O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Auxílio e FGTS emergenciais salvaram consumo e vendas durante pandemia

24 de julho de 2020 Economia
Compartilhar
Liberação emergencial do FGTS ajudou a conter queda do consumo (José Cruz/Agência Brasil)
Da Folhapress

SÃO PAULO – As medidas do governo para segurar a queda na renda durante a pandemia devem atenuar a contração no consumo das famílias brasileiras, que ainda assim irá alcançar patamares recordes neste ano, superiores a 7%.

Sem o pagamento de auxílios a trabalhadores formais e informais, além da liberação do saque emergencial do FGTS, essa queda poderia chegar a quase 10%.

O alcance dos programas tem contribuído para melhorar as expectativas para a economia neste ano, mas há divergências sobre o que acontecerá após o fim, por exemplo, do auxílio emergencial a partir de setembro. O Banco Central tem apontado que o impacto dessas medidas pode reduzir o espaço para novos cortes da taxa básica de juros, atualmente em 2,25% ao ano.

O Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) estima que a massa ampliada de rendimentos (que inclui, além de rendimentos do trabalho, benefícios de proteção social e previdenciários) registraria uma queda real de 5,7% em 2020 caso não houvesse uma política de compensação de renda.

Incluindo as transferências (auxílio emergencial, programa anti-desemprego e saques do FGTS), haverá crescimento real de 2%. Com isso, a projeção de queda no consumo das famílias, principal componente do PIB, da instituição passou de 9,7% para 7,1%.

A equipe do economista Carlos Kawall, ex-secretário do Tesouro e diretor do ASA Investments, estima um impacto um pouco menor dos auxílios, atenuando a queda do consumo de 9,4% para 7,6%.

O Ibre revisou a estimativa de queda do PIB (Produto Interno Bruto) de 2020 de 6,4% para 5,5%, devido principalmente ao impacto dos auxílios sobre a renda e ao desempenho menos pior que o esperado para o mercado de trabalho. Também contribuíram resultados não tão ruins do comércio e setor de transportes, ambos por conta do maior uso do canal de vendas online.

“Essas medidas estão mais do que compensando a queda na renda do trabalho. O cenário para o consumo das famílias, que é muito importante para a saída da recessão, melhorou”, afirma a pesquisadora do Ibre/FGV Luana Miranda.

“Desde a saída da crise de 2016 o consumo vem crescendo acima do PIB, sendo o principal motor do crescimento. Só que neste ano deve haver uma queda mais intensa do consumo do que do próprio PIB”, diz Luana.

O economista Carlos Kawall afirma que o programa de auxílio para informais foi fundamental como rede de proteção social, mas aponta uma série de limitações que reduzem seu impacto sobre a economia. Ele aponta que o programa foi desenhado para proteger o trabalhador informal. Isso deixa de fora segmentos importantes como microempreendedores individuais, microempresários, donos de pequenos comércios, que não são elegíveis ou para quem, em alguns casos, os R$ 600 não fariam tanta diferença.

Regionalmente, o auxílio tem participação maior na renda e no PIB do Norte e Nordeste. Em outras regiões, como Sul e Sudeste, não haverá recomposição total da renda perdida com a pandemia.

“Esse benefício emergencial não vai gerar emprego adicional e demanda adicional de uma forma substancial para os setores perdedores nessa crise, como os serviços. Não adianta você simplesmente olhar a massa agregada de rendimentos, com queda da massa salarial e complementação via benefícios, e dizer que o valor era igual ao que era antes. É desigual”, diz Kawall. Segundo ele, uns estão com renda acima do que tinham anteriormente, e outros estão até eventualmente sem renda.

“O auxílio está sendo fundamental para a proteção social, precisava ser feito algo com essas características. Mas é uma ilusão achar que é ele que vai gerar a recuperação da economia. Não acho que a melhor solução seja manter esse programa, independentemente do custo”, afirma o economista, para quem isso não impede um redesenho dos programas sociais do governo.
O ASA Investments projeta queda do PIB de 5,8% neste ano, desempenho também superior ao consumo das famílias.

Notícias relacionadas

Governo entra na disputa por negócio bilionário do mercado espacial

Estudo sobre terras raras identifica reservas minerais na Amazônia

Conab e BNDES divulgam resultado de chamada para o Amazônia Viva

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

Governo lança Desenrola MEI para renegociar R$ 12,4 bilhões em dívidas

Assuntos auxílio emergencial, consumo, FGTS
Cleber Oliveira 24 de julho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Pistolas foram aprendidas com o suspeito (Foto: Erlon Rodrigues/PC-AM)
Política

Comissão da Câmara aprova projeto que libera FGTS para compra de armas

29 de junho de 2026
Economia

Copa deve movimentar R$ 61 bilhões em compras, projeta SPC Brasil

22 de junho de 2026
FGTS
Economia

FGTS tem R$ 10,3 milhões reservados para pagar dívidas

16 de junho de 2026
FGTS
Economia

Procuradoria da Fazenda vai cobrar R$ 66,8 bilhões em dívidas do FGTS

1 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?