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2015, um ano difícil de esquecer

31 de dezembro de 2015 Sem categoria
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Ciao 2015!

Já vais tarde!

Nada ganhamos no cenário esportivo visando as Olimpíadas do Rio. O volleyiball dançou, o handball quebrou-se. O futebol, coitado! O basquete não se criou.

Pra não dizer que não falei de flores, a natação de longa distância do Brasil venceu, e com medalha de ouro em mundial.

O cinema nada produziu, o teatro nada conseguiu, perdemos a Marília Pera e, na música, estamos perdendo o Chico Buarque para o PT. Está ficando difícil. O Mineirinho das Ondas não é de esporte olímpico e só merece as nossas melhores e mais fervorosas orações. Os tubarões andam se divertindo com surfista lá pela Austrália. Dois tubarões contra um surfista. Os esqualos viram que era muita covardia e que o susto já estava melhor que a merenda.

A Bolsa de São Paulo, IBovespa, que é a Bolsa do Brasil, onde o mundo está vendo e dando valores aos nossos produtos, resolveu imitar a nossa Seleção de futebol, aquela presidida por uma Regência Trina (Ricardo, Alckmim e Del Nero), todos presos pelo FBI, que realmente dirige o nosso futebol, e ganhou o Troféu Godô das bolsas, o rei dos lanterninhas, com – 11,98%, enquanto a bolsa de Frankfurt deu 9,40%, a Americana NASDAQ deu 6,60%, Paris (CAQ 40) deu 9,14. Nada se pode fazer em um país em que gerentes da principal petroleira, mandaram bilhões de dólares para as suas contas no exterior, para a Suiça, onde ninguém foi preso, mesmo “desconfiando”, ou não sabiam, que esse troco vinha de gangsters da América Latina que ganhavam simples salários. O que me enche de incredulidade é o terrível  FBI, que desde o tempo do J. J. Hoover, já carregava a fama de polícia mais corrupta do mundo, segue prendendo sem mostrar os valores e as devoluções para as pátrias traídas. Talvez não interesse a muitos, pois agradecemos o favor e não aceitamos devolução. Fiquem com os Capones, mas devolvam os vinténs. As crianças daqui, os coroas, as escolas e os hospitais estão sentindo a falta do que foi subtraido. O FBI pode empalhar os três e tirar fotos das nossas escolas e alunos para exibirem, como modelos, aos seus estudantes.

São criminosos! Genocidas como Adolf. Exterminadores dos sonhos de gerações.

Vem 2016!

Novas aspirações, novos craques surgindo e centenas de Jairzinhos, Edus, Tostões, Dirceus, Zicos, Paulos Cajus, Falcões, Zizinhos, São Marcos e milhares de anjos querendo chegar no podium celestial muito bem guardado por Pelé, Garrincha e Neymar. Por falar em Neymar, o craque brasileiro que sobra em campos europeus, pelo que fez contra o Betis, neste dia 30 de dezembro de 2015, merece o título de melhor do mundo em 2015. O passe de de pernas e pés trocados, acompanhando o caminho da bola, e a matada de bola com pernas e pés trocados com a parada da gorduchinha na a sola do pé direito, no meio do Camp Nou, foram inspirações de Garrincha e Pelé.

Acredito em uma ótima exibição do nosso volleyball, do nosso handball, da nossa maratona aquática, do nosso futebol feminino. Do nosso judô e atletismo só nos resta esperar pelas boas surpresas, que sempre acontecem.

Tudo pelo Rio nas olimpíadas para que fiquemos orgulhosos do nosso povo. Os brasileiros sempre surpreendem o mundo com os seus feitos. É muito amor reprimido a ser entregue a alguém que mereça. O Rio, a Bahia, São Paulo, Pernambuco e Mato Grosso dão show em receptivo turístico e seus monumentos ficam lotados na alta e também na baixa temporada. As praias do Rio sempre lotaram durante o verão. Agora, depois da Copa do Amor, a lotação vai, “Do Leme ao Pontal”, como a música bem gingada do espetacular e saudoso Tim Maia.

No Amazonas, conseguimos fazer um evento fantástico: O I Forum do Futebol do Amazonas. Todos os problemas foram discutidos com autoridade e conhecimento, mas só o segundo forum poderá mudar o que queremos. A pesquisa feita pela Action e a palestra do talentoso Dissiquinha devem ser levadas para a prática.

Eu continuo acreditando que devemos juntar todas as forças em um único time, com uma direção compartilhada pelos seus investidores para que dividam-se as vitórias e não choremos as derrotas de um ou dois esforçados desportistas.

Até daqui a poucos minutos. A realidade está chegando.

 

Roberto Caminha Filho, economista e nacionalino, acredita no Brasil e no FBI.

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Assuntos conquistas, esporte, fracasso, Roberto Caminha Filho
Valmir Lima 31 de dezembro de 2015
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