O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Variedades

Documentário traz depoimento perturbador da secretária de Goebbels

26 de abril de 2017 Variedades
Compartilhar
(Foto: Divulgação)
‘Fiz por dinheiro’, disse Brunhilde Pomsel, durante depoimento para o filme (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO – Dificilmente se verá nesta edição do É Tudo Verdade filme tão perturbador quanto ‘Uma Vida Alemã’. Longo depoimento de Brunhilde Pomsel, secretária de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Hitler, trata-se de uma imersão, sem anestesia, no ambiente vicioso do 3.º Reich. Nesse sentido, lembra o depoimento de Traudl Junge, auxiliar do Füher, em Eu Fui Secretária de Hitler. Brunhilde (1911-2017) tinha 103 anos quando gravou. É mostrada sempre em superclose, rosto vincado pelo tempo, fala firme, memória intacta, lucidez.

Não que sua fala prime pela sinceridade, desconfia-se. O tom é defensivo. “Ninguém sabia de nada, ou sabia pouco. O país inteiro era um imenso campo de concentração”, diz em certo momento. A fala é entrecortada por imagens de época ou discursos de poderosos. Seu chefe, Goebbels, é ouvido em gravações exaltando a guerra total e o extermínio dos judeus. Eram falas públicas e não privadas. Pode-se inferir que se o povo não tinha conhecimento total do que acontecia, pelo menos fazia uma ideia bastante aproximada do contexto. Mas, reagir? Brunhilde diz que qualquer ação significaria colocar a própria vida em risco. “Eu era uma das covardes”, diz sem sabermos se de fato ela queria ter reagido ou não.

Em outro ponto, perguntam pelo seu sentimento de culpa. Admite que não tem, “a não ser que se culpe toda a população alemã por permitir que aquele governo tenha chegado ao poder”. Pelo seu raciocínio, ela teria de ser avaliada pelo mesmo metro de responsabilidade de uma dona de casa alemã, que viveu aquele período e nada fez contra o regime nem a favor dele.

No entanto, ela o serviu. Brunhilde era secretária de um advogado judeu quando foi sondada para trabalhar com um dignatário nazista. “Fiz isso por dinheiro”, esclarece. Depois, subiu na carreira a passou a se reportar de maneira direta a Goebbels. Esteve com ele de 1942 a 1945, integrando o petit comitê do bunker, no qual o alto comando nazista se instalou com a iminência da chegada do Exército Vermelho a Berlim. Sua descrição dos dias finais é forte e vivaz, com o medo dos “desumanos” soldados russos e a notícia dos suicídios de Hitler e Goebbels.

Dirigido por Christian Krones, Olaf Muller, Roland Schrotthofer e Florian Welgensamer, o filme é um documento histórico. O diretores deixam a personagem falar, colocam a câmera junto ao rosto para que suas expressões faciais também “falem” e eventualmente contradigam o que diz em palavras. O tema da responsabilidade individual diante de crimes de Estado fica por ser meditado pelo espectador.

Homenagem

O É Tudo Verdade presta tributo ao cineasta francês Jean Rouch (1917-2004) no centenário de nascimento. Apresenta nesta quarta-feira, 26, às 17h, no Cinearte, sua obra-prima, Eu, Um Negro. Quinta-feira, 27, às 14h, no Centro Cultural São Paulo, seu legado será debatido pelo cineasta francês Philippe Constantini (codiretor em alguns filmes de Rouch) e Mateus Araújo Silva, da USP.

O nome de Rouch é ligado ao documentário etnográfico, mas esse rótulo reduz o âmbito de um cinema muito original. Em Eu, Um Negro, de 1959, habitantes de um bairro de Treichville, na Costa do Marfim, representam, a seu pedido, personagens de uma vida ideal. Assumem nomes do estrelato do cinema de então, como Dorothy Lamour, Tarzan e Eddie Constantine. Como se vê, as fronteiras entre ficção e documentário são problemáticas e tênues há muito tempo. Jean-Luc Godard era fã desse filme e diz que o influenciou, em especial em seu longa de estreia, Acossado.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Morre o ator Patrick Stewart, o Professor Xavier de X-Men

Final de semana prolongado será de festas e cultura no Amazonas

Alexandre Borges conta que mãe enfrentou vício em apostas

Mel Maia revela traquinagem que a fez perder os dentes

Curta-metragem ‘Mato Gato’ será exibido gratuitamente em Manaus

Redação 26 de abril de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sonda de perfuração NS-42
Economia

Petrobras anuncia 3ª descoberta de petróleo em poço na Foz do Amazonas

29 de outubro de 2026
Daniel Vorcaro
Política

Vorcaro diz que não fez nada errado e pede voto de confiança e fim da prisão

29 de outubro de 2026
Ator Patrick Stewart comandou os X-Men como Professor Xavier. Ele sofria de Alxheimer (Foto: Paramount/Divulgação)
Variedades

Morre o ator Patrick Stewart, o Professor Xavier de X-Men

29 de outubro de 2026
Comunidade ribeirinha no Rio Abacaxis
Dia a Dia

Organizações denunciam à CIDH massacre do Rio Abacaxis no AM

29 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?