O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Empresas usam tecnologia para combater ‘piratas’ no Amazonas

14 de maio de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
Balsa de combustíveis: diesel representa 40% do custo de transporte (Foto: Sindarma/Divulgação)
Balsa de combustíveis: empresas investem em tecnologia para enfrentar piratas (Foto: Sindarma/Divulgação)
Por Ítalo Lore, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Diante da recorrência de roubos a embarcações cometidos pelos chamados “piratas dos rios” na Amazônia, empresas que atuam na região têm investido em escolta armada, câmeras de monitoramento e até em sistemas de segurança que se utilizam da Starlink, serviço de internet da SpaceX, do bilionário americano Elon Musk, para tentar evitar ataques.

Levantamento do Instituto Combustível Legal (ICL) indica que a atuação das quadrilhas de piratas dos rios, focadas em saquear mercadorias, causa prejuízo anual de cerca de R$ 100 milhões nas atividades de transporte de cargas pelo Rio Amazonas. Sem contar a insegurança levada à população.

Para combater esse problema, estados como Amazonas e Pará também têm buscado novas soluções. O principal foco neste momento é em ampliar a quantidade de bases fluviais para auxiliar no patrulhamento nas vias hídricas. Em geral, são estruturas que funcionam 24 horas por dia e dispõem até de lanchas blindadas para auxiliar em eventuais confrontos com os criminosos.

Para se ter um parâmetro, só em ataques contra embarcações de transportadores do Estado do Amazonas, mais de 9,7 milhões de litros de combustíveis foram levados do fim de 2020 a 2023, o que acarretou em prejuízo de R$ 48 milhões no período, segundo levantamento do Sindarma (Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Amazonas).

A implementação de tecnologias pelas transportadoras tenta mudar essa realidade. “Com elas, pode-se ter um monitoramento em tempo real das embarcações, o que dá a possibilidade de ter um enfrentamento em água”, disse Carlo Faccio, diretor do ICL.

Além disso, muitas embarcações têm recorrido a escolta armada. Como mostrou o Estadão, em tentativa de assalto em janeiro deste ano nos arredores do Rio Amazonas, a presença de dois seguranças se mostrou decisiva para repelir a ofensiva de quatro criminosos.

“Em paralelo a isso (mais tecnologia e seguranças), se criou também uma integração com as secretarias de segurança pública do Amazonas e do Pará para se ter uma pronta resposta”, acrescentou Faccio. Os órgaos geralmente são acionados por botões de emergência instalados na cabine dos navios.

Hoje, o Pará possui uma base fluvial – localizada no estreito de Breves, em Antônio Lemos –, mas prevê instalar outras duas até o fim do ano: uma delas em Óbidos, às margens do Rio Amazonas, e outra em Abaetetuba, próxima à Ilha do Capim. A ideia é ter uma pronta resposta em mais pontos estratégicos.

Depois que a primeira base do Estado foi implementada, em 2022, os roubos caíram de forma expressiva, aponta o governo do Pará. Foram 43 casos registrados no ano passado, ante 169 no ano de 2020, quando a modalidade atingiu o pico da série histórica de cinco anos.

Segundo Valéria Lima, diretora de downstream do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), quase metade dos prejuízos causados pelos roubos de combustível a transportadoras amazonenses entre o final de 2020 e 2023 ocorreram nos arredores de Itacoatiara, n Rio Amazonas. Mas os rios Madeira, Negro e Solimões também são considerados pontos de atenção.

Atualmente, o Amazonas possui quatro bases em funcionamento, sendo duas móveis – a Tiradentes, que fica no Alto Solimões, e a Paulo Pinto Nery, que fica próxima da foz do Rio Madeira – e duas fixas – a Arpão 1, próxima ao município de Coari, no Rio Solimões, e a Arpão 2, localizada no Rio Negro. Esta última foi inaugurada no começo deste ano.

“Até agora nós estamos com zero ocorrência (de roubos de combustíveis) nos rios no começo deste ano”, disse ao Estadão em abril o secretário de Segurança Pública do Amazonas, coronel Marcus Vinícius Oliveira de Almeida.

Ainda com a melhora no começo deste ano, o secretário afirma que, segundo estudos internos do governo do Estado, o ideal seria adotar uma rede de nove bases fluviais e três bases terrestres para cobrir mais pontos estratégicos.

Tráfico de drogas

No Pará, a implementação da base se mostrou positiva inclusive no combate ao tráfico de drogas. Entre 2019 a 2021, foram apreendidos meia tonelada de entorpecentes na malha fluvial, segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup).

“Já no período de 2022 a 11 de abril de 2024, período posterior à implantação da base fluvial, foram apreendidas mais de 7 toneladas de drogas na malha fluvial do Pará”, disse. A base de Breves funciona 24 horas por dia, com uso inclusive de lanchas blindadas.

“No ano passado, 20% do que nós apreendemos foi em Antônio Lemos, na base de Breves, e metade foi apreendida onde vai ser a base de Óbidos”, disse ao Estadão Ualame Machado, secretário de Segurança Pública do Estado.

As rotas fluviais e marítimas são as mais recorridas pelo crime organizado para o envio de drogas para fora do País, a exemplo do que ocorre em São Paulo, em que autoridades apontam forte atuação do Primeiro Comando da Capitalno Porto de Santos.

Como vem mostrando o Estadão, a Amazônia tem passado nos últimos anos por uma sobreposição entre crimes ambientais, como desmatamento e garimpo ilegal, com o narcotráfico. A nova dinâmica complexificou o combate à criminalidade.

“O local onde nós tínhamos mais ataque a carga de combustível ficava exatamente na foz do Rio Madeira, porque esse combustível era usado para abastecer o mercado ilegal de extração de minério, de ouro”, exemplificou Almeida.

Nos últimos anos, o rio virou alvo de disputa entre garimpeiros, o que resultou em ofensiva recente da Polícia Federal.

Notícias relacionadas

Rompimento de adutora deixa bairros de Manaus sem água neste domingo

Morador fica ferido ao tentar apagar incêndio em Itacoatiara (AM)

Incêndio destrói parte de casa de dois andares em Manaus

Infraestrutura na Amazônia precisa tirar cidades e pessoas do isolamento

Passageira de moto que foi atropelada por carreta morre no hospital

Assuntos Fenavega, manchete, piratas, Rio Amazonas, Sindarma, Starlink
Cleber Oliveira 14 de maio de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Rodovia BR-319: comunidades às margens da estrada não possuem título definitivos das terras (Foto: Luiz Felipe Santos/DPAM)
Dia a Dia

Infraestrutura na Amazônia precisa tirar cidades e pessoas do isolamento

20 de setembro de 2026
Dragagem no Rio Madeira possibilita passagem de balsa com material para recuperar trecho da BR-230 (Foto: Dnit/Divulgação)
Dia a Dia

Dragagem é ação inadequada da falta de política hidroviária na Amazônia

19 de setembro de 2026
Âmbar Energia assumiu definitivamente o controle da Amazonas Energia (Foto: Âmbar/Divulgação)
Economia

Âmbar pede para quitar dívida com redução da tarifa ao consumidor

18 de setembro de 2026
Dia a Dia

Âmbar diz que troca de cabos de energia em Manaus é necessária

18 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?