O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Cunha e investigados agem com ‘lógica de gangue’, diz defesa de lobista

30 de julho de 2015 Política
Compartilhar
Cunha Renan e Serra by Edilson Rodrigues as
“A CPI tem tomado uma série de medidas para desmoralizar a investigação, convocando familiares de colaboradores e pedindo a quebra de seus sigilos bancários e fiscais, além de medidas de coação contra Delegados Federais e advogados, a lógica da gangue continua vigorando: intimidação e corrupção”, diz o documento subscrito pelos advogados (Foto: Edilson Rodrigues)

BRASÍLIA – A defesa do lobista Julio Camargo, delator da Operação Lava Jato que denunciou propina de US$ 5 milhões ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que Cunha e outros investigados agem com a lógica da gangue.

Segundo os advogados de Julio Camargo, a CPI da Petrobras tem tomado ‘uma série de medidas para desmoralizar a investigação’. Para eles, está ‘em vigor a “moral da gangue”, que acredita por triunfar pela vingança, intimidação e corrupção’.

“Eventuais contradições de Julio Camargo, advém de seu justificado temor em relação ao deputado federal Eduardo Cunha, que hoje ocupa a presidência do Poder Legislativo Federal”, diz o documento que apresenta as alegações finais do lobista à Justiça, anexado aos autos do processo na quarta-feira, 29. “A reação dos investigados contra o colaborador ocorrem em várias instâncias informais, que vão desde a maledicência à calúnia descarada e formais com o uso da Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras para desencorajar e desacreditar a colaboração prestada por Camargo. Está em vigor a “moral da gangue”, que acredita por triunfar pela vingança, intimidação e corrupção.”

No dia 16 de julho, Julio Camargo declarou à Justiça Federal que o suposto operador do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras, Fernando Falcão Soares, o Fernando Baiano, lhe disse que estava sendo pressionado por Eduardo Cunha para pagamento de propina. Os valores da propina teriam saído de compras de navios-sonda. Segundo relato de Julio Camargo, o peemedebista exigia US$ 5 milhões.

“Ninguém desconhece as críticas que Camargo vem recebendo diariamente por ter colaborado com o MPF, especialmente após ter revelado que foi vítima de coação por um parlamentar que descaradamente lhe exigiu US$ 5 milhões”, dizem os advogados do lobista. “Astuciosamente afirmam que a versão de Julio Camargo é mentirosa, teria sido engendrada pelo Procurador Geral da República para prejudicar o parlamentar envolvido nos fatos, nada mais falso: – o escândalo e falsidade não estão nas palavras de Camargo, mas na corrupção daqueles que juraram proteger a coisa pública, sacerdotes infieis ao culto que dizem professar se tornaram servos e cultores das falcatruas envolvendo dinheiro público.”

Na ocasião, Eduardo Cunha desmentiu as declarações de Julio Camargo e o desafiou a prová-las. Segundo ele, ‘após ameaças publicadas em órgãos da imprensa, atribuídas ao Procurador-Geral da República (Rodrigo Janot), de anular a sua delação caso não mudasse a versão sobre mim, meus advogados protocolaram petição no STF alertando sobre isso’. “O delator já fez vários depoimentos, onde não havia confirmado qualquer fato referente a mim, sendo certo ao menos quatro depoimentos”, afirmou. “É muito estranho, às vésperas da eleição do Procurador Geral da República e às vésperas de pronunciamento meu em rede nacional, que as ameaças ao delator tenham conseguido o efeito desejado pelo Procurador Geral da República, ou seja, obrigar o delator a mentir.”

Para a defesa de Julio Camargo, a reação dos acusados e investigados não causa estranheza. Segundo os advogados, eles ‘agem como crianças que desejam uma coisa, mas não suas consequências’.

“Ameaçam o Poder Judiciário e o colaborador com “um troco”, cientes do poder econômico e político que desfrutam deixam no ar um lembrete – “Hoje investigado, amanhã faço a lei”, basta ver que a CPI tem tomado uma série de medidas para desmoralizar a investigação, convocando familiares de colaboradores e pedindo a quebra de seus sigilos bancários e fiscais, além de medidas de coação contra Delegados Federais e advogados, a lógica da gangue continua vigorando: intimidação e corrupção”, diz o documento subscrito pelos advogados Antonio Augusto Figueiredo Basto, Luis Gustavo Rodrigues Flores, Rodolfo Herold Martins, Adriano Sérgio Nunes Bretas e Tracy Joseph Reinaldet. Eles assumiram a defesa de Julio Camargo, após a saída da advogada Beatriz Catta Preta, na semana passada.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

OAB e MPT alertam sobre ações judiciais por boicote em função de razões políticas

Reeleição do presidente Lula nas eleições gerais é reconhecida por 117 países

CNT relaciona 15 deputados com potencial de atuação a favor do transporte

Apuração no 2º turno foi em tempo recorde, mesmo com horas extras

Indignação de estudantes da UFF originou apoio massivo a Lula no 2º turno

Assuntos Amazonas Atual, coação, corrupção, Defesa, delação premiada, delator, Eduardo Cunha, intimidação, Julio Camargo, lobista
Valmir Lima 30 de julho de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sede do Banco Master: senadores vão acompanhar investigação sobre fraude (Foto: Rovena Rosa/ABr)
Política

Delator do Master ganhou 570 vezes na loteria e fez transações suspeitas

24 de setembro de 2026
protesto corrupcao
Política

Para um a cada 4 brasileiros, a corrupção é um dos maiores problemas do país

21 de setembro de 2026
Política

STF mantém condenação de Eduardo Bolsonaro por coação

18 de setembro de 2026
Flávio Bolsonaro recusou-se a falar sobre apoio ao fim da jornada 6x1 (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Política

Ministro manda PF investigar Flávio Bolsonaro por lavagem e corrupção no caso ‘Dark Horse’

11 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?