O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Delegado da PF afirma que não há provas contra Michelle e Eduardo no plano de golpe

28 de janeiro de 2025 Política
Compartilhar
Michelle e Eduardo Bolsonaro
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro: sem provas para indiciamento no plano golpista (Fotos: Divulgação)
Por Henrique Sampaio, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Passos Rodrigues, disse que a investigação da corporação não encontrou provas suficientes para indiciar Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Michelle Bolsonaro (PL) na apuração sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira (27), o chefe da PF afirmou que, embora o ex-ajudante de ordens da Presidência Mauro Cid tenha mencionado os dois em delação premiada, não foram obtidos elementos adicionais que comprovassem envolvimento direto deles no caso.

“A investigação apontou elementos relacionados a outras pessoas, mas, no caso concreto, não encontramos provas que confirmassem participação dessas duas pessoas”, explicou o diretor da PF. Entre novembro e dezembro de 2024, 40 pessoas foram indiciadas nesse inquérito, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os ex-ministros Walter Braga Netto e Augusto Heleno.

A delação premiada de Mauro Cid, homologada em setembro de 2023, descreveu três grupos distintos ao redor de Bolsonaro após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições. Segundo Cid, enquanto o grupo de “conservadores” buscava transformar Bolsonaro em líder da oposição, o núcleo dos “moderados” rejeitava ações radicais. O grupo de “radicais” era dividido entre os que questionavam a integridade das urnas e os que defendiam ações armadas.

No depoimento, Cid destacou que Eduardo e Michelle Bolsonaro estavam no núcleo mais radical e incentivavam Bolsonaro “constantemente” a dar um golpe de Estado. Em resposta, Eduardo Bolsonaro criticou o processo investigativo conduzido pelo STF, afirmando que não há garantias de ampla defesa. Michelle ironizou as acusações em publicações nas redes sociais.

Medida cautelar

Andrei também mencionou a possibilidade de determinação de uma medida cautelar para o ex-presidente Jair Bolsonaro: “Qualquer investigado pode ser sujeito de alguma medida cautelar, pode ser sujeito de uma decisão judicial que a Polícia Federal cumprirá”, afirmou.

Além do inquérito sobre o golpe, Jair Bolsonaro foi indiciado em outras duas investigações conduzidas pela PF: em março, por suposto esquema de fraude no registro de vacina contra a covid-19, e, em julho, por possível envolvimento na venda de joias sauditas. Todas as investigações aguardam parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que decidirá se oferecerá denúncia, pedirá novas diligências ou arquivará os casos.

“O relatório apresentado é consistente, com respeito ao devido processo legal e às garantias fundamentais”, afirmou Andrei Rodrigues, ao falar sobre o inquérito que investiga a tentativa de golpe.

Regulação de redes sociais

Outro tema citado na entrevista foi a regulação das redes sociais. Para Andrei Rodrigues, plataformas como X (antigo Twitter), Instagram e Facebook precisam de normas claras para evitar que sejam usadas como “terra de ninguém” para a prática de crimes.

“O que é crime no mundo real também é crime no virtual. Não estamos falando de censurar críticas ou memes, mas sim de combater práticas criminosas”, argumentou. A posição do chefe da PF vai ao encontro de debates no governo Lula e do julgamento no STF sobre a responsabilização das plataformas por conteúdo ilegal postado por usuários.

Brasileiros deportados

O diretor da PF também criticou o tratamento dado aos 88 brasileiros deportados dos EUA na sexta-feira, 24, que desembarcaram no Brasil algemados e com correntes nos pés. Andrei Rodrigues destacou que não havia justificativa para tal medida, uma vez que os deportados não eram presidiários nem representavam risco.

“É inadmissível que cidadãos brasileiros, ao retornarem ao próprio país, sejam tratados dessa forma. Essa questão envolve dignidade, soberania nacional e segurança aeroportuária”, afirmou. Ele explicou que, segundo normas internacionais, a contenção só é permitida durante o voo, e as algemas devem ser retiradas assim que a pessoa chega ao destino.

O governo brasileiro reagiu imediatamente, ordenando a retirada das algemas no aeroporto, fornecendo alimentação e água aos deportados e transportando-os no último trecho da viagem em um avião da FAB sob supervisão nacional. Além disso, o Itamaraty convocou o representante dos EUA no Brasil para prestar esclarecimentos sobre o caso.

“A grande diferença deste episódio para os anteriores é que, desta vez, os brasileiros desembarcaram algemados em solo nacional”, concluiu Andrei Rodrigues, reforçando a necessidade de respeito à dignidade e aos direitos humanos.

Notícias relacionadas

Fuga de Flávio teve ex-oficial de inteligência de Israel e agência ‘fantasma’

Seis senadores derrotados nas urnas respondem a processos no STF

Amom assina pedido de CPI sobre atuação das big techs nas Eleições 2026

Maior bancada do Senado, PL precisará de apoio na oposição a Lula

Janones revela que não será ministro de Lula para não ter amarras do cargo

Assuntos delação premiada, Eduardo Bolsonaro, Mauro Cid, Michele Bolsonaro, plano golpista
Cleber Oliveira 28 de janeiro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Eduardo Bolsonaro
Política

Delator relata fraude em pagamento a fundo ligado a Eduardo Bolsonaro

17 de outubro de 2026
Tenente-coronel Mauro Cid
Dia a Dia

Moraes nega pedido de ex-ajudante de Bolsonaro para viajar ao exterior

13 de outubro de 2026
Eduardo Bolsonaro
Política

Eduardo Bolsonaro é incluído no banco nacional de mandados de prisão

9 de outubro de 2026
Eduardo Bolsonaro
Política

Moraes determina que Eduardo Bolsonaro cumpra pena de 4 anos de prisão

8 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?