O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Sem categoria

Medo e escassez causam êxodo de venezuelanos

22 de agosto de 2016 Sem categoria
Compartilhar
Venezuelanos cruzam Ponte Simon Bolívar para comprar alimentos na Colômbia (Foto: AFP/Reprodução)
Venezuelanos cruzam Ponte Simon Bolívar para comprar alimentos na Colômbia (Foto: AFP/Reprodução)

BOGOTÁ – Um novo êxodo migratório ganha força na fronteira da Venezuela com a Colômbia. Não apenas jovens profissionais venezuelanos estão migrando em busca de novas oportunidades, mas também homens e mulheres com mais de 50 anos estão cada vez mais entre aqueles que buscam uma nova vida em outro país do continente e na Europa.

A advogada Antonia Pérez, de 58 anos, disse à agência Ansa que, apesar de sua idade, tomou a decisão porque está “cansada de passar trabalho por uma crise que rouba até os sonhos”. “A situação está tão difícil, dura e triste que não há um só dia em que a angústia para comprar comida ou o medo que te matem por qualquer motivo não esteja presente”, contou Pérez.

Já o engenheiro de computação Héctor Diáz, de 50 anos, comentou que está deixando a Venezuela em busca de um futuro melhor – e com a esperança de levar seus parentes em breve. “Estou indo porque meu país está à beira do abismo e quero sair deste governo que sequestrou todos os poderes, que nos faz passar fome e calamidade, é muito difícil”, ressaltou.

O êxodo, que começou em 1984, se acentuou com a chegada de Hugo Chávez ao poder e se aprofundou nos últimos meses, após anos seguidos de crise econômica e social, que fez com que a inflação na Venezuela seja, de acordo com alguns analistas locais, de 700% até o fim do ano.

A escassez de alimentos e produtos básicos, além da insegurança – a taxa de homicídios no fim de 2015 era de 90 para cada 10 mil habitantes de acordo com dados da ONG Observatório Venezuelano sobre Violência – empurram o fenômeno da migração para níveis ainda mais altos.

Para Tomáz Páez, sociólogo e autor do livro A voz da diáspora venezuelana, a situação se agravou muito com a escassez de tudo. “O governo não entendeu que devastou o país, que não há mais nada em pé, que destruiu a maior receita da história da Venezuela e que é impossível apoiar uma nação cheia de fome, mortos e misérias”, destacou.

Segundo Páez, cerca de dois milhões de venezuelanos (que representam 7% da população do país) estão morando fora da nação. “Temos venezuelanos em mais de 90 países, mas quantas pessoas querem sair agora? Não sei, mas há indicadores nas filas de embaixadas, de gente que quer levar seus pais embora porque não há mais remédios”, disse ainda o sociólogo.

Estados Unidos, Espanha, Itália, Portugal, México, Chile, Argentina e Equador são os destinos mais escolhidos pela crescente onda de migrantes venezuelanos.

(Da ABr/Agência Brasil e Ansa)

Notícias relacionadas

Homem morre e dois ficam feridos após caminhonete cair em barranco no AM

Manaus: Livro discute impacto das tecnologias no Direito brasileiro

TSE mantém condenação do ex-deputado Hildebrando Pascoal por crimes eleitorais em 1998

Máscaras da folia

Brasil registrou 84 mil desaparecidos em 2025; média de 232 por dia

Cleber Oliveira 22 de agosto de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A decisão contra Roberto Cidade é de natureza administrativa-eleitoral (Foto: Divulgação)
Política

TRE mantém multa a Cidade por propaganda em perfis não informados

24 de setembro de 2026
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

Bolsonaro recorre a Nunes Marques e pede suspensão da pena de 27 anos de prisão

24 de setembro de 2026
Economia

Negócios com produtos da floresta alcançaram R$ 47,9 bilhões em 2025

24 de setembro de 2026
Economia

Banco Central do Brasil e o Europeu estudam interligar o Pix

24 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?