O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Partido de Bolsonaro conquista 14 cadeiras e irá dominar o Senado

2 de outubro de 2022 Política
Compartilhar
Plenário do Senado
Plenário do Senado: PL terá a maior bancada (Foto: Roque de Sá/AS)
Selo Eleições 2022
Por Renato Machado e Ranier Bragon, da Folhapress

BRASÍLIA – O PL de Jair Bolsonaro (PL) e ex-ministros de seu governo tiveram uma vitória expressiva nas eleições para o Senado neste domingo (2). O partido do presidente irá controlar a maior bancada da Casa, com 14 cadeiras, 5 a mais do que tinha no primeiro semestre deste ano.

Foram eleitos os ex-ministros bolsonaristas Damares Alves (Republicanos-DF), Marcos Pontes (PL-SP), Rogério Marinho (PL-RN) e Jorge Seif (PL-SC).

O ex-ministro Sérgio Moro (União Brasil), que rompeu com Bolsonaro ao deixar o governo e se reaproximou do bolsonarismo na campanha eleitoral, também conseguiu uma cadeira no Senado pelo Paraná.

O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) é outro próximo a Bolsonaro que conseguiu uma vaga no Senado. Ele derrotou o petista Olívio Dutra no Rio Grande do Sul. Magno Malta (PL-ES), outro político bastante ligado ao presidente, venceu no Espírito Santo.

O bloco mais à esquerda também cresceu, mas um pouco mais timidamente. O PT passou de 7 para 9 senadores nessas eleições. Entre os eleitos, estão os ex-governadores Camilo Santana (CE) e Wellington Dias (PI). Em Pernambuco, foi eleita para o Senado a petista Teresa Leitão.

Além do crescimento do PL, outros partidos governistas ou que fazem parte do chamado centrão conseguiram aumentar as suas bancadas, como a União Brasil.

Tradicionalmente a maior bancada do Senado, o MDB saiu mais fraco dessas eleições. O partido perdeu quatro senadores cujos mandatos terminaram. Por outro lado, conseguiu eleger apenas Renan Filho (MDB-AL).

A situação vai dar munição para o grupo de Renan Calheiros, que desde o início se opôs à candidatura de Simone Tebet à presidência da República, argumentando que o partido não deveria apostar em um nome pouco competitivo e deveria sim investir recursos de campanha e esforços para aumentar a bancada no Congresso Nacional.

O PSDB seguiu a tendência de encolhimento no Congresso Nacional.

Nestas eleições, apenas 27 das 81 cadeiras estiveram em disputa –diferentemente da Câmara dos Deputados, o mandato dos senadores é de oito anos, com renovação de parte da Casa a cada quatro anos (um terço e dois terços, respectivamente).

O cenário da próxima legislatura ainda coloca em dúvidas a reeleição do presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Embora a regra não tenha sido seguida nas duas últimas eleições internas, a maior bancada do Senado tem a prerrogativa de indicar o nome para a presidência.

Embora eleito com o apoio de Bolsonaro, Rodrigo Pacheco depois se distanciou do Planalto e se tornou alvo dos bolsonaristas. Os aliados do presidente não aceitaram a abertura da CPI da Covid e o que chamam de “blindagem” aos ministros do Supremo Tribunal Federal.

A eleição para o comando do Senado ocorrerá em fevereiro e será influenciada também pelo resultado do segundo turno presidencial. Uma eventual vitória de Bolsonaro tende a ser prejudicial às pretensões de Pacheco.

Desde 2021, com a eleição de Pacheco, o Senado serviu como uma espécie de anteparo ao bolsonarismo e ao próprio governo Bolsonaro, que encontrou em Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara e líder do centrão, um aliado bem mais prestativo.

A Casa instalou a CPI da Covid, que se tornou o maior ponto de pressão contra o governo durante a pandemia do novo coronavírus, apontando erros no enfrentamento da doença, negligência na compra de vacinas e indícios de corrupção. O relatório final da comissão recomendou o indiciamento de Jair Bolsonaro e mais 77 pessoas, incluindo seus filhos, ministros, parlamentares governistas e médicos negacionistas.

O Senado também brecou a chamada pauta de costumes do bolsonarismo. Não avançaram na Casa, por exemplo, as propostas que flexibiliza regras relativas ao porte de armas e a que permite o chamado homeschooling –a educação de crianças em casa.

O MDB passou a maior parte dos últimos quatro anos como a maior bancada do Senado, chegando a contar com 16 senadores. No entanto, foi perdendo parlamentares para outras siglas. Além disso, os emedebistas sofreram duas grandes derrotas nesse período, ao tentarem eleger o presidente da Casa.

Na primeira delas, em 2019, o recém-eleito governo Bolsonaro atuou para derrubar Renan Calheiros (MDB-AL), contando ainda com um racha interno no MDB e com a atuação de senadores eleitos com a bandeira do combate à corrupção. Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) ganhou a disputa e foi aumentando o seu poder, em particular concentrando a distribuição de emendas. Conseguiu fazer seu sucessor com facilidade, em 2021, quando o MDB decidiu abandonar Simone Tebet (MS).

O Senado também vai perder nesse período de renovação alguns políticos admirados por seus pares, como os tucanos Tasso Jereissati (PSDB-CE) e José Serra (PSDB-SP). O primeiro chegou a ser cotado para a vaga de vice na chapa presidencial de Simone Tebet, mas acabou decidindo não concorrer a nenhum cargo eletivo nas eleições. Já Serra optou por disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

Outro senador experiente que vai deixar o Senado é Álvaro Dias (Podemos-PR), que perdeu a disputa no Paraná para Sergio Moro.

Notícias relacionadas

Maioria das vítimas da letalidade policial é negra e jovem; no AM todos eram homens

Governo entra na disputa por negócio bilionário do mercado espacial

IBGE oferece curso sobre efeitos de eventos climáticos extremos

Queixa contra empresas aéreas podem ser feitas ao Anac Passageiro

Cresce número de brasileiros que se declaram de direita, mostra pesquisa Datafolha

Assuntos bolsonaristas, Bolsonaro, destaque, ex-ministros, Senado Federal
Murilo Rodrigues 2 de outubro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Significa também dizer que negros recebem por hora 40% a menos que os brancos (Foto: Divulgação/TSE)
Dia a Dia

Maioria das vítimas da letalidade policial é negra e jovem; no AM todos eram homens

5 de julho de 2026
Economia

Governo entra na disputa por negócio bilionário do mercado espacial

5 de julho de 2026
Alagação de rua em Manaus nesta quarta-feira: recursos federais para ações de defesa civil (Imagem: Instagram/Reprodução)
Dia a Dia

IBGE oferece curso sobre efeitos de eventos climáticos extremos

5 de julho de 2026
Gol Linhas Aéreas
Serviços

Queixa contra empresas aéreas podem ser feitas ao Anac Passageiro

5 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?