O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Aumento do crédito de carbono pressiona preços dos combustíveis

7 de julho de 2022 Economia
Compartilhar
Meta é diminuir a emissão de 668 milhões de toneladas de dióxido de carbono na Amazônia e no Cerrado (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Crédito de carbono é pago para preservar florestas (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Por Nicola Pamplona, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – A cotação dos créditos de carbono do setor de combustíveis no Brasil bateu os R$ 202 na quinta-feira (30), jogando pressão sobre os preços da gasolina e do diesel num momento em que os governos federal e estaduais abrem mão de receitas para tentar aliviar o bolso do consumidor.

O valor dos títulos, que são chamados de Cbios, mais do que triplicou em 2022. Em um ano, ficou sete vezes mais caro. Segundo as distribuidoras de combustíveis, hoje representam entre R$ 0,15 e R$ 0,20 do preço final da gasolina e do diesel.

O setor de combustíveis acusa os produtores de etanol e biodiesel de especulação, emitindo um volume de títulos inferior à demanda. Estes, por sua vez, dizem que os preços refletem aperto no cenário de oferta e demanda dos certificados.

As distribuidoras de combustíveis são obrigadas a comprar os certificados para compensar a emissão de poluentes no consumo dos produtos. O objetivo é transferir recursos da venda de combustíveis fósseis para a produção de energia renovável, barateando seu custo e incentivando o consumo.

Os Cbios começaram a ser negociados em 2020, em um momento conturbado após o início da pandemia e em meio a um embate entre o setor de combustíveis e os produtores de etanol e biodiesel. Com a queda no consumo, o governo chegou a reduzir as metas logo no primeiro ano do programa.

Cada Cbio equivale à emissão de uma tonelada de carbono na atmosfera. As metas de cada distribuidora são calculadas de acordo com o volume de combustíveis fósseis que cada uma põe no mercado. Em 2022, elas terão que comprar cerca de 36 milhões de títulos.

No início do ano, quando os títulos se aproximavam de R$ 80, o setor de combustíveis pediu intervenção do governo no mercado, mas não foi atendido. As empresas reclamam que o modelo de negociação dos títulos representa hoje transferência de riqueza do consumidor para usineiros.

“A existência da obrigação de compra pelas distribuidoras e a não obrigação pelos emissores de ofertar os Cbios à venda é uma das distorções que identificamos no modelo atual”, diz a Brasilcom, associação que reúne distribuidoras de pequeno e médio porte.

A entidade diz que os custos adicionais com a compra dos certificados precisam ser repassados ao consumidor e estima um impacto de R$ 0,15 por litro atualmente. Assim, afirma, o consumidor paga mais caro para financiar os produtores de biocombustíveis.

Do outro lado, a avaliação é que os preços refletem um mercado mais apertado. Para a Ubrabio (União Brasileira do Biodiesel e do Bioquerosene), o volume de certificados caiu pela redução da mistura obrigatória de biodiesel a 10%, quatro pontos percentuais a menos do que o previsto para o ano.

A Unica (União da Indústria da Cana-de-Açúcar), o MME (Ministério de Minas e Energia) e a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) não haviam respondido a pedidos de entrevista até a publicação deste texto.

Em teleconferência para detalhar o balanço do primeiro trimestre, o presidente da Raízen, Eduardo Mussa, disse que a oferta de certificados este ano é suficiente, mas as metas de aquisição ficam mais agressivas em 2023, o que está levando compradores a antecipar aquisições.

“Olhando para a frente, o que vamos ver é um mercado mais justo para a Cbio e os preços estão refletindo isso”, afirmou. Em 2022, as distribuidoras terão que comprar 36 milhões de certificados. Para 2023, a meta chega a 42 milhões de títulos.

Notícias relacionadas

Empresas de apostas são obrigadas a informar saldo de apostadores

Prazo para retirar dinheiro das bets termina nesta segunda-feira

Pix Automático poderá ser usado em conta-salário a partir de 2027

Nova descoberta aumenta expectativa da Petrobras na Foz do Amazonas

Associação de rádio e TV pede ao STF a suspensão da MP que proíbe as bets

Assuntos crédito de carbono, preços dos combustíveis
Cleber Oliveira 7 de julho de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O subsídio ao diesel é para as distribuidoras. Nas bombas, o preço está sujeito à cobrança de impostos (Foto: Marcelo Casal Jr./ABr)
Economia

Governo Lula prorroga por 30 dias o subsídio do diesel

26 de setembro de 2026
Combustíveis
Economia

Estados adotarão novo preço médio para cobrar ICMS sobre combustíveis

25 de setembro de 2026
Economia

Subsídio de R$ 2,12 por litro de diesel deve durara mais 30 dias

24 de setembro de 2026
Técnicos do Inmetro e ANP verificam bico de bomba de combustível: fiscalização sobre qualidade (Foto: Inmetro/Divulgação)
Economia

Total de multas contra distribuidoras de combustíveis é de R$ 200 milhões

23 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?