O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Expressão

Protagonismo em defesa da Amazônia é da Colômbia. E o Brasil…

9 de novembro de 2022 Expressão
Compartilhar
Floresta amazonica
A Colômbia tem menos de 10% da floresta amazônica enquanto o Brasil tem mais de 60% (Foto: Reprodução/Google)

EDITORIAL

MANAUS – O protagonismo em defesa da Amazônia na COP27 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) foi exercido pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro. Em discurso na conferência, na terça-feira (8) ele apresentou dez sugestões, algumas delas de mudanças radicais, para salvar o planeta, como o “um mundo sem petróleo e sem carvão”.

Sobre a Amazônia, ele apresentou, primeiro, o dever de casa, como país que compõe o bioma: a destinação de 200 milhões de dólares por ano, durante 20 anos, para preservar a floresta. Mas também cobrou que os demais países se empenhem e metam a mão no bolso para ajudar a conservar a Amazônia.

Petro pediu empenho da humanidade para salvar o planeta, “com ou sem a permissão de governos”. Para ele é a humanidade, através dos movimentos políticos, e não os governos que irão superar a crise climática. “É hora da mobilização de toda a humanidade”, diz o primeiro ponto do decálogo apresentado na conferência.

Ao mercado, esse ser invisível que domina o mundo, o presidente da Colômbia manda um recado duro: “O mercado não é o principal mecanismo de superação da crise climática. Foi o mercado e a acumulação de capital que o produziram e nunca serão seu remédio.”

Petro lembra que a Amazônia é um dos quatro pilares do clima do planeta e todos devem se empenhar pela preservação, e cobrou a contribuição global e não apenas as cobranças de preservação que atualmente são feitas aos países amazônicos.

Aos bancos, o presidente da Colômbia também apresentou sugestão que desestabiliza o sistema financeiro: “Os bancos privados e multilaterais do mundo devem parar de financiar a economia dos hidrocarbonetos.”

Dos dez pontos discutidos por Petro, dois fazem cobranças ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e OMC (Organização Mundial do Comércio). Diz que “os tratados fundadores da OMC e do FMI vão contra a solução da crise climática e, portanto, devem ser subordinados e reformados aos acordos da COP e não o contrário.”

E dirigindo-se especificamente ao FMI, propõe que a instituição inicie um programa de troca de dívida por investimento na adaptação e mitigação das mudanças climáticas em todos os países em desenvolvimento do mundo. 

“As políticas de bloqueio econômico hoje não favorecem a democracia e vão contra os tempos da humanidade para agir contra a crise.”, diz Pietro.

Enquanto isso, o Brasil dorme eternamente em berço esplêndido. O governo brasileiro está muito mal representado; o presidente da República Federativa do Brasil, que se comportou nesses quatro anos como inimigo da Amazônia e de seus defensores, e incentivou o garimpo ilegal, a exploração ilegal de madeira, as queimadas e a devastação da floresta, sequer compareceu à COP27.

O dec​álogo de Gustavo Pietro

“Este é o decálogo que propomos:

1. A humanidade deve saber que se a política mundial não superar a crise climática, ela se extinguirá. Os tempos de extinção em que vivemos devem nos levar a agir agora e globalmente como seres humanos com ou sem permissão do governo. É hora da mobilização de toda a humanidade.

2. O mercado não é o principal mecanismo de superação da crise climática. Foi o mercado e a acumulação de capital que o produziram e nunca serão seu remédio. 

3. Somente o planejamento multilateral público e global nos permite avançar para uma economia global descarbonizada. A ONU deve ser o cenário desse planejamento. 

4. É a política mundial, ou seja, a mobilização da humanidade que corrigirá o rumo e não o acordo de tecnocratas influenciados, muitos deles, pelos interesses das empresas de carvão, petróleo e gás.

5. Devemos salvar os pilares do clima do planeta, em primeiro lugar. A floresta amazônica é uma das quatro existentes. A Colômbia concederá US$ 200 milhões anualmente por 20 anos para salvar a Floresta Amazônica. Aguardamos a entrada global.

6. A crise climática só pode ser superada se pararmos de consumir hidrocarbonetos. É hora de desvalorizar a economia de hidrocarbonetos com datas definidas para seu fim e valorizar os ramos da economia descarbonizada. A solução é um mundo sem petróleo e sem carvão.

7. Os tratados fundadores da OMC e do FMI vão contra a solução da crise climática e, portanto, devem ser subordinados e reformados aos acordos da COP e não o contrário. Enquanto mantivermos o atual tratado da Organização Mundial do Comércio, não avançaremos, retrocederemos na solução da crise climática e chegaremos cada vez mais perto do fim.

8. O FMI deve iniciar o programa de troca de dívida por investimento na adaptação e mitigação das mudanças climáticas em todos os países em desenvolvimento do mundo. As políticas de bloqueio econômico hoje não favorecem a democracia e vão contra os tempos da humanidade para agir contra a crise.

9. Os bancos privados e multilaterais do mundo devem parar de financiar a economia dos hidrocarbonetos. 

10. As negociações de paz devem começar imediatamente. A guerra tira o tempo, vital para a humanidade evitar sua extinção.”

Notícias relacionadas

Debates eleitorais são retrato da decadência política

Força Nacional permanecerá na Amazônia Legal por mais 90 dias

Nuvens estrangeiras, soberania em risco

Uísque a Lula ou 134 milhões de reais a Flávio: onde está o crime?

BNDES libera R$ 200 milhões para Mombak para restauração de florestas na Amazônia

Assuntos Amazônia, Amazônia brasileira, clima, COP27, Floresta Amazônica, Gustavo Petro
Valmir Lima 9 de novembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
1 Comment
  • Bismarck Chixaro disse:
    10 de novembro de 2022 às 12:32

    O mandatário colombiano apresenta na COP27 a melhor proposta p/ salvar tanto planeta quanto a Amazônia, deveria ter incluído a quarta propositura do Lixo Zero na floresta e o uso de mercúrio na exploração do metal de aluvião. E mais uma vez a delegação brasileira passa perrengue e vergonha ao atual governo de Bolsonaro.

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Força Nacional permanecerá na Amazônia Legal por mais 90 dias

29 de setembro de 2026
Augusto Barreto Rocha
Augusto Barreto Rocha

Nuvens estrangeiras, soberania em risco

28 de setembro de 2026
Floresta amazônica: maioria dos brasileiros não conhece a região (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

BNDES libera R$ 200 milhões para Mombak para restauração de florestas na Amazônia

21 de setembro de 2026
Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Problemas complexos exigem propostas sistêmicas

21 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?