O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Código fonte da urna eletrônica é seguro, afirmam especialistas

22 de setembro de 2022 Política
Compartilhar
Segurança da urna é confiável, atestam especialistas (Foto: Alejandro Zambrana/Semcom/TSE)
Segurança da urna é confiável, atestam especialistas (Foto: Alejandro Zambrana/Semcom/TSE)
Selo Eleições 2022
Por Raphael Hernandes, da Folhapress

SÃO PAULO – Antes empecilhos para a abertura do código-fonte da urna eletrônica brasileira na internet, questões que poderiam impactar a segurança do dispositivo foram sanadas. É o que apontam especialistas que tiveram acesso direto a essa programação.

Para que qualquer sistema informático funcione, como é o caso da máquina de votar, ele precisa de um conjunto de instruções escritas por programadores em uma linguagem própria, o código-fonte.

A fim de conferir mais transparência às eleições, a ideia é que essa informação do que rola por baixo dos panos da urna seja tornada pública na internet, a chamada abertura do código. A medida é discutida há anos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e avançou neste pleito com a disponibilização desses dados a universidades parceiras fora das dependências do tribunal.

Até então, o código-fonte da urna poderia ser acessado por entidades fiscalizadoras (como partidos, OAB, Ministério Público e Polícia Federal) dentro do TSE. Isso gerava críticas por dificultar a análise.

Questionado sobre os planos para a abertura pública do código-fonte, o TSE não respondeu diretamente. Citou apenas as iniciativas já existentes.

A Folha de S.Paulo conversou com especialistas de universidades que tiveram acesso a essa programação das máquinas no projeto-piloto em parceria com o TSE. No quesito segurança, eles não apontaram nenhuma objeção a divulgar a programação do modelo mais recente do equipamento.

Esse era um entrave até a edição anterior da urna, de 2015. Nesses modelos, dados sensíveis constavam no próprio código da urna. Se isso se tornasse público, poderia gerar um estrago. Agora, essas informações, vitais para o funcionamento da urna, foram transferidas para um pedaço separado no equipamento.

Lá estão as chamadas chaves criptográficas, que embaralham as informações gravadas na urna para garantir o sigilo – um atacante que tivesse esse dado poderia inverter o processo para desembaralhar, por exemplo.

Também estão ali mecanismos que ajudam a garantir que a programação da urna só funcione em equipamento homologado. Com isso, mesmo em posse do código-fonte aberto, uma pessoa não conseguiria transformar um computador qualquer numa urna brasileira.

A parceria do TSE com as universidades previa que eles analisassem os sistemas da urna para encontrar vulnerabilidades. Cada uma das três parceiras priorizou um aspecto diferente.

Apesar de nenhuma ter encontrado falhas que comprometam o equipamento, todas apresentaram pontos de atenção ou potenciais melhorias para as próximas eleições. O TSE não diz se as sugestões serão acatadas.

“É o jeito certo: primeiro colocam algumas pessoas de instituições idôneas para analisar se há falhas. Depois de um tempo, quando estão confiantes, é que faz sentido liberar de forma mais ampla”, diz Marcos Simplicio, professor de engenharia da computação na USP e vice-coordenador do projeto em parceria com o TSE na instituição.

“Se o TSE resolver abrir o código completamente daqui a poucos anos, eu não vou me surpreender, especialmente levando em conta a abertura que já está sendo feita, em contraste com o passado, quando era tudo muito envolto em mistério”, diz Ricardo Dahab, diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação da Unicamp, coordenador dos estudos sobre a urna no local.

A segurança, no entanto, não é o único fator a ser considerado para disponibilizar o código-fonte da urna publicamente.

André Santos, professor do centro de informática da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e coordenador dos testes na instituição, diz que há de se considerar fatores como o impacto de pessoas lendo esse código todo sem entender. “A dificuldade é tirar a dúvida de todo mundo”, diz.

Nesse caso, uma onda de desinformação acusando erros inexistentes no código poderia aparecer, por exemplo. Algumas melhorias sugeridas pela UFPE versam justamente sobre a clareza na programação: a padronização na escrita, considerada boa prática, e a remoção de trechos obsoletos, de versões anteriores da urna, que poderiam causar confusão.

Uma abertura desse código, além de levá-lo a mais pessoas, o tornaria acessível por mais tempo. O curto intervalo para produzir um relatório foi uma reclamação de Unicamp e UFPE.

Em nota, o TSE diz que o “tempo disponibilizado para análise é bastante superior àquele oferecido durante o TPS [Testes Públicos de Segurança, outra iniciativa do tribunal na qual especialistas tentam hackear a urna para reportar as vulnerabilidades]”.

Segundo o tribunal, o acesso das universidades aos códigos duraria até a cerimônia de lacração das urnas, realizada no fim de agosto. “Nas próximas semanas será feita uma avaliação interna no Tribunal para analisar se haverá a prorrogação das atividades”. A expectativa dos representantes das universidades ouvidos pela reportagem é pela manutenção do projeto.

Newsletter Eleições 2022 Um resumo com o que de mais importante a Folha destaca sobre a eleição.

Notícias relacionadas

Embarcação atinge jet ski de bombeiros em evento de Flávio Bolsonaro em Angra dos Reis

Lula diz nenhum país vai ‘meter o bedelho’ no Brasil enquanto ele for presidente

Renato Júnior confirma apoio a Plínio Valério e fecha seus 2 votos ao Senado

Juíza rejeita ação de Cidade contra David por vídeo com animação de IA

Roberto Cidade faz campanha nas zonas oeste e norte de Manaus

Assuntos código fonte, Eleições 2022, urna eletrônica
Cleber Oliveira 22 de setembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Foto de Lula para a urna eletrônica: chapéu compõe imagem pela primeira vez (Foto: TSE/Divulgação)
Política

Foto de Lula com chapéu na urna não é propaganda eleitoral, diz MP

23 de agosto de 2026
Assinatura digital e lacração torna urna eletrônica inviolável (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Política

TSE alerta: é falsa notícia sobre mensagem para confirmar o voto

19 de agosto de 2026
Foto de Lula para a urna eletrônica: chapéu compõe imagem pela primeira vez (Foto: TSE/Divulgação)
Política

Presidente Lula registra foto oficial com chapéu para a urna eletrônica

12 de agosto de 2026
Assinatura digital e lacração torna urna eletrônica inviolável (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Política

Assinatura digital e lacração impedem violação da urna eletrônica

5 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?