O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Follow Up

Fórum de uma Amazônia ausente

23 de julho de 2015 Follow Up
Compartilhar

Com uma pauta focada em prioridades mais climáticas do que cívicas, governadores e vice-governadores dos nove estados da Amazônia Legal reúnem-se nesta sexta-feira (24), em Manaus, para insistir nos compromissos da “Carta de Cuiabá”, documento que lançou em maio último uma série de seis reivindicações do bloco amazônico por mais investimentos e por maior proteção ao patrimônio natural da região. Além de Mato Grosso, onde se deu o último Fórum, compõem a Amazônia Legal os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. O texto foi entregue à presidente Dilma Rousseff, mas não há registro de qualquer satisfação/encaminhamento das demandas regionais, nesse furacão político e insegurança econômica que tomaram conta do país. A reunião, na verdade, foi incentivada por alguns ministérios – a penúltima se deu em Manaus, em 2012, por razões igualmente climáticas nos 20 anos da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente, no Rio de Janeiro – para responder às pressões da ONU, na próxima reunião sobre o Clima, que ocorrerá em Paris, no mês de dezembro, a COP 21. No Brasil é assim, tomamos iniciativa de encontrar saídas apenas na hora em que os instrumentos estão escassos e a ameaça bate à porta. Um país reativo, não preventivo nem acostumado a planejar para assegurar a concretude de seus objetivos. Os estados da Amazônia, por conta disso, pela falta de verbas, alegadas distâncias geográficas vivem de costas um para o outro, a começar por suas representações parlamentares.

Sem proibições adicionais

Oxalá sobre um átimo de tempo, espaço e necessidade para uma tentativa de integração do bloco regional da Amazônia Ocidental, provavelmente a única maneira de salvar esse desastre perpetrado contra a ZFM com o esvaziamento da Suframa, confisco de recursos, veto de novos investimentos e omissão de infraestrutura. Quem sabe deixemos de ser os tutelados – como os índios – que precisam do governo federal para dizer os limites de seus direitos e o dever sagrado de sua autodeterminação. Um governo que trata as pessoas como aborígenes, com todo preconceito que essa postura encerra, transformado numa Funai desmantelada, e que incentiva reuniões dos gestores da Amazônia para credenciar-se no fórum climático iminente. O país tem sido gestor inepto diante desta porção maior da brasilidade, do ponto de vista geográfico, estratégico, e das potencialidades naturais, riquezas minerais e energéticas. Oxalá o governo do Amazonas aponte esse distanciamento e indique a necessidade e possibilidades de atração de investimentos nacionais e estrangeiros, não apenas em compensação pelas reduções de desmatamento e de emissão de gases poluentes. Investimentos para viabilizar estabelecimentos produtivos com as respostas cosméticas, medicinais, minerais, energéticas e alimentícias que a região propicia. Esses quilômetros infinitos de desmatamento consignados por determinados e curiosos satélites são estratégias sorrateiras para acirrar a proibição das iniciativas de desenvolvimento. Não precisamos de mais restrições para apostar na sobrevivência. “Não nos venham dizer o que não podemos fazer – tem insistido o presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas, Wilson Perico – se quiserem colaborar venham ajudar a fazer e fazer do melhor jeito”. Ele se refere à urgente necessidade de criar respostas rápidas para a economia, coerentes com as vocações regionais de negócios, para reduzir, paulatinamente, a dependência fiscal do modelo ZFM.

BR 319: a denúncia necessária

Ainda dá tempo de inserir na programação do cerimonial deste Fórum da ausência  dos interesses da Amazônia, a leitura de um Manifesto, ou a inserção, na carta da Amazônia, com um repúdio a mais um boicote à reconstrução, recuperação da BR-319, mais uma vez suspensa ou condenada por nova exigência, dessa vez com mais estudos de impactos ambientais, alcançando uma área de influência superior a 40 km de cada margem da rodovia, por conta da ocorrência de reservas indígenas, uma imposição absurda, suspeita, à vista das inconsistências das demais restrições e da comprovada ausência de etnias na área objeto dos EIA-RIMAs anteriores. FUNAI, MMA e DNIT deveriam vir a público e esclarecer de uma vez por todas as verdadeiras razões desse embuste institucionalizado. Em novembro último, em debate sobre os motivos do não-asfaltamento da BR 319, um esclarecimento decisivo ocorreu com a visita do diretor do DNIT, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Fábio Galvão. Os estudos do meio físico e socioeconômico, e as componentes culturais e ambientais, desculpas de setores da gestão federal para protelar o empreendimento, foram realizados e aprovados pelo órgão ambiental local, o IPAAM, Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, devidamente credenciado pelo IBAMA para autorizar a esperada recuperação viária. Nos últimos anos, entre biólogos, arqueólogos, engenheiros e técnicos de apoio, e um investimento de R$ 200 milhões, foram mobilizados para dizer que os fatores étnicos, fauna e flora nas unidades de conservação federais e estaduais estão resguardadas.

Estória sem agá

Na reunião dos governadores, onde serão assumidos compromissos que depois –  historicamente tem sido assim – ninguém toma pra si a responsabilidade de coordenar os mecanismos de viabilização, que estarão presentes, além da improvável presença de Dilma Rousseff – os  ministros da Secretaria de Assuntos Estratégicos, o filósofo Mangabeira Unger, Izabella Teixeira do Meio Ambiente, Joaquim Levy da Fazenda, o governador do Estado da Califórnia (EUA), Edmund Brown Junior, e o conselheiro Sênior e líder do Projeto da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (CGF), Willian Boyd. Mais uma vez vai se aclarar a falta de sintonia entre os atores do governo federal e as demandas locais, de quem se cobra atendimento cego a uma legislação repressora sob as desculpas de guardar o clima do planeta e para quem – governos municipais e estaduais, produtores rurais, comunidades tradicionais e povos indígenas da região amazônica – nada se oferece como contrapartida desse precioso e crucial serviço ambiental. A regulação da Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD +), que converte a redução em créditos de carbono, virou sonífero bovino em que ninguém mais põe expectativa. Além de Paris, Pacto Federativo, Credenciamento do governo brasileiro para incluir 2/3 de seu território nos acordos climáticos, o Fórum vai pautar a Ferrovia Transoceânica, recente objeto de um mega acordo comercial com a China. As questões vitais de infraestrutura imediata, regional, a devolução das verbas de P&D, da TSA, os vetos do PPB, a BR-319… isso já é uma outra estória, antiga e sem H.

Esta Coluna é publicada às quartas, quintas e sextas-feiras, de responsabilidade do CIEAM.
Editor responsável: Alfredo MR Lopes. [email protected]

 

Notícias relacionadas

Os justos e os gentios da Companhia de Jesus

Bioeconomia já é o mais novo polo da ZFM, diz Idesam

Amazônia e os green bonds da fotossíntese

Capacidade de troca da floresta com a atmosfera: o que isso tem a ver com a ZFM

Gestão dos recursos da ZFM: protagonismo e a lei

Assuntos Coluna Follow Up
Valmir Lima 23 de julho de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Follow Up

Indicadores do dever cumprido

9 de novembro de 2016
Follow Up

Vergueiro e a nova matriz econômica

21 de julho de 2016

CBA: pesquisa, desenvolvimento e mercado

4 de maio de 2016

A defesa (?) da Amazônia

15 de abril de 2016

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?