O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Negócios

Empresa resseguradora tem prejuízo de R$ 685 milhões no segundo semestre

31 de agosto de 2020 Negócios
Compartilhar
IRB Brasil
IRB perde R$ 685 milhões no segundo trimestre e conclui aumento de capital (Foto: Reprodução/YouTube)
Da Folhapress

RIO DE JANEIRO – Com pressão dos impactos da pandemia do novo coronavírus, a resseguradora IRB Brasil Re fechou o segundo trimestre com prejuízo de R$ 685 milhões. Tentando se reconstruir após a descoberta de um esquema de fraudes na gestão anterior, a companhia anunciou também a conclusão de aumento de capital de R$ 2,3 bilhões.

A divulgação do balanço nesta segunda, 31, fez as ações da resseguradora caírem na bolsa de São Paulo, chegando a perda superior a 7% durante a manhã. Por volta de meio dia, a queda estava em torno de 3,7%.

Segundo a empresa, o prejuízo foi provocado pelo impacto da desvalorização cambial em seus negócios no exterior e por efeitos relacionados à Covid-19, como pedidos de antecipação de pagamentos por seus clientes e revisões de relatórios de regulações de sinistros também pelos clientes.

A desvalorização cambial elevou em 8% o valor dos prêmios emitidos pelo IRB no segundo trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando a empresa teve lucro de R$ 397 milhões.

Em junho, após investigação sobre manipulação de dados pela diretoria anterior, o IRB decidiu republicar seus balanços de 2018 e 2019, reduzindo os lucros divulgados anteriormente. Em 2019, o ganho foi cortado em R$ 550 milhões.

Na ocasião, o novo comando da empresa reconheceu manipulações contábeis que haviam sido denunciadas no fim de 2019 pela corretora Squadra, em relatório que detonou uma crise de credibilidade sobre a situação financeira da seguradora e derrubou seu valor em bolsa.

O esquema, que envolveu o pagamento de R$ 60 milhões em bônus por desempenho irregulares, foi denunciado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), à Susep (Superintendência de Seguros Privados) e ao Ministério Público Federal.

Em entrevista nesta segunda, o presidente do IRB, Antônio Cássio dos Santos, disse que a empresa pode pedir na Justiça ressarcimento dos prejuízos, caso as fraudes sejam comprovadas pelos órgãos competentes.

Santos assumiu logo após a demissão do comando anterior. Ele diz que a companhia está em meio a um processo de reconstrução e que os sistemas de controle hoje já são “suficientes” para evitar que fraudes semelhantes voltem a acontecer.

As irregularidades contábeis levaram a Susep a abrir uma fiscalização sobre a companhia, que identificou insuficiência de liquidez regulatória, um parâmetro que garante que a empresa tenha ativos suficientes para cobrir todos os sinistros de seus contratos.

Santos disse que, com o aumento de capital, a insuficiência caiu de R$ 3,3 bilhões para cerca de R$ 1 bilhão. A expectativa da empresa é zerar o número até o fim do ano. “A gente está muito tranquilo e seguro”, afirmou.

A operação de aumento de capital terá a emissão de 331,8 milhões de novas ações, com a adesão de mais de cem mil acionistas, entre investidores tradicionais e de varejo, segundo informou a companhia.

Santos frisou que a seguradora colocou em prática ainda um plano de revisão de portfólio, com o objetivo de focar nos contratos mais rentáveis. Um estudo interno mostrou que três das maiores contas da empresa representaram prejuízo de R$ 568 milhões desde o início de 2018. “Não queremos mais essas contas na companhia”, afirmou o executivo.

Notícias relacionadas

Nubank diz que erro gerou mensagens sobre fechamento do banco

Latam vai pagar bônus de R$ 160 mil para pilotos do Embraer E195-E2

Manaus sedia feira de negócios da região Norte de 9 a 11 deste mês

Petrobras cresce 16% e atinge lucro de R$ 6,2 bilhões em 3 meses

Nubank anuncia que tem 6 milhões de empresas como clientes

Assuntos IRB Brasil Resseguros
Redação 31 de agosto de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Economia

Com estimativa de obter R$ 3,7 bilhões, governo autoriza venda de empresa de seguros

3 de junho de 2019

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?