O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Vítimas de golpe da fruta no Mercadão de SP serão reembolsadas

8 de março de 2023 Dia a Dia
Compartilhar
Mercadão obriga comerciantes a ressarcir clientes vítimas do golpe da fruta (Foto: G1/YouTube/Reprodução)
Mercadão obriga comerciantes a ressarcir clientes vítimas do golpe da fruta (Foto: G1/YouTube/Reprodução)
Por Clayton Castelani, da Folhapress

SÃO PAULO – Comerciantes do Mercadão de São Paulo têm sido obrigados a reembolsar consumidores que se sintam enganados ou sejam coagidos a comprar produtos por preços abusivos no chamado golpe da fruta.

Segundo a concessionária Mercado SP, os clientes podem reclamar diretamente com a entidade, que diz ter resolvido 100% das cerca de 40 queixas que recebeu desde que assumiu a operação do nonagenário ponto turístico paulistano.

A maior parte das reclamações foi registrada entre fevereiro e abril de 2022. A empresa afirma não receber novas denúncias sobre o tema desde julho do ano passado.

Golpe da fruta é como clientes chamam a abordagem excessivamente persistente de vendedores, muitas vezes realizada em grupo, que cria um ambiente confuso e intimidatório no qual consumidores pagam a contragosto centenas de reais por pequenas quantidades de frutas exóticas, como pitais e tâmaras.

Artimanhas como apresentar o preço por grama, em vez de por quilo, ou colocar diferentes produtos na balança e aplicar o valor do mais caro também aparecem entre os relatos de consumidores.

Bancas ou barracas que forem alvo de denúncias podem receber multas da concessionária que variam de 10% a 50% do valor da locação, caso a administração considere que o cliente tem razão. A gradação da multa ocorre conforme a gravidade e a reincidência.

Os canais para denúncias são o email [email protected] e o número de telefone (11) 4580-1390.

Além disso, a Mercado SP impôs regras para a abordagem de clientes, entre as quais a troca das facas de metal pelas de plástico para o corte das frutas oferecidas como degustação. A presença das lâminas nas mãos de diversos vendedores intimidava frequentadores e turistas.

Também não são mais permitidas as abordagens feitas por múltiplos vendedores ou que o comerciante se aproxime demais do consumidor.

Sobre a obrigação de reembolsar os clientes que fazem a denúncia, vendedores relataram à Folha que consideram esse tipo de punição injusta, pois as mercadorias não podem ser devolvidas devido a sua perecibilidade.

Alguns comerciantes também alegam que não há golpe, pois consumidores não são obrigados a comprar.

Mariana Rinaldi, especialista da associação de proteção a consumidores Proteste, diz que embora o chamado golpe da fruta não caracterize um caso clássico de fraude, “que é quando você compra gato por lebre”, práticas abusivas podem ser identificadas nas queixas feitas pelos frequentadores do mercado.

“O Código de Defesa do Consumidor não permite a distorção de direitos básicos do consumidor, como a liberdade de escolha e o acesso à informação clara sobre o preço”, diz. “O vendedor jamais pode criar uma situação constrangedora de modo que o comprador fique desconfortável para desistir do produto.”

Reclamar com o estabelecimento, neste caso, com o Mercadão, é a forma mais rápida e eficiente de solucionar o conflito, segundo Rinaldi.

Órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, podem ser acionados quando não houver resposta. “A Justiça fica para o último caso”, recomenda.

A Fundação Procon de São Paulo reiterou nesta terça-feira (7) que desde fevereiro do ano passado não recebe queixas do golpe da fruta no Mercado Municipal Paulistano.

Saiba como não cair no golpe

– Pesquise preços. Em locais como o Mercadão, o valor do mesmo produto pode variar muito entre uma banca e outra

– Desconfie de qualquer coisa que for oferecida de graça

– Exija a informação de acordo com o que é usual. Frutas, por exemplo, costumam ter o preço por quilo

– Caso não queira levar um produto, recuse, mesmo que tenha feito a degustação de vários itens

– Fique atento ao visor da máquina no momento de passar o cartão de débito ou crédito

– Pegue a nota fiscal ou, no mínimo, um recibo com informações como o CNPJ e o nome do estabelecimento

– Em caso de fraude ou prática abusiva, reclame com o estabelecimento. No caso do Mercadão, com a administração do local

– Faça a reclamação por escrito, por email, por exemplo, e apresente cópia do cupom fiscal ou recibo

– Anote o protocolo da reclamação

– Procure um órgão de defesa do consumidor, como o Procon, quando o estabelecimento não solucionar o caso

– A Justiça deve ser acionada em último caso, pois pode resultar em custos para o consumidor, além de resultar em uma longa espera para a solução do conflito

– No Judiciário, o Juizado de Pequenas Causas pode ser acionado se o litígio envolver valores de até 20 salários mínimos, sem a necessidade contratação de advogado

Fonte: Proteste

Notícias relacionadas

STJ mantém condenação da ex-deputada Flordelis a 50 anos de prisão

Jovem é condenado por matar a namorada grávida em Manaus

Analfabetismo entre pessoas com deficiência é 12 vezes maior

Médico do Samu de folga reanima passageira de moto atingida por carreta

Qualidade do ar é ‘muito ruim’ em Manaus pelo segundo dia consecutivo

Assuntos golpe da fruta, Mercadão de SP
Cleber Oliveira 8 de março de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?