O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Alcolumbre encerra mandato como ‘pacificador’, mas sem renovar o Senado

1 de fevereiro de 2021 Política
Compartilhar
Davi Alcolumbre saiu da condição de desconhecido para político poderoso (Foto: Marcos Brandão/Senado Federal)
Por Renato Machado, da Folhapress

BRASÍLIA – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), encerra nesta semana seu período de comando da Casa, quando passou de um parlamentar relativamente desconhecido a um político poderoso, que se mostrou bom articulador e ganhou respeito de governo e oposição.

Por outro lado, é criticado por não encarnar a “renovação” que sua candidatura instigou, há dois anos. E também teve uma posição em relação ao Palácio do Planalto que dividiu opiniões: para alguns se mostrou um “pacificador”, enquanto senadores mais críticos preferem expressões como “office boy de luxo” de Jair Bolsonaro (sem partido).

Alcolumbre foi eleito em fevereiro de 2019, revertendo o favoritismo de Renan Calheiros (MDB-AL), que queria se tornar presidente pela quinta vez. A eleição para a presidência do Senado tornou-se então um embate entre a nova e a velha política.

Os dois anos da presidência de Alcolumbre coincidem com o início da gestão Bolsonaro, período de turbulência institucional e da pandemia do novo coronavírus. Enquanto o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se tornou um crítico frequente do presidente, Alcolumbre foi mais reservado.

As poucas manifestações que bateram de frente com o Planalto se deram no início da pandemia, quando considerou “grave” o pronunciamento de Bolsonaro em que atacou as medidas de isolamento social. Também divulgou nota afirmando ser “inconsequente” promover aglomerações, após a participação do presidente em manifestação.

“Se ele fosse ficar com um balde de gasolina, iria acabar incendiando tudo. Então ele foi um pacificador”, afirmou Otto Alencar (PSD-BA), líder da bancada no Senado.

Crítico mais feroz do presidente da Casa, o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), por sua vez, disse que a posição de Alcolumbre frente ao Palácio do Planalto foi de submissão, comprometendo a independência do Senado. “Ele (Alcolumbre” foi aceitando tudo. A relação dele com o presidente era só falar ‘sim’, era um office boy de luxo”, afirmou Kajuru.

Alcolumbre defende sua atuação, afirmando que respeita as críticas, embora ressalte que trabalhou com “altivez, respeito, independência e equilíbrio entre os Poderes da República”, segundo nota de sua assessoria de imprensa.

Se a relação com o Planalto divide opiniões, Alcolumbre conseguiu criar reputação dentro do Senado, construindo alianças com situação e oposição. Prova disso é a articulação para a candidatura de seu apadrinhado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que reuniu no mesmo bloco dez bancadas, colocando no mesmo lado o presidente Bolsonaro e o PT.

Senadores próximos ressaltam sua habilidade política para “construir pontes”. “O presidente atendeu pautas de interesse do governo e da oposição. Para nós, foi positiva a possibilidade de ter pautas de interesse dos trabalhadores”, afirmou o líder do PT, senador Rogério Carvalho (PT-SE), apontado como próximo a Alcolumbre.

O petista citou como exemplos as medidas provisórias que tramitaram durante a pandemia, como a que resultou na redução da jornada de trabalho e cancelamento de contratos, para evitar mais demissões. Outros senadores, por outro lado, afirmam que a popularidade de Alcoumbre se deve ao aumento de privilégios. “Ele conseguiu aumentar ainda mais os privilégios dessa capitania, aumentou os gastos, as contratações”, afirmou Kajuru.

Lasier Martins (Podemos-RS) também citou a distribuição de emendas de relator, usada para ampliar o seu leque de alianças e rachar algumas bancadas oposicionistas. O parlamentar destacou emendas obtidas para estados e municípios, que não foram divididas com todos os senadores. “Houve uma seleção discriminatória. E dessa forma ele estava pavimentando o caminho para a sua recondução, se não fosse o STF (Supremo Tribunal Federal)”, afirmou.

O senador se referiu à decisão do Supremo, em dezembro, que barrou a reeleição dos presidentes das Casas Legislativas em uma mesma legislatura. Alcolumbre considerava como certa a possibilidade de disputar a reeleição. Lasier Martins é integrante do grupo Muda Senado, que se mostrou fundamental para a eleição do senador amapaense, mas depois afirmou ter sido traído.

O grupo defende pautas anticorrupção, como a condenação em segunda instância, a instauração de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) e a abertura de processo de impeachment contra ministros do STF.

O grupo afirmou que perdeu espaço no diálogo com a presidência do Senado, vendo sua pauta ser preterida. Alcolumbre também não abriu nenhuma CPI e, no último mês de sua gestão, arquivou 38 petições para impeachment de autoridades do Judiciário, a maior parte delas de ministros do STF.

Em outra crítica, o presidente é acusado de blindar Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), no caso das “rachadinhas”. O Conselho de Ética não abriu processo contra o filho 01 de Bolsonaro, assim como não o fez contra Chico Rodrigues (DEM-RR), então vice-líder do governo no Senado, flagrado com dinheiro em sua cueca.

Alcolumbre, por outro lado, é exaltado por dar procedimento aos trabalhos legislativos durante a pandemia do novo coronavírus, adotando o sistema remoto de sessões.

Os aliados lembram a aprovação rápida de medidas de enfrentamento à pandemia ou para estimular a economia, como o orçamento de guerra, auxílio emergencial aos trabalhadores informais e a liberação de recursos para vacinas contra a Covid-19.

Por outro lado, não houve o funcionamento das comissões e, portanto, Alcolumbre ganhou “superpoderes”, levando matérias direto para a votação em plenário, escolhendo os relatores de sua preferência. De saída da presidência do Senado, Alcolumbre vinha afirmando que queria ser vice-presidente da Casa, mas as articulações para atrair o MDB envolvem esse posto.

Se continuar na Casa, deve ficar então com a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Outra possibilidade é se tornar ministro do governo, no Desenvolvimento Regional ou na Secretaria de Governo.

Notícias relacionadas

PF indicia Vorcaro e ex-presidente do BRB por crimes financeiros

Omar discute ações emergenciais para a saúde do Amazonas com ministro

Allan Campêlo chama PM de ‘covarde, frouxo e cagão’ e o desafia para briga

Nunes Marques dá 10 dias para PGR se manifestar sobre revisão criminal de Bolsonaro

Postos do AM terão que identificar quem compra combustível em galão

Assuntos Davi Alcolumbre, Senado
Cleber Oliveira 1 de fevereiro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Presidente Lula com Hugo Motta (esquerda) e Davi Alcolumbre: sem ideologia (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Política

Lula diz a Motta e Alcolumbre que PT vai apoiar reeleição deles na Câmara e Senado

27 de outubro de 2026
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre
Política

‘Não há o que se contestar’, diz presidente do Senado sobre vitória de Lula

26 de outubro de 2026
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre
Política

‘O Brasil espera de todos nós responsabilidade’, diz presidente do Congresso

25 de outubro de 2026
Líder do governo, Teresa Leitão diz que negociou com relator para aprovar PEC sem emendas (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Política

Governo Lula busca aprovar PEC da Segurança Pública sem emendas

15 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?