O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Reajuste na aposentadoria não cobre despesas com saúde de aposentados

11 de fevereiro de 2019 Economia
Compartilhar

Por Marcela Marcos, da Folhapress

SÃO PAULO-SP – Os aposentados do INSS já estão recebendo o benefício com o reajuste anual, mas o percentual, de 3,43% para quem ganha mais do que o piso, não será suficiente para cobrir despesas básicas.
O metalúrgico Gentil Fernandes Rosa, 69 anos, recebe R$ 4 mil do INSS. Com o reajuste, ele terá, por mês, cerca de R$ 140 a mais. “Entre água, luz e telefone eu gasto em torno de R$ 750, sem contar o convênio da minha esposa, de R$ 1.500, que sou eu quem paga”, diz o aposentado, que, ao pagar o convênio da mulher, deixa de ter condições de contratar um plano de saúde para ele.

Convênio médico é algo que não dá para entrar no orçamento da aposentada Rosa Maria de Jesus, 57, de jeito nenhum. “Imagine! Não tem como!”, diz ela. Com o benefício que ganha, no valor do salário mínimo (hoje em R$ 998), ela acaba dependendo do pai, que tem 96 anos e também recebe o piso. Nas compras do mês, as carnes são um luxo para a aposentada, que faz bicos como diarista para complementar a renda.

Quem recebe o piso dos benefícios do INSS tem um reajuste diferente, que leva em conta não apenas a inflação, mas o crescimento do país. Em 2019, o salário mínimo subiu de R$ 954 para R$ 998, alta de 4,61%.

Já os benefícios maiores são calculados pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), acumulado no ano anterior. Esse índice considera gastos de famílias que recebem entre um e cinco salários mínimos. “Mas o INPC não recupera o poder de compra do idoso”, diz Marcos Bulgarelli, presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados).

Em 2018, na cidade de São Paulo, os planos de saúde aumentaram 11,24%, o cafezinho subiu 13,61% e o músculo, uma das carnes mais baratas, teve alta de 6,44%. Os idosos sofrem ainda com a defasagem da tabela do Imposto de Renda, acumulada em 88,4% desde 1996, segundo o Sindifisco (sindicato dos auditores fiscais da Receita Federal).

Se a tabela fosse corrigida pela inflação nos últimos 21 anos, não teriam desconto do IR salários ou aposentadorias de até R$ 3.556,56. Hoje, é isento do pagamento do imposto quem tem renda mensal de até R$ 1.903,98.

Inflação

O IPC-3i (Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade), calculado pela FGV (Fundação Getulio Vargas), ficou bem acima da inflação geral do país medida pelo INPC. De acordo com o índice, que calcula a variação da cesta de consumo de famílias compostas, em sua maioria, por pessoas com mais de 60 anos, a alta acumulada em 2018 foi de 4,75%. Os dados mostram que a inflação subiu de 0,69% para 0,80% no último trimestre.

Os grupos que mais pressionaram no ano passado foram os de saúde e cuidados pessoais e alimentação, com altas de 6,63% e 5,88%, respectivamente. No grupo principal, os aumentos dos planos de saúde (10,07%), dos gastos com consultas médicas e odontológicas (9,74%) e dos medicamentos (3,92%) foram os maiores vilões do orçamento dos mais velhos, que dependem mais desses serviços. Já no último trimestre, a inflação para os idosos foi pressionada pelo grupo vestuário, que saiu de uma queda de 0,55% para alta de 1,46%, e educação, leitura e recreação (de 2,21% para 2,85%). As roupas foram o que mais pesaram, seguidas das passagens aéreas, que tiveram uma das maiores variações do índice, saltando de 19,60% para 30,61% no período.

Notícias relacionadas

Associação de rádio e TV pede ao STF a suspensão da MP que proíbe as bets

Produção de petróleo e gás no Brasil foi 2,6% maior em agosto

Petrobras aumenta preço do querosene de aviação em R$ 0,66 por litro

Microempreendedor pode renegociar dívida pelo Desenrola MEI

Usuário do Pix pode pedir ao banco valor maior para pagamento

Assuntos Aposentadoria, INSS, Previdência
Cleber Oliveira 11 de fevereiro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Fachin cobra manifestação da PGR sobre casos do INSS e Master

25 de setembro de 2026
Política

Juiz manda David apagar vídeo em que acusa Cidade e Wilson de desvio de R$ 50 milhões

22 de setembro de 2026
O advogado Willer Tomaz, o empresário Carlos Alberto de Sá e os senadores Weverton Rocha e Flávio Bolsonaro (Foto: Reprodução)
Política

Foto de Flávio em safári reúne senador e advogado investigados no caso do INSS

21 de setembro de 2026
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Política

Em agenda no Rio, Flávio Bolsonaro cobra divulgação de investigações sobre Lula, Master e INSS

12 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?