O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Comando Vermelho atua em 13 estados com ataques a órgãos públicos

14 de novembro de 2023 Dia a Dia
Compartilhar
drogas
Tráfico de drogas é a principal atividade criminosa do Comando Vermelho (Foto: PF/Divulgação)
Por Marcelo Godoy, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Não existe um lugar no Brasil em que não haja a presença e a atuação de organizações criminosas. A afirmação é do Fórum Brasileiro da Segurança Pública, que mapeou a presença de 53 grupos no País. É este levantamento sobre a crise em que se transformou a Segurança Pública no Brasil que mostra o tamanho da mais antiga e segunda maior organização criminosa do País: o Comando Vermelho (CV).

A facção voltou a ganhar destaque no debate público nesta semana, depois que o Estadão revelou que Luciane Barbosa, mulher de um dos líderes do CV, foi recebida duas vezes no Ministério da Justiça de Flávio Dino. Mas a atuação da organização criminosa já tem mais de 40 anos.

A história da facção carioca é conhecida: nasceu no fim dos anos 1970 no antigo presídio da Ilha Grande. Foi criada por oito presos do Fundão, a Galeria da LSN (Lei de Segurança Nacional). Entre eles estava William da Silva Lima, o professor e autor do livro Quatrocentos Contra Um. No presídio, a facção travou uma guerra contra a Falange Jacaré pelo domínio da cadeia.

O CV precisou de uma década para conquistar morros e dominar o tráfico de drogas, associando seu nome ao de assaltantes de banco, como José Carlos Gregório, o Gordo, e ao de traficantes, como José Carlos dos Reis Encina, o Escadinha.

Foi quando a facção deixou de ser conhecida como Falange Vermelha para passar a ter o nome atual: Comando Vermelho. Nos anos 1990 ela viu a ascensão de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar que com seus aliados buscava drogas diretamente no Paraguai e na Colômbia para abastecer os negócios do grupo. A facção, porém, nunca obteve o monopólio do crime no Rio, sendo desafiada por rivais que disputavam territórios e influência, como o Terceiro Comando e a Amigos dos Amigos (ADA).

Na época, o CV chegou a atuar na Baixada Santista, em São Paulo, em um acordo com o Primeiro Comando da Capital (PCC), depois rompido em razão da disputa pelos pontos de venda de drogas.

O conflito entre as facções na primeira década do século deixou mais de 20 mortos, entre eles Sandro Henrique da Silva Santos, o Gulu, apontado como um dos homens da cúpula do PCC favoráveis ao acerto com os cariocas do CV. Ronaldo Duarte Barsotti de Freitas, o Naldinho, outro aliado do CV na região, desapareceu em dezembro de 2008. Na década seguinte, a guerra entre as duas facções seria retomada em outros Estados.

Hoje, de acordo com mapa traçado pelo Grupo de Estudos de Novos Ilegalismos, da Universidade Federal Fluminense (UFF), a facção domina 24,2% dos bairros do Rio, ficando atrás do poder das milícias, que controlam 25,5% dos bairros cariocas, enquanto o TCP detém o domínio de 8,1% e a ADA 1.9%.

Recentemente, o grupo se uniu a dissidentes das milícias da zona oeste para expandir seu domínio por áreas como a comunidade Gardênia Azul, sob o comando do traficante Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha, apontado como o principal líder da facção em liberdade.

Abelha é suspeito de ordenar em 5 de outubro o julgamento e a morte de quatro milicianos que se aliaram ao CV e assassinaram, por engano, três médicos em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio. Um dos médicos – Perseu Ribeiro Almeida – foi confundido com o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barboza, preso recentemente pela Polícia Federal.

É na região Norte e no Centro-Oeste do País, onde disputa o domínio do tráfico local e das rotas usadas para se trazer da Colômbia, da Bolívia e do Peru, que o CV teve maior sucesso fora do Rio. A facção conseguiu se tornar hegemônica em Mato Grosso e está presente em todos os estados do Norte. No Acre, por exemplo, ela domina o Vale do Juruá e Cruzeiro do Sul, próximo da fronteira com o Peru e com a Bolívia. A região é rota de passagem para a cocaína peruana.

No Amazonas, é atribuído à facção os ataques a delegacias, bancos e ônibus em junho de 2021 como represália pela morte de um de seus integrantes, que estaria sendo extorquido por policiais corruptos.

É justamente no Estado em que atua o traficante Clemilson dos Santos Farias, o Tio Patinhas, cuja mulher, Luciane Barbosa Farias, de 37, foi recebida duas vezes neste ano por auxiliares do ministro da Justiça, Flávio Dino, em Brasília, conforme revelou o Estadão.

A facção teria promovido ainda ataques a agentes das forças de segurança no Pará. Em 23 de março deste ano, policiais do Rio mataram Leonardo Costa Araújo, conhecido como Léo 41, de 37 anos, apontado como o chefe do tráfico de drogas no Pará. Ele estava escondido com outros bandidos do estado no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio.

A presença de Léo 41 na cidade revela uma tática cada vez mais comum do CV: usar o Rio como refúgio para bandidos de outros estados. Em janeiro, policiais cariocas detiveram em São Conrado, na zona sul, o traficante Messias Tales de Souza Izidio, o Talibã, um dos chefes do tráfico no Ceará. Bandidos da Bahia, Rio Grande do Norte e Mato Grosso também foram localizados no Rio. A estratégia atual da facção passaria pela expansão de seus negócios pelo País, mantendo a disputa de quase uma década pelo mercado da droga.

Notícias relacionadas

Remuneração de servidores da Casa Civil é de até R$ 20,1 mil com novo PCCR

Saiba quais cartórios vão emitir nova CIN a partir do dia 13 em Manaus

Havan terá de indenizar Paulo Vieira por uso indevido de sua voz em propaganda

Esquema de lavagem de bets ilegais com 87 empresas ‘laranjas’ é alvo da PF

Casal fica ferido em acidente com moto estacionada em Itacoatiara

Assuntos Comando Vermelho
Cleber Oliveira 14 de novembro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A Operação Red Fox, deflagrada pela Polícia Federal, foi realizada no Amazonas, no Rio de Janeiro e no Suriname (Foto: Divulgação/PF)
Polícia

Homem é preso no AM suspeito de coordenar logística de tráfico do Comando Vermelho

22 de junho de 2026
Secretário de Estado Marco Rubio anunciou restrição a autoridades estrangeiras (Imagem: YouTube/Reprodução)
Política

Saiba as implicações para o Brasil de tornar terroristas o PCC e o CV

29 de maio de 2026
Pichação com iniciais do Comando Vermelho em muro no Rio de Janeiro: EUA considera facção organização terrorista (Imagem: YouTube/Reprodução)
Política

EUA designam PCC e CV como organizações terroristas

29 de maio de 2026
Lucila Meireles Costa, de 42 anos, havia sido presa na Operação Erga Omnes em feveiro de 2026 (Foto: WhatsApp/reprodução)
Dia a Dia

Falsa advogada presa suspeita de integrar facção no AM morre em UPA no Piauí

28 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?