
Do ATUAL
MANAUS – A Arquidiocese de Manaus afirma que “não podemos naturalizar um cenário em que respirar se torna um risco, em que o céu da cidade é encoberto pela fumaça”. A manifestação ocorre em nota pública sobre a “defesa da vida diante das queimadas, da fumaça e do calor extremo”.
“A exposição à poluição atmosférica, associada às altas temperaturas e à baixa umidade, impõe riscos adicionais à população e demanda dos poderes públicos ações preventivas, informação adequada, monitoramento permanente e capacidade de respostas nos períodos críticos”, afirma a Diocese.
Conforme a Arquidiocese, a fumaça de queimadas não deve ser tratada apenas como problema meramente ambiental. Ela afeta a saúde, a qualidade de vida e atinge principalmente os mais vulneráveis.
“O agravamento das condições climáticas não pode ser utilizado para naturalizar as queimadas provocadas pela ação humana, tampouco para diluir responsabilidades”, diz a instituição.
A Arquidiocese relaciona dez pedidos às autoridades do Estado. Confira na carta na íntegra.
