O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Alfredo Lopes

CBA, a boa (?) notícia

23 de junho de 2015 Alfredo Lopes
Compartilhar

Restou insensato, sintomático e deselegante – entre os interessados na querela – o caminho escolhido pelo ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, para, oficialmente, desengatar o nó do Centro de Biotecnologia da Amazônia. No Diário Oficial da União na última sexta-feira, ainda sem CNPJ, a boa notícia prometida na Comissão dos Assuntos Econômicos do Senado, foi passar a  bola para o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, através de um Termo de Execução Descentralizada. O objeto dessa proeza  é “estabelecer a atuação conjunta do MDIC, do Inmetro e da Suframa com o objetivo de consolidar o CBA como uma infraestrutura de alta capacitação tecnológica visando o desenvolvimento da Biotecnologia na Amazônia e sobretudo seu apoio à geração de inovação no setor produtivo brasileiro que atua na área de Biotecnologia”. Sabe o que quer dizer isso à luz dos recursos envolvidos e da autarquia messiânica? Nada.

Que maluquice é essa, perguntou o deputado Serafim Corrêa, ao descrever a insensatez da decisão autoritária e descabida, sintoma de um governo que não sabe aonde vai e até onde perdura. É a pá de cal na Suframa, rebateu o deputado Dermilson Chagas, descrente na empreitada.  Uma decisão deselegante, que esconde a grosseria de ignorar os atores e mantenedores locais dessa anomia. O ministro deve desconhecer  a estória do Centro de Biotecnologia da Amazônia e, entre seus assessores ninguém lhe pautou as implicações de um imbróglio que ele acabou de complicar e que, há 13 anos, aguarda elucidação e decolagem. A Missão do Imetro, vale lembrar, é  executar as políticas nacionais de metrologia e da qualidade, cuidar da observância das normas técnicas e legais etc….”. É essa a solução de algibeira que mais uma vez exclui os principais autores e atores  dessa História. O que tem a ver essa Missão com a do CBA? Este Centro de Biotecnologia, com mais de 25 laboratórios em estágio de superação, sem modelo de gestão definido, foi constituído em Manaus, no início do milênio, a partir da clarividente necessidade de instalação de um polo de bioindústria. Este é o mais coerente e emergencial modelo para um bioma que detém 20% do banco genético do planeta, e o mais adequado para estimular estabelecimentos produtivos na região.

Hoje o CBA não se atrela a essa obviedade e sim a descrédito,  uma moeda podre a ser refundida e repensado inclusive em sua nomenclatura. A sigla está associada à inépcia, amadorismo, voluntarismo e ao velho e desgastado jogo político eleitoreiro. Coube ao setor produtivo pagar a conta dessa brincadeira, onde já foram investidos mais de R$ 120 milhões das Taxas recolhidas para a Suframa, bem como as de Pesquisa & Desenvolvimento. Com a palavra a Suframa que se desmantela pelas tabelas. A decisão, portanto, de retomar essa promissora iniciativa transformada em anomalia institucional, remete à presença obrigatória das entidades que representam os mantenedores da investida, e padece de um debate mais amplo – em nome do estatuto constitucional e do bom senso – que inclua a recuperação da autonomia da Suframa e a aplicação, na Amazônia Ocidental dos recursos aqui gerados por suas taxas de serviços, para pesquisa e desenvolvimento como manda a Lei. Como credenciar e conferir credibilidade para o CBA – perguntar não ofende – uma estrutura de pesquisa focada em resultados na perspectiva do desenvolvimento oco, sem partilha, planos ou perspectivas e vínculos com a demanda local que precisa recuperar os recursos confiscados,  aqui recolhidos para interiorizar a economia através de novas matrizes econômicas. Hoje o Estado, com uma economia que encolhe assustadoramente desde agosto, acordou para a necessidade de fomentar essas matrizes, muitas delas já em andamento, com o fomento de micro e pequenas empresas feito pela Agência de Fomento do Amazonas, Afeam , que trabalha com 10% apenas do montante pago pela indústria para interiorizar o Desenvolvimento, senhor Ministro! Por que não perguntar, também, ao Estado sua expectativa e proposição? Há dois anos, 35 instituições de P&D, empresas e entidades, através de ofício, propuseram a transferência do CBA para a Embrapa, um orgulho nacional, com quase meio século na gestão de bionegócios e agronegócio. Propuseram na mesma data, nesse contexto dos novos caminhos, a revisão dos critérios das verbas de P&D. Tanto a sugestão, como a proposição, jamais tiveram resposta e isso precisa ser retomado, cobrado e esclarecido, para gerar boas notícias de verdade em nome do interesse geral. Que tal?


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Greve afeta produção em fábricas e acesso de crianças a creches

Braga propõe medidas para acelerar investimentos e reduzir custos na Zona Franca

Mais investimento e empregos: Suframa analisa 25 projetos em Manaus

Polo Industrial de Manaus fatura R$ 121,8 bilhões e mantém ritmo de produção

Vantagem fiscal da ZFM é impulso para produtos da bioeconomia

Assuntos Afeam, CBA, desenvolvimento, Inmetro, matrizes econômicas, MDIC, suframa
Valmir Lima 23 de junho de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Micro-ônibus do transporte especial de trabalhadores parados na zona leste de Manaus: greve afetou indústrias e creches (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Greve afeta produção em fábricas e acesso de crianças a creches

20 de agosto de 2026
Eduardo Braga e Marcio Elias Rosa
Economia

Braga propõe medidas para acelerar investimentos e reduzir custos na Zona Franca

18 de agosto de 2026
Suframa
Economia

Mais investimento e empregos: Suframa analisa 25 projetos em Manaus

12 de agosto de 2026
Indústrias da Zona Franca de Manaus (Foto: Divulgação/Suframa)
Economia

Polo Industrial de Manaus fatura R$ 121,8 bilhões e mantém ritmo de produção

7 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?