O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Compra de imóveis com dinheiro vivo é recusada pelas imobiliárias

14 de setembro de 2022 Economia
Compartilhar
apartamento
Empresas recusam transações envolvendo imóveis com dinheiro vivo (Foto: Marcio James/Semcom)
Por Ana Paula Branco, da Folhapress

SÃO PAULO – Comprar imóvel usando dinheiro em espécie é um desafio no mercado imobiliário brasileiro. Em geral, construtoras, incorporadoras, imobiliárias e casas de leilão recusam transações com cédulas e moedas. A justificativa é segurança, afirmam as empresas.

A forma de pagamento não é ilegal, mas rara, em razão da burocracia exigida para sanar a desconfiança de um mercado vulnerável à lavagem de dinheiro.

Nesse sentido, o histórico da família Bolsonaro destoa das práticas do ramo. Segundo o UOL, quase metade do patrimônio em imóveis do presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), e de seus familiares mais próximos foi comprada total ou parcialmente com dinheiro em espécie desde 1990.

A reportagem consultou 20 empresas do setor imobiliário, entre construtoras, incorporadoras, imobiliárias e casas de leilão, e não encontrou quem aceitasse o pagamento em espécie.

A Lopes afirma ter como compliance não fechar negócio dessa forma pela dificuldade em rastrear a origem do dinheiro.

A Loft afirma que recusa essa forma de pagamento na venda dos imóveis do seu portfólio próprio. Já nas propriedades de terceiros ofertadas em seu marketplace por qualquer pessoa, “não tem o poder de vetar a transação”.

“Porém informamos ao Coaf [órgão de inteligência financeira] caso haja pagamento em espécie ajustado no contrato com valor superior a R$ 100 mil, respeitando os termos da legislação em vigor”, diz a Loft.

A Plano&Plano também não aceita pagamento em espécie. Com perfil de cliente que opta pelo financiamento do imóvel junto à Caixa, mesmo com entrada em valor inferior a R$ 500, os pagamentos são feitos por transação bancária (Pix, DOC, TED ou boleto).

A Zukerman Leilões não aceita pagamento em dinheiro nem da sua comissão. “O pagamento do imóvel, no caso dos leilões extrajudiciais, é feito diretamente para a empresa ou instituição bancária por meio de TED ou boleto bancário”, afirma a casa de leilões. “Nos leilões judiciais o pagamento do imóvel é feito através de Guia Judicial”, diz.

A empresa afirma ainda que no processo de arrematação são feitas análises para a prevenção de lavagem de dinheiro, preenchimento da ficha do Coaf e declaração de origem de recursos.

A Superbid Exchange afirma avaliar como arriscado se envolver numa transação com dinheiro vivo. “Não atende normas de compliance por não ser possível rastrear a origem do dinheiro, além de outras questões ligadas à segurança”, diz a diretora de Real Estate Andreia Tavares. As demais empresas, que preferiram não ter seus nomes citados, também dizem não aceitar dinheiro em espécie.

De acordo com o Banco Central, uma cédula de R$ 100 pesa 0,25 grama. Sendo assim, R$ 1 milhão em notas de R$ 100 pesa 2,5 kg. O peso aumenta com notas de menor valor por causa da maior quantidade de cédulas.

Regras

Desde 2017, órgãos reguladores impõem aos vendedores e compradores de imóveis, sejam pessoas físicas ou jurídicas, o preenchimento de documentos com informações sobre a origem de recursos para evitar a lavagem de dinheiro.

Os cartórios de registro do imóvel também estão sujeitos a penalidades se não comunicarem à unidade financeira o uso de dinheiro vivo na transação.

“Há, a rigor, a obrigatoriedade de os tabeliães informarem ao Coaf sempre que houver referência, nas escrituras, ao pagamento em espécie em valor superior a R$ 30 mil”, afirma o advogado Pedro Serpa, do S2GDC Advogados.

“Não é comum esse tipo de transação, porque não tem razão prática de fazer o pagamento em dinheiro”, diz o especialista em direito imobiliário.

Segundo o escritório Mattos Filho, entre as obrigações do setor para evitar a lavagem de dinheiro está avaliar com maior rigor propostas que levantem suspeita, como pagamento em dinheiro, oferta acima do valor de mercado, impossibilidade de identificação do beneficiário final, resistência ao fornecimento de informações ou prestação de informação falsa ou de difícil verificação.

A plataforma do Registro de Imóveis do Brasil, que reúne informações e dados oficiais dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro desde 2012, diz não ter acesso ao número total de imóveis comprados ou vendidos com dinheiro em espécie no país.

Para obter a informação sobre a forma de pagamento, é preciso acessar cada matrícula de imóvel pelo site https://www.registrodeimoveis.org.br/portal-estatistico-registral.

Notícias relacionadas

China amplia acordos na África para não depender do dólar

Um único data center renderia R$ 1,5 bilhão ao PIB, mostra estudo

Indústria do chocolate cresce no Brasil e movimenta R$ 42,5 bilhões

EUA fazem audiência para discutir tarifa de 25% sobre produtos do Brasil

Passagens aéreas registram aumento de 11,2% em maio

Assuntos imobiliárias, imóveis
Cleber Oliveira 14 de setembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

apartamento
Serviços

Saiba como se prevenir do golpe de estelionato envolvendo imóveis

3 de junho de 2026
Moradores recebem título definitivo do imóvel: segurança jurídica (Foto: Alex Pazuello e Tiago Correa/Secom)
Dia a Dia

Governo regulariza 800 imóveis pelo Amazonas Meu Lar

7 de maio de 2026
O valor máximo dos imóveis também foi atualizado – para a faixa 3, passa a ser R$ 400 mil e, para a faixa 4, R$ 600 mil (Foto: Beth Santos/Secretaria Geral da PR)
Dia a Dia

‘Minha Casa’ eleva renda para até R$ 13 mil e amplia financiamento

22 de abril de 2026
residencial cidadao manauara
Dia a Dia

Conselho aumenta valor das faixas de renda para imóveis do Minha Casa

24 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?