O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Augusto Barreto Rocha

BR-319: reconstruir não é tudo

20 de abril de 2026 Augusto Barreto Rocha
Compartilhar


MANAUS – Agora que a recuperação do trecho do meio da BR-319 passa a ter contornos reais, é necessário que também sejam iniciadas as ações para proteger o entorno da rodovia. Já se constata alguns movimentos para isso, mas ainda é pouco frente ao risco associado com a obra.

Cada um dos municípios que serão atingidos pelo asfaltamento da rodovia deveria começar um projeto de proteção ambiental, prevenção da grilagem, georreferenciamento de sua área, cadastramento territorial e de análise de potenciais econômicos a partir desta mudança de acessibilidade.

O Governo Federal, o Governo de Rondônia e o Governo do Amazonas possuem papeis fundamentais nesta ação. Afinal, eles possuem muito mais capacidade técnica e orçamentária para fazer frente aos desafios. Os municípios do interior do Amazonas e de Rondônia são grandes em área e pequenos em população e orçamento público.

Um grupo de trabalho deveria ser montado para que as medidas protetivas da floresta, de desenvolvimento social e de proteção ao recurso natural sejam potencializadas, sob o enorme risco da explosão de grilagem no seu entorno e da realização do temido efeito espinha de peixe no entorno da rodovia.

A Governança da Amazônia só acontecerá se houver um empoderamento das sociedades locais. Não há como decretar proteção sem a presença de instituições com pessoas e recursos locais. Temos o hábito de fazer de conta que ocupamos a Amazônia e de protegê-la com o nada fazer. É necessário que planos de governança sejam feitos antes da obra ser iniciada. As ações são para já e não para depois da organização da destruição. As Associações de Municípios do Amazonas e de Rondônia também possuem um importante papel frente ao desafio.

Ainda em 2020, mais de 40% dos municípios às margens da BR-319 possuíam focos de incêndio, segundo análise da Infoamazonia e Juliana Mori, com dados do INPE. A tendência deste cenário, que já foi mitigado, voltar a se deteriorar rapidamente é muito grande. A biodiversidade da área também precisa ser mais bem mapeada pelas universidades e institutos de pesquisa para a região.

Será muito importante que projetos de pesquisa e de extensão tenham seu foco conectado com este desafio nacional. A decisão de recuperação da rodovia não pode ser percebida como um malefício, mas como uma oportunidade de progresso, que se não for aproveitada com este enfoque, será um caminho de destruição.

Por fim, será muito importante a presença de proteção e de barreiras ambientais, tanto das fiscalizações estaduais, quanto federal. A reconstrução da BR-319 não será simples. Há um grande risco de negligência dos fatores de proteção de seu entorno. Não podíamos cair na armadilha de não fazer a rodovia, fingindo que isso era proteção, tal qual não podemos cair na cilada de que ao fazer a rodovia, os problemas se acabaram.

O que mudará agora é a natureza do problema: sairemos da ausência de um tipo de política de desenvolvimento, onde não se fazia nada, fingindo que era proteção, para outra forma: onde se constrói, mas a obra em si não será suficiente. Precisamos agora da governança.


Augusto César Barreto Rocha é doutor em Engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ), professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), diretor adjunto da FIEAM, onde é responsável pelas Coordenadorias de Infraestrutura, Transporte e Logística.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Omar defende volta do funcionamento 24 horas das delegacias

Etam é habilitada em outra licitação para obras na BR-319

Só 19,8% da população do Amazonas têm chances de ficar rico

TCU identifica irregularidades em emendas Pix para o AM que somam R$ 26,3 milhões

Aleam convoca 29 aprovados do concurso de 2025; confira a lista

Assuntos Amazonas, BR-319, logística na Amazônia, transporte rodoviário
Cleber Oliveira 20 de abril de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Omar Aziz
Política

Omar defende volta do funcionamento 24 horas das delegacias

31 de julho de 2026
BR-319
Dia a Dia

Etam é habilitada em outra licitação para obras na BR-319

31 de julho de 2026
Manaus vista do alto
Economia

Só 19,8% da população do Amazonas têm chances de ficar rico

31 de julho de 2026
A auditoria integra uma fiscalização nacional realizada pelo TCU sobre a aplicação de transferências especiais, as "emenda Pix" (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado)
Política

TCU identifica irregularidades em emendas Pix para o AM que somam R$ 26,3 milhões

31 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?