
MANAUS – Flávio Bolsonaro lançou a campanha eleitoral vestindo colete a prova de balas. Com fogo amigo na aliança partidária melhor prevenir do que remediar.
A base eleitoral no Rio também não é confiável. Vai que a milícia promove arrastão em Copacabana. Em Brasília não deu certo, mas no Rio é imprevisível.
Bolsominions do “Núcleo da Conspiração Delirante” justificaram que o pai foi vítima de facada e o filho, depois que metralhou barcos do PCC e CV em vídeo de IA (Inteligência Alucinante), teme retaliação dos algoritmos.
Petistas infiltrados alegaram que não era colete, mas uma cinta de enchimento. Como os aliados de ocasião da direita extrema debandaram, Flávio secou e queria parecer mais cheinho de confiança.
