O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

OMM projeta seca na Amazônia e novos recordes de calor até 2030

29 de maio de 2026 Dia a Dia
Compartilhar
Seca de 2023 no município de Benjamin Constant, no Alto Solimões - (Foto: Divulgação/Defesa civil)
Seca de 2023 em Benjamin Constant (AM): projeção da OMM é de nova seca na Amazônia até 2030 (Foto: Divulgação/Defesa civil)
Do ATUAL

MANAUS – A Amazônia deve enfrentar condições mais secas entre 2026 e 2030, enquanto o planeta pode registrar novos recordes de calor nos próximos anos, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (28) pela OMM (Organização Meteorológica Mundial), produzido em parceria com o Met Office, do Reino Unido.

O estudo mostra que as previsões climáticas entre maio e setembro indicam anomalias secas sobre a região amazônica nos próximos anos. Ao mesmo tempo, os dados mostram 86% de chance de que um dos anos até 2030 ultrapasse 2024 como o mais quente no planeta.

Segundo o relatório, as temperaturas médias globais próximas à superfície irão variar entre 1,3°C e 1,9°C acima da média registrada entre 1850 e 1900, período considerado a era pré-industrial.

O documento também destaca que partes do Brasil provavelmente ficarão mais secas do que o habitual entre 2026 e 2030. Regiões como o Sahel, norte da Europa, Alasca e Sibéria devem registrar condições mais úmidas no mesmo período.

De acordo com o principal autor do estudo, Leon Hermanson, há previsão de formação do fenômeno El Niño no fim deste ano, fator que pode aumentar as chances de haver um novo recorde global de calor em 2027.

Apesar do cenário de aquecimento, os especialistas afirmam ser extremamente improvável que a temperatura média global ultrapasse 2°C acima dos níveis pré-industriais nos próximos cinco anos.

Incêndios e desmatamento

O relatório também relaciona o aumento das temperaturas e os períodos prolongados de seca ao crescimento de incêndios florestais, cenário que contribui para o avanço do desmatamento na Amazônia.

Segundo os pesquisadores, o padrão de aumento das chuvas em regiões tropicais e em altas latitudes, combinado à redução das precipitações em áreas subtropicais, principalmente no Hemisfério Sul, é compatível com os efeitos esperados do aquecimento global.

Outro ponto destacado no estudo é o aquecimento acelerado do Ártico. As temperaturas na região devem ficar cerca de 2,8°C acima da média registrada entre 1991 e 2020 nos próximos cinco invernos do Hemisfério Norte.

Segundo a OMM, o índice é 3,5 vezes superior à anomalia global de temperatura prevista para o mesmo período. As previsões também indicam novas reduções na concentração de gelo marinho nos mares de Barents, Bering e Okhotsk entre 2026 e 2035.

Notícias relacionadas

Incêndio destrói parte de prédio onde funcionou o Basa em Manaus

Agentes devem usar câmeras no peito na fiscalização de trânsito no AM

ACA denuncia mais três empresas por cobrança da ‘taxa da seca’

Boias que limitam área de banho na praia da Ponta Negra são furtadas

Jovem é preso suspeito de atropelar e causar a morte de catador de latinhas

Assuntos altas temperaturas, Amazônia, Calor, calor extremo, destaque, seca dos rios
Feifiane Ramos 29 de maio de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Incêndio destruiu a parte da frente do prédio no Centro Histórico de Manaus (Fotos: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Incêndio destrói parte de prédio onde funcionou o Basa em Manaus

3 de setembro de 2026
Pier do Super Terminais em Manaus: navios de grande porte atracam normalmente (Foto: Super Terminais/Acervo)
Economia

ACA denuncia mais três empresas por cobrança da ‘taxa da seca’

3 de setembro de 2026
Equipamentos instalados para ajudar a proteger os banhistas na praia da Ponta Negra (Foto: Divulgação/Implurb)
Dia a Dia

Boias que limitam área de banho na praia da Ponta Negra são furtadas

3 de setembro de 2026
Dia a Dia

Lancha bate em banco de areia em rio do Amazonas, vereador cai e morre

3 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?