa de morte materna. Já no grandes centros, a hipertensão acaba se destacando, por causa de uma qualidade de pré-natal não adequado.

A hipertensão é a elevação da pressão arterial que leva a um comprometimento da saúde da mulher, e aí a pré-eclâmpsia é um fator fundamental, segundo Sass. No estado de São Paulo, é a causa mais comum para a morte materna. Já as hemorragias acontecem, principalmente, por partos mal acompanhados, por ruptura uterina e problemas com a placenta. O parto cesariano eleva o risco da placenta ficar aderida, por exemplo, e a mulher ter hemorragias.

“E por último, as infecções puerperais e as infecção relacionadas ao aborto. Existem mulheres, que infelizmente morrem por causa disso, que foram buscar a interrupção da gravidez e morrem por infecção e hemorragias”, explicou Sass. “Isso é comum no mundo todo, as causas se repetem”.

As sequelas de problemas gestacionais também são um problema grave. Para cada morte materna, de oito a dez mulheres ficam com sequelas definitivas, segundo Sass. No caso da pré-eclâmpsia, ela ainda gera a prematuridade do bebê. “Imagine uma família com a expectativa de ter o primeiro filho e de repente não tem mais a mãe e com um bebê que precisa de cuidados especiais. É uma tragédia familiar”, disse.

Pré-eclâmpsia

No último dia 22 de maio, algumas entidades internacionais promoveram o Dia Mundial da Pré-eclâmpsia, entre elas a Sociedade Internacional de Estudos sobre Hipertensão na Gravidez (ISSHP), da qual o professor Nelson Sass é membro. Todos os anos, quase 76 mil mães e 500 mil bebês no mundo morrem por causa da pré-eclâmpsia. A doença afeta de 8% a 10% das gestações no mundo e responde por 20% de todas as hospitalizações para tratamento intensivo neonatal.

Segundo o professor, a pré-eclâmpsia é uma doença grave relacionada ao aumento da pressão arterial, mas é pouco entendida e com evolução rápida e imprevisível. Aparece depois das 20 semanas de gestação com sintomas que se sobrepõem e que podem ser considerados normais na gestação, como inchaço, dor de cabeça, ganho excessivo de peso e dificuldade de respirar.

“Sabemos o que precisa acontecer para se ter hemorragia, mas a maioria das mulheres nunca ouviram falar em pré-eclâmpsia. Por isso, essas entidades querem sensibilizar as mulheres a saber que a doenças existe”, disse Sass.

Notícias relacionadas

TJAM condena advogada por tráfico de drogas após absolvição em 1ª instância

Governo do Estado diz que não pagará por máscaras com desconformidade de tamanho

Carros alegóricos parados na Avenida do Samba atrapalham trânsito em Manaus

Concursados da Seduc têm até o dia 2 de abril para apresentar documentos

Quem dirige carro caro se comporta pior no trânsito, mostra estudo

Cleber Oliveira 29 de maio de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Alexandre Espinosa Bravo Barbosa
Política

MPE recomenda a redes sociais medidas contra desinformação e violência política nas eleições

10 de julho de 2026
Amom Mandel
Política

Amom comenta avanço de PEC que reduz IPVA e muda cálculo do imposto

10 de julho de 2026
Apreensão de mercúrio (Foto: Divulgação/PRF)
Dia a Dia

PRF apreende 108 quilos de mercúrio transportados irregularmente na BR-319

10 de julho de 2026
O caso ocorreu no 1º Distrito Integrado de Polícia, no bairro Praça 14 (Arquivo/PC-AM)
Dia a Dia

Detento algemado foge de viatura antes de audiência em Manaus

10 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?