O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

A cada 3 brasileiros, 2 acham que desemprego vai aumentar, diz pesquisa

17 de novembro de 2020 Economia
Compartilhar
Número de desempregados no Brasil é de 2,9 milhões de pessoas (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
A cada 3 brasileiros, 2 acham que desemprego vai aumentar, diz pesquisa (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Da Folhapress

BRASÍLIA – A pandemia aumentou o pessimismo do brasileiro em relação à economia do país e elevou o temor em relação ao mercado de trabalho. Hoje, 2 em cada 3 brasileiros têm expectativa de aumento do desemprego para os próximos meses.

Os dados são da pesquisa “Perspectivas 2020: Expectativa dos Brasileiros com o Cenário Político & Social”, realizada pela Acrefi (Associação nacional das instituições de crédito, financiamento e investimento) e pela Kantar. Segundo o levantamento, 67% dos entrevistados afirmam temer uma alta do desemprego. Em outubro de 2019, esse percentual era de 55%. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas das classes A, B, C e D em todo o país entre os dias 2 e 16 de outubro pela internet.

De acordo com o estudo, apenas 18% dos brasileiros afirmam estar tranquilos em relação ao atual emprego ou fonte de renda. Para 59%, o cenário é de atenção ou preocupação, enquanto 23% afirmam estar Segundo o IBGE, a taxa de desemprego chegou a 14,4% no trimestre encerrado em agosto. O IBGE só considera desempregados aqueles que procuraram emprego no período do levantamento. Se uma pessoa está sem trabalho, mas não procurou uma vaga por receio da Covid-19, por exemplo, não é computado como desempregado.

O resultado da Acrefi-Kantar está em linha com o que alguns analistas avaliam, considerando como desempregados também aqueles que não procuraram uma vaga, mas que gostariam de trabalhar.

O pessimismo com a economia também aumentou, segundo a pesquisa. O percentual de entrevistados que consideram a situação econômica do Brasil boa hoje caiu de 14%, em outubro de 2019, para 9%, enquanto a fatia dos que consideram a situação péssima aumentou de 15% para 19%. Outros 32% consideram a situação ruim (contra 31% no ano passado), e 37%, regular (contra 38%). O percentual dos que dizem que a situação é ótima caiu de 3% para 2%.

Para um terço dos entrevistados, o crescimento do país vai piorar, contra 32% que acham que vai melhorar. É a primeira vez desde 2017 que há mais pessimistas que otimistas nesse critério. Eram 30% e 43% há um ano, respectivamente.

Mudança de hábitos A incerteza em relação ao emprego e o cenário predominantemente pessimista em relação à economia têm levado brasileiros a reverem hábitos de consumo. A despesa com turismo foi a mais impactada. O percentual de pessoas que relataram ter gasto com viagens nos últimos seis meses caiu de 33% para 13% em um ano.

Os gastos com lazer caíram 81% entre 2019 e 2020, segundo o levantamento, e os com transporte, 67%. Os gastos com vestuário também despencaram na comparação com a pesquisa anterior (queda de 63%). Na outra ponta, a pesquisa identificou que cresceram os gastos com alimentação (47%) e saúde (29%).

A redução no consumo também foi registrada na compra de itens como smartphones, eletrodomésticos e móveis, apesar do auxílio emergencial e programas de concessão de crédito para empresas promovidos pelo governo. Só o percentual de entrevistados que afirmam ter comprado smartphones caiu de 57% para 40%. A despesa com educação se manteve estável.

A busca por material de construção durante a pandemia -muitas famílias aproveitaram para reformar a casa ou mesmo comprar uma nova residência, além da procura de investidores por negócios imobiliários- fez com que a consultoria passasse a acompanhar a categoria, até então fora do levantamento. Segundo o estudo, 27% dos entrevistados relataram ter comprado esse tipo de produto nos últimos seis meses.

Entre os que estão dispostos a se endividar, 41% dizem pretender financiar imóveis. No entanto, 37% acreditam que a capacidade de adquirir um imóvel irá piorar -aumento de 7 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.

Apesar do interesse por imóveis, na média geral o brasileiro também está menos disposto a assumir novas dívidas. Segundo a pesquisa, o percentual de entrevistados que pretendem fazer um financiamento em 2021 caiu de 45% para 37% em um ano. O interesse em financiamento de automóveis, que costuma ser mais alto do que o em imóveis, caiu de 56% para 43%.

“Historicamente, o carro sempre teve 50% ou mais de interesse, agora o carro se iguala a imóveis”, afirma Silvia Quintanilha, vice-presidente de atendimento e insights da Kantar.
A pesquisa mostra que, em 2019, 38% dos entrevistados acreditavam que a oferta de crédito para a população iria melhorar no ano seguinte, e 24%, piorar. Os números praticamente se inverteram. Agora, 37% acreditam que a oferta irá piorar, e 29% acham que vai melhorar.

A pesquisa perguntou de que forma o entrevistado irá se comportar com a vida financeira daqui para frente. Dois terços (66%) responderam que irão poupar mais, e 40% afirmam que buscarão novas alternativas de investimentos para economias pessoais.

A maioria dos entrevistados (58%) afirmou que não tem contas em atraso, percentual praticamente estável ao do ano passado. Para Luís Eduardo da Costa Carvalho, presidente da Acrefi, o dado surpreende, porque havia no mercado a perspectiva de retomada mais demorada.

“Todos acreditavam que o cenário de retomada se alongaria, mas começou a acontecer um movimento de reversão, de tração. Isso até surpreendeu, positivamente, o mercado financeiro”, afirma Carvalho.

BENEFÍCIOS

A pesquisa questionou ainda quem recebeu benefícios governamentais durante a pandemia. Segundo o levantamento, 48% disseram ter sido beneficiados por algum repasse. Desses, 87% afirmam ter recebido auxílio emergencial.

Com a pandemia, os brasileiros passaram a priorizar mais a saúde. Para 28% dos entrevistados, essa deve ser a prioridade do presidente da República, maior valor da série histórica.

Empatados em segundo lugar na lista de prioridades vêm os gastos com educação e oferta de emprego/reforma trabalhista (ambos com 14%). Houve queda na comparação com a pesquisa feita em 2019, quando esses temas eram prioritários para 19% e 17%, respectivamente.

Houve queda também no percentual de brasileiros que consideram segurança prioridade, de 9% para 3%. Reforma da Previdência, feita em novembro do ano passado, também caiu, de 6% para 1%.

Notícias relacionadas

Remuneração de servidores da Casa Civil é de até R$ 20,1 mil com novo PCCR

Professor prometia kimonos e vagas em torneios para estuprar alunas, diz delegada

Saiba quais cartórios vão emitir nova CIN a partir do dia 13 em Manaus

EUA fazem audiência para discutir tarifa de 25% sobre produtos do Brasil

Passagens aéreas registram aumento de 11,2% em maio

Assuntos Acrefi, desemprego, destaque
Redação 17 de novembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Governo do Amazonas quer transferir aposetados de regime (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Remuneração de servidores da Casa Civil é de até R$ 20,1 mil com novo PCCR

6 de julho de 2026
A delegada responsável pelo caso, Mayara Magna, destacou a gravidade de conversas encontradas (Foto: Divulgação/PCAM)
Polícia

Professor prometia kimonos e vagas em torneios para estuprar alunas, diz delegada

6 de julho de 2026
Nova Carteira de Identidade Nacional tem número único, que é o CPF (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Saiba quais cartórios vão emitir nova CIN a partir do dia 13 em Manaus

6 de julho de 2026
Significa também dizer que negros recebem por hora 40% a menos que os brancos (Foto: Divulgação/TSE)
Dia a Dia

Maioria das vítimas da letalidade policial é negra e jovem; no AM todos eram homens

5 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?