
Do ATUAL
MANAUS – Máquinas, dragas e madeira apreendidas na Operação Curaretinga, do Exército, que ocorreu entre os dias 16 e 28 de junho no Vale do Javari (oeste do Amazonas), foram avaliadas em R$ 15 milhões, segundo o CMA (Comando Militar da Amazônia). O material era usado no garimpo ilegal.
Foram apreendidos também 70 quilos de drogas, 15 dragas, 28 motobombas, 5 geradores, 800 tábuas de madeira ilegal, embarcações, tratores, ferramentas e veículos. Policiais federais que participaram da operação inutilizaram acampamentos de apoio ao garimpo ilegal.
As ações ocorreram de forma coordenada em Rondônia e na região conhecida como “Cabeça do Cachorro”, no extremo noroeste do Amazonas, na fronteira com a Colômbia e a Venezuela.
Participaram da ação o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), Censipam (Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia), Funai (Fundação Nacional do Índio), Sesai (Secretaria de Saúde Indígena) e a PF (Polícia Federal).
O nome “Curaretinga” combina o termo “curare” com o sufixo “tinga”. O “curare” refere-se a um veneno usado em flechas por povos indígenas, e “tinga” indica algo pequeno, isto é, um pequeno veneno.
