O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Em 93 das cidades do Brasil, renda média é de um salário mínimo

9 de outubro de 2025 Economia
Compartilhar
asfalto
Renda média mensal do trabalhador na maioria das cidades era de um salário mínimo em 2022 (Foto: Márcio Melo/Seminf)
Da Agência Gov

BRASÍLIA – Em 93% das cidades do país, a renda média da população é igual ao piso nacional e, no plano geral, um terço das pessoas que trabalham no Brasil – em torno de 35% – ganham um salário mínimo. Os dados são do Censo 2022 sobre Trabalho e Rendimento, divulgado nesta quinta (9) pelo IBGE.

A pesquisa inclui indicadores como o nível de ocupação, o rendimento de todos os trabalhos e a escolaridade da população ocupada no Brasil, Unidades da Federação e municípios. Um dos resultados da pesquisa mostra a importância do salário mínimo na economia nacional.

As informações sobre a extensão do salário mínimo reforçam a importância desse piso salarial nacional e da manutenção de uma política de valorização permanente, retomada pelo atual Governo do Brasil a partir de 2023. Os dados dessa pesquisa não abarcam a parcela da população que recebe benefícios previdenciários. Estima-se que, em média, 70% das aposentadorias e pensões equivalham ao salário mínimo.

O rendimento do trabalho é um dos principais indicadores da qualidade da inserção dos indivíduos no mercado de trabalho. Em 2022, enquanto 35,3% dos trabalhadores do país recebiam um salário mínimo (R$ 1,212) ou menos, 7,6% deles recebia mais de cinco salários mínimos.

Em 2022, o rendimento mensal de todos os trabalhos dos homens (R$ 3.115) superou em 24,3% o das mulheres (R$ 2.506). Já o recorte por cor ou raça mostrou resultados mais elevados para as categorias amarela (R$ 5.942) e branca (R$ 3.659), situadas bem acima da média nacional (R$ 2.851). Em seguida, vinham as categorias de cor ou raça parda (R$2.186), preta (R$ 2.061) e indígena (R$ 1.683).

Como foi feita a pesquisa

O Censo 2022 também permite um recorte mais detalhado do que a PNAD Contínua para as atividades laborais e os grupos etários, além trazer dados sobre os cinco grupos de cor ou raça: amarelos, brancos, pretos, pardos e indígenas.

Estão sendo divulgados, ainda, no mesmo nível geográfico, o rendimento domiciliar per capita e a participação do rendimento do trabalho no total de rendimentos dos moradores, entre outros indicadores.

Essas informações foram coletadas pelo questionário da Amostra do Censo 2022, aplicado em cerca de 10% dos domicílios do país, com 7,8 milhões de entrevistas. Os resultados estão disponíveis no portal do IBGE, nas tabelas e cartogramas do SIDRA e nos mapas interativos do Panorama do Censo.

Cidades com maior nível de ocupação em 2022

O nível de ocupação é um indicador que mede a proporção de pessoas ocupadas no total da população com 14 anos ou mais de idade. A partir dos dados da Amostra do Censo 2022, é possível calcular esse indicador para cada um dos 5.571 municípios do país. Os três municípios com os maiores níveis de ocupação foram Fernando de Noronha/PE, com nível de ocupação de 82,9%, Vila Maria/RS (78,4%) e Serra Nova Dourada/MT (78,2%). Esses percentuais estão bem acima do nível de ocupação médio do Brasil (53,5%) e de cada uma das cinco Grandes Regiões: Norte (48,4%), Nordeste (45,6%), Sudeste (56,0%), Sul (60,3%) e Centro-Oeste (59,7%).

Nível de ocupação dos homens (62,9%) supera o das mulheres (44,9%)

A diferença do nível de ocupação entre os sexos permaneceu nítida em 2022, com percentuais de 62,9% para os homens e 44,9% para as mulheres. O recorte por cor ou raça mostrou semelhanças nas categorias branca, preta, amarela e parda: o nível de ocupação dos homens variou de 64,6% (pretos) a 61,3% (pardos) e o das mulheres, de 47,4% (brancas) a 42,1% (pardas). Já a população indígena apresentou nível de ocupação menor, tanto para homens (48,1%) quanto para mulheres (30,8%).

Destaques da pesquisa do IBGE

•Os três municípios com os maiores níveis de ocupação do país foram Fernando de Noronha/PE (82,9%), Vila Maria/RS (78,4%) e Serra Nova Dourada/MT (78,2%), com taxas bem acima da média do Brasil (53,5%) e das cinco regiões: Norte (48,4%), Nordeste (45,6%), Sudeste (56,0%), Sul (60,3%) e Centro-Oeste (59,7%).

•Em 2022, o nível da ocupação por grupos etários alcançava o seu máximo no grupo de 35 a 39 anos (72,8%) e o mínimo, entre 14 e 17 anos (11,1%). No grupo mais idoso (65 anos ou mais) esse indicador era 14,9%.

•O nível da ocupação dos homens foi superior ao das mulheres em todas as faixas etárias. Na faixa dos 35 a 39 anos, o nível da ocupação dos homens era 82,6% e o das mulheres, 63,6%.

•A escolaridade das mulheres ocupadas continua maior que a dos homens ocupados: 28,9% delas e 17,3% tinham nível superior completo.

•Entre as 21 atividades classificadas pelo Censo 2022, as maiores participações femininas estavam em Serviços domésticos (93,1%), Saúde humana e serviços sociais (77,1%) e Educação (75,3%). As menores foram: Construção (3,6%), Transporte, armazenagem e correio (9,3%) e Indústrias extrativas (14,4%).

•Em 520 (ou 9,3%) dos 5.571 municípios do país, o rendimento do trabalho era inferior a um salário mínimo (R$1.212). Por outro lado, em 19 municípios, este indicador superava quatro salários mínimos (R$ 4.848).

•Os três municípios com os menores rendimentos médios mensais do trabalho, em 2022, foram Cachoeira Grande/MA (R$ 759), Caraúbas do Piauí/PI (R$ 788) e Mulungu do Morro/BA (R$ 805). Já os três maiores foram Nova Lima/MG (R$ 6.929), São Caetano do Sul/SP (6.167) e Santana de Parnaíba/SP (R$ 6.081).

•Em 2022, enquanto mais de um terço (35,3%) dos trabalhadores do país recebia até um salário mínimo (R$ 1,212), apenas 7,6% deles recebiam mais de cinco salários mínimos.

•Em qualquer nível de instrução, os homens ocupados recebiam rendimentos médios mensais superiores aos das mulheres ocupadas. A maior diferença estava no nível superior completo: R$ 7.347 para os trabalhadores e R$ 4.591 para as trabalhadoras.

•Os grupos de cor ou raça amarela e branca recebiam os maiores rendimentos do trabalho. Isso ocorria em qualquer nível de instrução analisado. A maior discrepância foi no nível superior completo: Amarelos (R$ 8.411), Brancos (R$ 6.547), Pardos (R$ 4.559), Pretos (R$ 4.175), Indígenas (R$ 3.799).

•Em 2022, o rendimento mensal domiciliar per capita da população foi de R$ 1.638. Os cinco municípios líderes neste indicador foram Nova Lima/MG (R$ 4.300), São Caetano do Sul/SP (R$ 3.885), Florianópolis/SC (R$ 3.636), Balneário Camboriú/SC (R$ 3.584) e Niterói/RJ (R$ 3.577). No extremo oposto, estavam Uiramutã/RR (R$ 289), Bagre/PA e Manari/PE (ambos com R$ 359), Belágua/MA (R$ 388) e Cachoeira Grande/MA (R$ 389).

•O rendimento domiciliar per capita das populações amarela (R$ 3.520) e branca (R$ 2.207) supera o das populações preta (R$ 1.198), parda (R$ 1.190) e indígena (R$ 669).

•Considerando as classes de rendimento em salários mínimos, 13,3% da população brasileira tinham rendimento domiciliar per capita médio de até ¼ salário mínimo.

•Por cor ou raça, a proporção de pessoas com rendimento mensal domiciliar per capita de até ¼ salário mínimo é menor entre as pessoas de cor amarela (6,6%) e branca (8,7%) e maior entre as pessoas de cor preta (14,9%), parda (17,0%) e indígena (41,0%).

Notícias relacionadas

Empresários e governo divergem sobre fim da escala 6×1 em audiência no Senado

Receita reduz alcance de incentivo fiscal e Fieam considera afronta e ameaça à ZFM

Em 4 meses, 87,2% das vagas de trabalho foram ocupadas por inscritos no CadÚnico

Missão do Inmetro na China fortalece estudos regulatórios para carros elétricos

Suframa aprova projetos que ampliam produção da Refinaria de Manaus

Assuntos IBGE, Renda média, renda mensal, Salário mínimo
Cleber Oliveira 9 de outubro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Praça da Matriz é um dos locais de concentração de pessoas que vivem na rua em Manaus (Foto: Milton Almeida/AM ATUAL)
Dia a Dia

IBGE vai testar em Manaus metodologia para censo da população de rua

30 de junho de 2026
Plenário do Senado analisa nesta terça-feira projeto de lei que cria a Universidade Indígena (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Política

Votação da LDO, que inclui salário mínimo de R$ 1.717, deve ocorrer apenas em agosto

29 de junho de 2026
Economia

Taxa de desemprego até maio foi a menor desde 2012, registra o IBGE

26 de junho de 2026
Primeira parcela do 13º salário é paga sem descontos de taxas e impostos (Foto: Reprodução)
Economia

Disparidade salarial é menor em entidades sem fins lucrativos

25 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?