Antes de ser eleito e de tomar posse, o prefeito Arthur Virgílio Neto vivia falando em austeridade, mas, pelo visto, de austero nunca teve e não tem nada. Inflou a folha de servidores da Prefeitura com a contratação de várias ‘socialites’ e manteve o tal do Conselho de Gestão, que não tem o menor sentido, porquanto não faz absolutamente nada. Serve apenas de cabide de emprego, onde acomoda aliados e apaniguados, exatamente como nos tempos da administração de Amazonino Mendes.
Arthur não tem o menor apreço pelo gasto público e gasta muito mais do que Amazonino Mendes em seu tempo como prefeito, conforme levantamento publicado recentemente nos meios de comunicação, sobre o qual não deu uma palavra sequer. Na verdade, o discurso é um e a prática administrativa é outra, completamente diferente.
