O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

BC diz que há avanços no combate à inflação, mas com riscos de alta dos preços

5 de maio de 2016 Economia
Compartilhar
banco-central-bc-1366059069264_956x5001
O Banco Central (BC) considera que houve avanços no combate à inflação(Foto:Divulgação)

BRASÍLIA – O Banco Central (BC) considera que houve avanços no combate à inflação, mas ainda há riscos no processo de combate à alta dos preços. A avaliação consta da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, divulgada nesta quinta-feira, 5.

Um dos riscos está relacionado ao processo de recuperação das contas públicas e sua composição. O comitê ressalta que indefinições e alterações significativas na trajetória de geração de resultados primários (receitas menos despesas, excluídos gastos com juros) contribuem para gerar uma percepção negativa sobre a economia brasileira e impactam negativamente as expectativas de inflação.

“Sobre o combate à inflação, o comitê destaca que a literatura e as melhores práticas internacionais recomendam um desenho de política fiscal consistente e sustentável, de modo a permitir que as ações de política monetária sejam plenamente transmitidas aos preços”, disse.

Outro risco apontado pelo Banco Central é que o processo de realinhamento dos preços externos em relação aos internos e dos livres em relação aos administrados mostrou-se mias demorado e intenso do que o previsto. Esse realinhamento de preços foi um dos principais fatores que causaram a alta da inflação em 2015.

“Adicionalmente, remanescem incertezas em relação ao comportamento da economia mundial”, acrescentou o comitê.

Selic

O Copom reafirmou que adotará medidas necessárias para que a inflação fique dentro do limite superior da meta este ano, 6,5%, e para fazer convergir para o centro da meta de 4,5%, em 2017. Neste contexto, reiterou o comitê, não há espaço para redução da taxa básica de juros, a Selic.

No dia 27 de abril, o Copom manteve a taxa Selic em 14,25% ao ano, pela sexta vez consecutiva.

Embora ajude no controle dos preços, o aumento ou a manutenção da taxa Selic em níveis elevados prejudica a economia. É que os juros altos intensificam a queda na produção e do consumo.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação.

Depois de quatro meses com taxa de dois dígitos, a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), voltou a fechar o acumulado de 12 meses em um dígito. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA fechou os 12 meses encerrados em março em 9,39%, depois de ter fechado fevereiro em 10,36%.

Na avaliação do Copom, a inflação em doze meses ainda está em patamar elevado, “reflexo dos processos de ajustes de preços relativos [administrados em relação aos livres e externos em relação aos internos] ocorridos em 2015, bem como do processo de recomposição de receitas tributárias observado nos níveis federal e estadual, no início deste ano, e que fazem com que a inflação mostre resistência”.

“Ao tempo em que reconhece que esses processos têm impactos diretos sobre a inflação, o comitê reafirma sua visão de que a política monetária pode, deve e está contendo os efeitos de segunda ordem deles decorrentes”,acrescentou. Para instituições financeiras, o IPCA deve fechar este ano em 6,94%.

Projeções

O Copom projeta reajuste médio de 19% nas tarifas de água e esgoto, de 12,8% nos preços dos medicamentos e redução de 3,2% nos preços da energia elétrica, consideradas as alterações anunciadas relativamente a bandeiras tarifárias. A previsão anterior para a redução na tarifa de energia era 3,5%. Para o conjunto de preços administrados por contratos e monitorados, a estimativa é de variação de 6,8% este ano, ante a projeção de 5,9%, considerada em março. Para 2017, o BC projeta variação de 5% nos preços administrados, mesmo valor considerado em março.

(Da Agência Brasil)

Notícias relacionadas

Proibição das bets evitou o uso de até R$ 650 milhões em apostas

STF exclui créditos de ICMS dos estados da base do PIS/Cofins

Receita notifica 498.487 contribuintes sobre malha fina do IR

Justiça pede explicação ao TCU sobre suspensão de empréstimo de R$ 1,4 bilhão

MTE inclui seis empregadores do AM em ‘Lista Suja’ do trabalho escravo

Valmir Lima 5 de maio de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Fernando Diniz
Esporte

Fernando Diniz deixa o Corinthians após derrota em Porto Alegre

7 de outubro de 2026
Vasco x Botafogo
Esporte

Vasco embala na temporada e vence o clássico contra o Botafogo

7 de outubro de 2026
Apresentador Pedro Bial 'atacou' verbalmente Bolsonaro (Foto: Instagram/Reprodução)
Variedades

Pedro Bial revela ter enfisema pulmonar devido ao cigarro

7 de outubro de 2026
Leonardo
Variedades

Cantores Leandro e Leonardo terão cinebiografia

7 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?