O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Fiocruz oferecerá curso inédito sobre contágio por mercúrio em indígenas

17 de outubro de 2025 Dia a Dia
Compartilhar
Garimpo no Rio Mucajaí, Terra Indígena Yanomami: 53% das amostras de peixes coletadas mostraram contaminação por mercúrio (Foto: Divulgação/Bruno Kelly)
Garimpo no Rio Mucajaí, Terra Indígena Yanomami: 53% das amostras de peixes coletadas mostraram contaminação por mercúrio (Foto: Divulgação/Bruno Kelly)
Do ATUAL

MANAUS — A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz Amazônia) elabora um curso inédito de capacitação profissional sobre vigilância e monitoramento da exposição ao mercúrio em populações indígenas do Amazonas, Rondônia e Mato Grosso. O curso é destinado a profissionais de saúde de nível superior que atuam nos DSEI (Distritos Sanitários Especiais Indígenas) Porto Velho e Vilhena, e deverá ser ofertado em março de 2026.

A iniciativa foi criada a partir de discussões e oficinas pedagógicas realizadas pela Fiocruz Amazônia para definir a metodologia e o conteúdo programático. A mais recente atividade ocorreu entre os dias 13 e 15 de outubro em Porto Velho–RO e reuniu pesquisadores, profissionais de saúde e representantes dos DSEI.

O pesquisador em Saúde Pública e epidemiologista da Fiocruz Amazônia Jesem Orellana disse que a proposta é pioneira e busca aprimorar o atendimento em saúde aos povos indígenas do Sudoeste da Amazônia Ocidental.

Oficina pedagógica (Foto: Divulgação/Fiocruz Amazônia)
Oficina pedagógica (Foto: Divulgação/Fiocruz Amazônia)

“A iniciativa de criação do curso é inédita e visa aperfeiçoar o atendimento em saúde aos povos indígenas. É um passo importante para enfrentar um problema antigo e pouco valorizado, que é a contaminação por mercúrio nas regiões afetadas pelo garimpo ilegal”, afirmou.

A oficina abordou os efeitos do mercúrio no bioma amazônico, aspectos conceituais, técnicos e pedagógicos. O professor Wolfgang C. Pfeiffer, da Universidade Federal de Rondônia, ministrou a palestra “Exposição humana ao mercúrio na Amazônia: impactos nos ecossistemas e antecedentes históricos”, que serviu de base para discussão com a equipe técnica do projeto.

Também foram ouvidas colaboradoras dos DSEI Porto Velho e Vilhena a fim de adaptar o curso à realidade local. Foram abordados hábitos alimentares, aspectos culturais e particularidades do território indígena para formar o conteúdo e elaborar o material didático.

Segundo Orellana, o curso pretende preencher uma lacuna na formação de profissionais de saúde, especialmente na região amazônica, onde o uso indiscriminado do mercúrio tem deixado impactos profundos. “Há pelo menos 40 anos, o uso do mercúrio em garimpos ilegais causa destruição ambiental e ameaça direta à saúde humana, sobretudo entre populações vulneráveis, como os indígenas da Amazônia Legal”.

Notícias relacionadas

Fumaça de queimadas deixa Autazes com ar seis vezes pior que péssimo

Juíza cobra explicação de governos sobre queimadas na Amazônia

Chuva melhora qualidade do ar em Manaus, mas não dispersa fumaça

Vento ‘empurra’ fumaça de queimadas para Manaus, afirma pesquisador

MEC aciona PF para apurar ameaças às universidades e estudantes

Assuntos contaminação por mercúrio, destaque, Fiocruz Amazônia, indígenas
Feifiane Ramos 17 de outubro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental registrou concentração de 750,7 µg/m³ de material particulado fino (MP2,5) no município (Foto: WhatsApp/reprodução)
Dia a Dia

Fumaça de queimadas deixa Autazes com ar seis vezes pior que péssimo

13 de outubro de 2026
Dia a Dia

Juíza cobra explicação de governos sobre queimadas na Amazônia

13 de outubro de 2026
Dia a Dia

Vento ‘empurra’ fumaça de queimadas para Manaus, afirma pesquisador

13 de outubro de 2026
Incêndio UFPE será apurado pela PF. Suspeita é de ação criminosa (Imagem: TV Brasil/Reprodução)
Dia a Dia

MEC aciona PF para apurar ameaças às universidades e estudantes

13 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?