O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Por obra com prazo de 4 meses feita em 3 anos, ex-secretários terão que devolver R$ 2,6 milhões

26 de fevereiro de 2021 Política
Compartilhar
Waldívia Alencar foi secretária de infraestrutura em três governos no Amazonas (Foto: Alfredo Fernandes/Secom)
Waldívia Alencar foi secretária de infraestrutura em três governos no Amazonas (Foto: Alfredo Fernandes/Secom)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – A ex-secretária de Infraestrutura Waldívia Alencar e o ex-secretário Roberto Honda de Souza terão que devolver R$ 2,6 milhões aos cofres públicos do Governo do Amazonas por irregularidades em contrato da Seinfra (Secretaria Estadual de Infraestrutura) para recuperação das ruas em Codajás (a 239 quilômetros de Manaus). A determinação judicial inclui a Construtora Ponctual Corporation.

A decisão foi proferida na quinta-feira, 25, pela juíza Etelvina Lobo Braga, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Manaus, em resposta a uma ação civil de improbidade administrativa movida pelo MP-AM (Ministério Público do Estado do Amazonas).

A denúncia envolve o Contrato nº 036/2009, na gestão do ex-governador e atual senador Eduardo Braga (MDB).

Etelvina Braga também aplicou aos ex-secretários multa correspondente a dez vezes o valor da remuneração individual recebida por eles à época dos fatos, com juros, e os condenou à perda da função pública e suspensão dos direitos políticos por cinco anos.

A juíza proibiu a Construtora Ponctual de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de cinco anos.

De acordo com a denúncia do MP, as obras foram parcialmente executadas, apresentaram “diversos vícios técnicos” e o Governo do Amazonas realizou 13 aditivos ao Contrato nº 036/2009, sem legítimo fundamento, ocasionando uma demora excessiva para o encerramento dos serviços.

O MP afirmou que a obra, planejada para ocorrer em 120 dias, terminou após três anos.

Os promotores de Justiça sustentaram que a demora na execução dos trabalhos “comprometeu o tempo hábil, os dispêndios para conclusão e a própria qualidade do serviço, que se mostrou deficiente”.

Ao contestar a denúncia, os ex-secretários alegaram que não tiveram como não atrasar, pois a situação climática e índice pluviométrico da região prejudicou a conclusão dos trabalhos em Codajás.

A juíza discordou das alegações de Waldívia Alencar e Roberto Souza. Braga disse que qualquer gestor público “deve atentar-se para as peculiaridades do local em que desempenha o seu trabalho”.

“O clima quente e úmido, o excesso de chuvas em determinados períodos do ano e a escassez em outros são características inerentes à situação da região amazônica, sendo no mínimo irrazoável considerar o tempo prolongado para a conclusão da obra como justificativa para a ocorrência de tantos termos aditivos”, disse Etelvina Braga.

Waldívia Alencar também contestou a idoneidade da testemunha, o engenheiro Glaupércio Castelo Branco, e sustentou que não poderia ser responsabilizada por erros de outros servidores da Seinfra. Ela justificou que não recebeu informações consistentes para verificar irregularidades.

A ex-secretária alegou ainda que a demora da obra teve justificativa e que erros de gestão eventualmente ocorridos “não ensejam responsabilização por improbidade”. Alencar apontou ausência de prejuízos e pediu o arquivamento da denúncia.

Roberto de Souza sustentou que não havia nos autos elementos que demonstrem a responsabilidade dele e que não houve dano ao erário.

A magistrada afirmou que os ex-secretários tinham a responsabilidade de avaliar a regularidade e qualidade das obras que haviam sido feitas durante as gestões deles, mesmo que elas tivessem começado antes. Se constatassem irregularidades, segundo Braga, eles deveriam ter denunciado, mas não o fizeram.

Em relação a Construtora Ponctual, Etelvina Braga afirmou que a empresa deixou de desempenhar o trabalho com qualidade. Ela diz que as provas apresentadas pelo MP “deixam evidente o problema que os materiais empregados pela construtora deixaram no âmbito do município de Codajás”.

Procurada pela reportagem, a advogada Vanessa Alencar da Silva, que representa Waldívia Alencar, disse que não havia tomado conhecimento da decisão e que não iria se manifestar.

A advogada Maria Iracema Pedrosa, que representa Roberto Honda de Souza, não atendeu às ligações.

A reportagem não conseguiu contato com a empresa citada na matéria.

Leia a decisão:

https://issuu.com/amazonasatual/docs/walivia

Notícias relacionadas

Ao receber Lula, Roberto Cidade diz que Amazonas está acima de disputa ideológica

Lula atribui parte dos problemas do país a escolhas mal feitas nas eleições

‘Lula veio a Manaus para trabalhar e não andar de moto e jet-ski’, diz Omar

CNJ aprova contracheque único para magistrados e proíbe folha com penduricalhos

Fachin defende contracheque único no Judiciário para combater penduricalhos

Assuntos irregularidades, Justiça do Amazonas, manchete, Seinfra, Waldívia Alencar
Felipe Campinas 26 de fevereiro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Lula atribui parte dos problemas do país a escolhas mal feitas nas eleições

26 de maio de 2026
Omar Aziz, David Almeida, Maria do Carmo Seffair e Roberto Cidade
Política

Pesquisa Ipen/G6 mostra Omar na liderança e David, Maria do Carmo e Cidade empatados tecnicamente

26 de maio de 2026
Lula e Magda Chambriard
Economia

Lula anuncia investimentos de R$ 2,8 bilhões da Petrobras no Amazonas

25 de maio de 2026
Presidente da Câmara Hugo Motta e Lula
Política

Lula e Motta acertam transição na PEC da 6×1 para redução de 2h de jornada em 2026 e 2h em 2027

25 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?