O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Ensino superior privado tem inadimplência de 23,9% em maio

29 de junho de 2020 Economia
Compartilhar
O percentual de inadimplência nas instituições de grande porte ficou em 23,4% (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Da Agência Brasil

BRASÍLIA – A taxa de inadimplência no ensino superior privado no Brasil ficou em 23,9% em maio, percentual 51,7% maior que o registrado no mesmo período de 2019. As mensalidades em atraso referentes aos cursos presenciais tiveram aumento ainda maior no período (55,1%), e as de cursos de ensino a distância (EAD) subiram 8,6%.

O percentual de inadimplência nas instituições de grande porte ficou em 23,4% e nas instituições de pequeno ou médio porte, em 24,2% no mesmo período. Na comparação com abril deste ano, houve queda de 9,1/% na inadimplência. Houve queda tanto na modalidade presencial 11,4% quanto no EAD 7,9%.

Os dados fazem parte da 3ª Pesquisa Cenário Econômico das Instituições de Ensino Superior Privadas e foram divulgados hoje (29), pelo Semesp, entidade que representa as universidades privadas no país. Segundo o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato, que é economista, os dados refletem duas das consequências da pandemia de covid-19: aumento do número de desempregados e queda na renda dos trabalhadores.

“Com relação à queda de maio ante abril, muitos alunos que estavam inadimplentes renegociaram, não necessariamente pagaram, mas parcelaram para pagar no segundo semestre ou depois de formados. Outro aspecto é que vários alunos tinham brecado o pagamento por conta do choque inicial da pandemia, pensando que iam perder renda, emprego, teriam suspensão do contrato de trabalho, ou que não haveria aula. Com o passar do tempo, e as coisas entrando minimamente em uma normalidade, aulas acontecendo, e vendo que a renda vai se manter, eles retomaram o pagamento”, explicou Capelato.

A pesquisa mostra também que houve aumento de 14,2% no número de alunos que desistiram ou trancaram a matrícula no mês de maio. No caso dos cursos presenciais, a evasão aumentou 14,3%. Já nos cursos EAD, a taxa de evasão caiu 2,4%. Quanto ao porte das instituições, a taxa de evasão entre os alunos das pequenas ou médias foi de 4,1%. Nas universidades de porte grande, a taxa subiu 9,9%. Na comparação com abril, o aumento foi de 31,3%. Cerca de 3,6% dos alunos deixaram o curso em maio perante os 2,8% do mês de abril. A maior taxa de evasão foi sentida pelos alunos da modalidade EAD.

“O nosso receio é na virada do semestre. Como o contrato no ensino superior é semestral, o aluno terá que se rematricular, e aí vários podem considerar que as aulas presenciais não serão retomadas neste ano, o que pode levá-los a trancar as matrículas para retomar no ano que vem. Por isso, nessa virada do semestre, podemos ter um aumento da evasão mais significativo”, afirmou Capelato.

O diretor executivo do Semesp destacou que maio é um mês que normalmente tem índice de evasão maior que o de abril, o que não quer dizer que o aumento registrado neste ano seja apenas culpa da pandemia. “A maioria dos estudantes não quer perder o investimento, e vemos que o movimento este ano concentra-se nos alunos do primeiro semestre, que começaram as aulas em março e, 15 dias depois, tiveram as aulas presenciais suspensas.”

Demissão de professores

Capelato ressaltou que a inadimplência, a evasão e a captação de novos alunos são fatores que influenciam na sustentabilidade das instituições, o que pode interferir na capacidade de as universidades manterem seu corpo docente integralmente. Segundo o economista, uma norma estabelecida no acordo coletivo dos profissionais impede que haja demissões depois de iniciado o semestre, de forma a ser uma garantia para o professor.

Na semana passada, a Universidade Nove de Julho (Uninove) demitiu cerca de 300 professores, de acordo com dados do sindicato da categoria. Capelato disse não ter dúvidas de que a motivação para as demissões é o cenário pessimista enxergado pelas universidades privadas e estima que as dispensas devem, inclusive aumentar entre hoje e amanhã.

“Neste momento, a norma está fazendo com que as instituições, diante do cenário que se espera ser muito ruim, tenham que se antecipar e demitir. Por isso, houve o problema na Uninove, e os alunos reclamaram que as demissões foram no período de aula. Ou a universidade faz a demissão agora, ou entra no segundo semestre tendo que manter os professores com ociosidade, e número de professores maior do que o número de turmas, e aí ela não vai aguentar porque não vai ter receita para isso”, afirmou.

Para Capelato, deve haver ainda um encolhimento da estrutura das universidades, porque o sistema de aulas online implantado emergencialmente pode se mesclar com o de aulas presenciais, deixando essa estrutura física ociosa. “No modelo das aulas remotas, a faculdade continua com o professor com a mesma carga horária, dando aula remotamente. É possível combinar as aulas do presencial com aulas remotas. O aluno não precisa mais ir todos os dias para a faculdade. Não haverá mais essa necessidade.”

Segundo o representante do Semesp, com o planejamento adequado, é possível ainda aumentar o número de estudantes, reduzir o valor das mensalidades e ter mais capacidade para atender os alunos quando eles estiverem nos campi. “Isso pode inclusive implicar a volta da contratação de professores. Quando a universidade voltar a registrar crescimento no número de alunos, volta a crescer o número de professores. Esse modelo não é como o EAD, que tem as aulas prontas disponíveis. O professor continua interagindo com os alunos”, disse.

Notícias relacionadas

Governo entra na disputa por negócio bilionário do mercado espacial

Estudo sobre terras raras identifica reservas minerais na Amazônia

Conab e BNDES divulgam resultado de chamada para o Amazônia Viva

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

Governo lança Desenrola MEI para renegociar R$ 12,4 bilhões em dívidas

Assuntos Ensino Superior, mensalidade em atraso
Redação 29 de junho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O resultado individual do Sisu 2026 foi divulgado no dia 29 de janeiro (Foto: Divulgação/MEC)
Dia a Dia

Interessados no Sisu+ podem consultar vagas disponíveis por cursos

9 de junho de 2026
Enem 2026
Dia a Dia

Inscrições para o Enem 2026 começam nesta segunda-feira; veja mudanças

25 de maio de 2026
O prazo coA renegociação está disponível para estudantes que firmaram contratos até 2017 (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Serviços

Pré-selecionados no Fies tem até segunda-feira (11) para validar informações

8 de maio de 2026
Entrada da Universidade Federal do Amazonas no bairro Coroado, zona Leste de Manaus (Foto: Divulgação/Ufam)
Dia a Dia

Ufam cria comissão com professores e alunos para discutir cotas para pessoas trans

27 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?