O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Endividamento atinge 77,9% da população e chega a nível recorde

19 de janeiro de 2023 Economia
Compartilhar
Estudo revela as capitais com população mais endividada (Foto: Internet)
Estudo revela as capitais com população mais endividada (Foto: Internet)
Por Thiago Bethônico, da Folhapress

SÃO PAULO – O endividamento das famílias chegou a um patamar inédito no Brasil em 2022. Segundo levantamento da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) divulgado nesta quinta-feira (19), 77,9% dos consumidores fecharam o ano com alguma dívida a vencer -o quarto recorde consecutivo.

O valor representa um aumento de sete pontos percentuais em relação a 2021, quando a taxa foi de 70,9%.

O cenário atual é reflexo do aumento do endividamento das famílias durante a pandemia, que agora precisam carregar dívidas caras num período de inflação alta e taxa de juros elevada.

Os dados integram a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), que consultou cerca de 18 mil pessoas em todas as capitais do Brasil e Distrito Federal.

O levantamento usa o mesmo conceito de dívida do Banco Central, que considera todos os valores a vencer contratados com instituições financeiras -cartão de crédito, cheque especial e carnê de loja, por exemplo. Os dados, portanto, não necessariamente significam que as contas estejam atrasadas.

A proporção de pessoas com contas a pagar no Brasil subiu 14,3 pontos em relação a 2019, antes da pandemia. A série histórica mostra como a crise sanitária mudou a tendência que vinha se desenhando no Brasil.

Antes, o endividamento seguia tendência de queda, especialmente entre os mais pobres. Agora o cenário é oposto. Em relação a 2021, as dívidas cresceram com mais intensidade nas faixas de renda mais baixas.

O levantamento da CNC mostra que 78,9% das pessoas que recebem menos de dez salários mínimos têm contas a pagar. Na faixa superior, a taxa é de 74,3%.

A pesquisa também detalhou o perfil do brasileiro endividado hoje. A maioria das pessoas são mulheres, com até 35 anos, ensino médio incompleto, renda de até dez salários mínimos e que moram nas regiões Sul e Sudeste do país.

Endividamento freia crescimento econômico Outro problema revelado pela pesquisa é a quantidade de pessoas com nível muito elevado de contas a pagar. Nunca antes tantas pessoas (17,6%) disseram estar superendividadas, ou seja, com vencimentos que comprometem boa parte da renda.

Na média, a cada R$ 1.000 recebidos, o brasileiro gastou R$ 302 com o pagamento de dívidas. No entanto, um a cada cinco consumidores (21,5%) precisou usar mais da metade da renda para arcar com as obrigações financeiras.

Guilherme Mercês, diretor de economia e inovação da CNC, lembrou que o endividamento foi assunto recorrente durante a campanha eleitoral, dado a sua importância para o crescimento econômico.

Ele destaca que a necessidade de carregar dívidas muito caras causa um aperto no orçamento familiar o que, por sua vez, impede o aumento do consumo, mitiga efeitos de programas de transferência de renda e prejudica a retomada do mercado de trabalho. A consequência disso é um constrangimento no crescimento econômico do Brasil.

O diretor lembrou que o tema está no radar do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Recentemente, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que pretende lançar um programa para tratar do assunto.

Em coletiva para divulgação dos dados da CNC, Mercês destacou que o superendividamento é um problema que atinge tipicamente as famílias de baixa renda, e aproveitou para vincular o tema com a atual discussão sobre contas públicas.

“Se o superendividamento é um problema para as famílias mais pobres -e esse superendividamento diz respeito ao custo do crédito e à inflação que aperta o orçamento–, um dos fatores primordiais para resolver esse problema é ter uma economia brasileira com juros mais civilizados, mais saudáveis. Juro alto é sinônimo de dívida cara”, afirmou.

A declaração toca em uma das discussões que vem ganhando centralidade nos primeiros dias de governo Lula. Cobrado sobre os compromissos que terá com a responsabilidade fiscal, o presidente vem defendendo a importância da responsabilidade social. Economistas, porém, argumentam que os assuntos não são necessariamente antagônicos.

Para o diretor da CNC, programas de renegociação de dívidas são fundamentais para estancar a angústia dos brasileiros endividados. “Mas, em termos estruturais, o que vai resolver o problema é uma taxa de juros mais baixa que permita que o custo do crédito fique mais barato”.

Notícias relacionadas

Até agosto, PIM tem faturamento recorde de R$ 165,12 bilhões

Produção de motos em Manaus em setembro foi a melhor desde 2011

Plano para empreendedores individuais inclui perdão de dívidas

Produção de bicicletas em Manaus cresceu 18,1% em setembro

Para 92%, previdência pública não garantirá estabilidade financeira

Assuntos Endividamento, família, População
Murilo Rodrigues 19 de janeiro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sites de apostas estão bloqueados desde o início da proibição (Foto: Joédson Alves/ABr)
Economia

Proibição das bets evitou o uso de até R$ 650 milhões em apostas

7 de outubro de 2026
Dia a Dia

Passarela em avenida de Manaus é concluída dois anos após ser destruída

2 de outubro de 2026
O programa prevê descontos sobre multas, isenção de juros e parcelamento em até 12 vezes (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Economia

Juros, endividamento e inadimplência aumentaram em agosto

29 de setembro de 2026
Biscoitos em supermercado: Brasil exportou R$ US$ 71,8 milhões (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Economia

Lula reconhece ‘custo de vida caro’, mas exalta menor inflação em 4 anos

16 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?