O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Sem categoria

Mais de 30% da Muralha da China desapareceram

29 de junho de 2015 Sem categoria
Compartilhar
O turismo e as atividades locais também são fatores que têm contribuído para o desgaste da Grande Muralha da ChinaArquivo/Agência Brasil
O turismo e as atividades locais também são fatores que têm contribuído para o desgaste da Grande Muralha da China (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

PEQUIM – Mais de 30% da Grande Muralha da China desapareceu ao longo do tempo devido às condições meteorológicas adversas e atividades humanas irresponsáveis, como a retirada de tijolos para construção de casas, noticiou hoje (29) a imprensa local estatal.

Em alguns trechos, o monumento, considerado patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), encontra-se bastante degradado, equivalente a cerca de 9 mil quilômetros. A estimativa é que o comprimento total da muralha seja de 21 mil quilômetros.

A Grande Muralha, construção da Dinastia Ming, não é uma estrutura única, integrada, mas sim uma construção por seções que se estende por milhares de quilômetros a partir de Shanhaiguan, na Costa Leste de Jiayuguan, atravessando as areias do deserto de Gobi.

A construção teve início por volta do século 3 a.C., mas cerca de 6,3 mil quilômetros foram construídos durante a Dinastia Ming, entre 1368 e 1644, incluindo os setores mais visitados ao Norte da capital, Pequim. Desse total, 1.962 quilômetros desapareceram ao longo dos séculos, divulgou a agência AFP citando o jornal Beijing Times.

O turismo e as atividades locais também são fatores que têm contribuído para o desgaste. Os residentes da região de Lulong, no Norte da Província de Hebei, os mais atingidos por dificuldades financeiras, têm o hábito de recorrer aos tijolos da muralha para construírem as suas casas.

Somam-se ainda o hábito de retirarem as “placas que contêm inscrições chinesas para venderem por 4,30 euros por peça”, informou a agência citando testemunhos dos residentes, acrescentando que a regulamentação chinesa prevê multas de 5 mil yuan (0,73 euro) para quem praticar semelhantes atos.

“Não existe nenhuma organização específica para garantir o cumprimento da lei”, e, quando os atos ocorrem e as autoridades são chamadas, é difícil resolver a questão já que existem zonas situadas entre fronteiras, e por isso com diferentes jurisdições, declarou uma representante da proteção oficial de Relíquias e da Cultura, Jia Hailin.

“A exploração [turística] das seções incompletas da Grande Muralha, uma atividade popular em crescimento nos últimos anos, tem atraído mais turistas do que é possível comportar, originando um desgaste ainda maior”, acrescentou.

(Da Agência Brasil)

Notícias relacionadas

Arthur defende investimentos para melhorar turismo na terra das cachoeiras

Rússia defende inclusão de Brasil e Índia no Conselho de Segurança da ONU

Vila do Paricatuba, em Iranduba, ganha novas atrações turísticas

Brasileiros vão decidir entre a democracia e negacionismo, diz Lula na ONU

Lula diz que Trump demonstra que não interferirá nas eleições brasileiras

Assuntos Amazonas Atual, China, degradação, ONU, Patrimônio da humanidade, turismo
Valmir Lima 29 de junho de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Arthur defende investimentos para melhorar turismo na terra das cachoeiras

28 de setembro de 2026
Sergey Lavrov defendeu inbclusão de Brasil e Índia no Conselho de Segurança da ONU (Imagem: YouTuybe/Reprodução)
Política

Rússia defende inclusão de Brasil e Índia no Conselho de Segurança da ONU

26 de setembro de 2026
Ruínas da Vila de Paricatuba: atração turística no interior do Amazonas (Foto: Bruno Mello/Divulgação)
Variedades

Vila do Paricatuba, em Iranduba, ganha novas atrações turísticas

24 de setembro de 2026
Presidente Lula na ONU: eleição será escolha entre a democracia e o negacionismo (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Política

Brasileiros vão decidir entre a democracia e negacionismo, diz Lula na ONU

22 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?