O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Entidades propõem revogação de ações de Bolsonaro para liberar armas

24 de agosto de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Bolsonaro incentiva uso e venda de armas e munições (Foto: Reprodução/Instagram)
Institutos defendem revogação de medidas de Bolsonaro para liberar armas (Foto: Reprodução/Instagram)
Por Ranier Bragon, da Folhapress

BRASÍLIA – Uma lista de dez propostas para a área de segurança pública elaborada pelos institutos Igarapé e Sou da Paz, e que será encaminhada aos presidenciáveis, traz como ponto central a sugestão não de uma nova ação, mas da revogação de todas as normas patrocinadas por Jair Bolsonaro (PL) em relação a armas e munições.

Apesar de ter sido eleito em meio a promessas de revolucionar o combate à criminalidade, o atual governo não promoveu nenhum projeto de destaque na área, a não ser a série de alterações para facilitar o armamento da população – as licenças para armas de fogo dispararam 473% em quatro anos.

O documento dos institutos será acompanhado de resultado de pesquisa encomendada ao Datafolha e que aponta que a ampla maioria da população, 83%, defende que andar armado nas ruas deveria ser permitido apenas aos policiais, militares e outros profissionais de segurança pública.

Apenas 15% dizem que o porte deveria ser permitido a pessoas comuns. Entre os que aprovam a gestão de Bolsonaro, esse índice é de 32%.

“As eleições de 2022 combinam dois desafios centrais para o país: além da urgência de propostas que respondam aos reais desafios da população brasileira e garantam os caminhos para um país mais seguro, inclusivo e que reverta a desigualdade de acesso a direitos que afeta principalmente grupos racializados e minorizados, é fundamental reverter os retrocessos que marcaram a agenda de segurança pública nos últimos anos”, diz o documento do Igarapé e do Sou da Paz.

Os institutos defendem a revogação de decretos, portarias e outras normas que facilitaram o acesso a armas e munições e que liberaram a compra de armas como fuzis, a recomposição de uma política de controle e de normas mais duras, além do fim do que chamam de “porte camuflado” concedido a CACs (caçadores, atiradores e colecionadores).

“O que a gente observou nos últimos quatro anos foi um desmonte de uma estrutura que ainda vinha sendo construída. Houve uma desregulamentação geral, disfarçada de desburocratização, mas o que teve foi destruição. Por muitos anos a gente vai lidar com as consequências desse período”, diz Melina Risso, diretora de Pesquisa do Instituto Igarapé.

“Foram mais de 40 normas publicadas, é preciso dar um passo atrás, desfazer esse imbróglio, reorganizar toda essa bagunça e voltar a ter uma política de armas mais responsável”, reforça Carolina Ricardo, diretora-executiva do Sou da Paz.

A Folha de S.Paulo procurou o Ministério da Justiça e o Palácio do Planalto, mas não houve resposta.

A pesquisa do Datafolha, que entrevistou 2.086 pessoas em 130 cidades, mostra ainda que 63% da população considera que pessoas comuns não poderiam ter acesso a armas iguais ou mais potentes que a de policiais, como fuzis -o patamar é similar (61%) inclusive no grupo que avalia positivamente o governo Bolsonaro.

Em julho, a Folha de S.Paulo revelou que um membro do PCC (Primeiro Comando da Capital) conseguiu obter o certificado de registro de CAC no Exército e comprou duas carabinas, um fuzil, duas pistolas, uma espingarda e um revólver.

Entre os entrevistados pelo Datafolha, 60% disseram ainda se sentir menos seguros sabendo que há pessoas comuns armadas ao seu redor, contra 39% que disseram não se importar.

Pesquisa do Datafolha de maio já havia mostrado que a maioria da população, 72%, discordava da frase: “A sociedade seria mais segura se as pessoas andassem armadas para se proteger da violência”.

O presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, diz ser consenso entre os especialistas a necessidade de revogação das normas do governo Bolsonaro, estando ainda em debate quais medidas serão necessárias, nesse caso, para elevar o controle e a rastreabilidade de armas e munições, além de saber o que fazer com o que foi comercializado no atual governo.

Lima diz que diretrizes na área de segurança pública apresentadas pelo fórum aos presidenciáveis foram absorvidas em parte pelas campanhas de Ciro Gomes (PDT) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A de Bolsonaro não teria dado resposta.

O Igarapé e o Sou da Paz vão apresentar ainda cinco eixos de atuação prioritária aos presidenciáveis: 1) priorizar a redução dos homicídios; 2) enfrentamento ao crime organizado; 3) fortalecimento de corporações policiais orientadas à prestação de serviços à comunidade; 4) prevenção da violência, com prioridade a grupos racializados e minorizados; e 5) proteção da Amazônia e de suas populações.

O Brasil apresentou, em 2021, queda de 6% do número de mortes violentas.

Segundo especialistas, não há fundamento em teses espalhadas em redes sociais bolsonaristas de que esse índice tenha relação com o aumento de armas em posse dos cidadãos, pelo contrário. Quanto mais armas, maior a violência.

Além de a tendência de queda vir desde 2018 e de não ter havido política federal de impacto na área, a segurança pública ainda é majoritariamente uma atribuição dos estados.

O Brasil também registrou em 2021 queda na letalidade policial (-4%) pela primeira vez desde 2013, de acordo com o 16º anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Dezesseis unidades da Federação viram suas taxas de letalidade policial caírem entre 2020 e 2021, sendo que uma das quedas mais expressivas foi registrada em São Paulo (30%), onde policiais passaram a usar câmeras acopladas aos uniformes desde o ano passado.

“O estado fez uma escolha política de profissionalizar o uso da força, comprou teasers, que é equipamento menos letal, criou comissões internas para discutir os casos de letalidade dentro da PM. A gente tem uma série de exemplos de como pode melhorar a segurança pública”, diz Carolina Ricardo, que cita ainda ações positivas em estados como Paraíba, Espírito Santo e Pernambuco.

“Ainda que tenha visto alguma redução de homicídios, o Brasil é país que mais mata, a gente tem datas indecentes de violência, muita gente morrendo e baixa taxa de esclarecimento e investigação”, afirma Melina.

Notícias relacionadas

Anvisa lança consulta pública para decidir sobre adoção de bula digital

Governo vai investir R$ 15 bilhões na melhoria de rodovias federais

Documentos mostram como Vorcaro enviou R$ 61 milhões aos EUA para bancar ‘Dark Horse’

CNJ instala processo contra desembargador que absolveu estuprador de criança

Interessados no Sisu+ podem consultar vagas disponíveis por cursos

Assuntos armas de fogo, destaque, Instituto Igarapé, Jair Bolsonaro
Cleber Oliveira 24 de agosto de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
1 Comment
  • João Grillo disse:
    25 de agosto de 2022 às 15:04

    “(…) que entrevistou 2.086 pessoas em 130 cidades” HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

    2.086 pessoas de uma população de MAIS DE 200 MILHÕES:
    2.086 / 200.000.000 = 0,00001043 * 100 = 0,001043 % HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

    130 cidades de um total de MAIS DE 5 MIL:
    130 / 5.000 = 0,026 * 100 = 2,6% HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

    Só um idiota pra acreditar numa pesquisa chinfrim dessas! Ridícula!

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Daniel Vorcaro foi transferido nesta segunda-feira (18) (Foto: PC-DF/Divulgação)
Política

Documentos mostram como Vorcaro enviou R$ 61 milhões aos EUA para bancar ‘Dark Horse’

9 de junho de 2026
Deputado Pedro Uczai afirma que bancada do PT está disposta a votar PL Antifacção (Foto: Luiz Macedo/Agência Câmara)
Política

Líder do PT pede investigação de sócia da produtora do filme sobre Jair Bolsonaro

9 de junho de 2026
Dia a Dia

Policial civil atuou como motorista de viatura em roubo de ouro, diz delegado

9 de junho de 2026
Saúde

Ministério da Saúde apura reações à vacina contra a dengue e descarta riscos

9 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?