O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Brasil tem deflação de 0,38% em maio, diz IBGE

10 de junho de 2020 Economia
Compartilhar
Inflação produtos (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
A inflação dos alimentos para consumo em domicílio disparou em março e abril, quando bateu 2,24% (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Da Folhapress

RIO DE JANEIRO – Com menor pressão dos preços dos alimentos e forte recuo nos combustíveis, o Brasil teve deflação de 0,38% em maio, o resultado mais baixo para o mês desde que a inflação começou a ser calculada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 1980.

No ano, o país tem deflação de 0,16%. No acumulado de 12 meses, o índice é de 1,88%, bem abaixo do piso da meta estabelecida pelo governo para 2020, de 4%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Em abril, o índice já havia apresentado forte deflação, de 0,31%, nível só visto em 1998. Naquele mês, porém, os preços dos alimentos ainda pressionavam a inflação, diante da maior demanda de produtos após o início da pandemia.

Com as restrições à circulação de pessoas para frear a contaminação pelo novo coronavírus, a inflação dos alimentos para consumo em domicílio disparou em março e abril, quando bateu 2,24%. Em maio, a variação desses produtos caiu para 0,33%.

Os preços de itens como cenoura (-14,95%) e as frutas (-2,1%), que haviam subido em abril, recuaram em maio. A inflação do grupo Alimentação e Bebidas, que havia avançado 1,79% em abril, recuou para 0,24% em maio.

“É normal que os alimentos tenham uma alta no início do ano, especialmente nos primeiros três meses, por conta das questões climáticas que prejudicam as lavouras”, diz o gerente da pesquisa do IBGE, Pedro Kislanov.

A principal influência sobre o IPCA do mês, porém, continuou sendo o preço dos combustíveis, também impactado pela pandemia, que derrubou as cotações internacionais do petróleo. Em maio, segundo o IBGE, a gasolina ficou 4,53% mais barata, o diesel caiu 6,44% e o etanol recuou 5,96%.

O cenário deve ser diferente em junho, quando os postos começam a repassar ao consumidor reajustes promovidos pela Petrobras nos preços da gasolina e do diesel – foram cinco aumentos no primeiro e dois no segundo desde o início de maio.

Já com possíveis impactos da desvalorização cambial, o Artigos de residência apresentou a maior variação positiva do mês, com alta de 0,58%. Nesse grupo, aumentaram de preços os artigos de TV, som e informática (4,57%) e eletrodomésticos e equipamentos (1,98%).

Economistas ouvidos pelo Banco Central para a elaboração do Boletim Focus reduziram na semana passada suas projeções para a inflação de 2020, de 1,55% para 1,53%. Para 2021, a expectativa é que o indicador feche o ano em 3,1%.

Notícias relacionadas

STF exclui ISS da base do PIS/Cofins e alivia o setor de serviços

Lula sanciona lei que institui perdão de dívidas para microempreendedores

Nova subestação de energia atenderá zonas norte e oeste de Manaus

Empreendedor individual: governo explica perdão de dívida

Frete no Brasil sobe 0,57% em setembro ante agosto com alta do diesel

Assuntos Covid-19, deflação, IBGE, inflação, pandemia
Redação 10 de junho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Crianças vulneráveis; estudo identifica fragilidades de grupos sociais de jovens no país (Foto: Ministério do Trabalho/Divulgação)
Dia a Dia

Norte tem maior taxa de crianças e adolescentes no trabalho infantil

16 de outubro de 2026
Criança com saco em busca de alimentos: insegurança alimentar (Foto: Marcelo Casal Jr/ABr)
Dia a Dia

Pesquisa identifica 525 mil crianças e adolescentes em trabalho de risco

16 de outubro de 2026
Dia a Dia

IBGE identifica redução do trabalho infantil entre beneficiados do Bolsa Família

16 de outubro de 2026
Trabalho infantil envolve 1,8 milhão de jovens (Foto: Ministério do Trabalho/Divulgação)
Dia a Dia

Número de crianças em trabalho infantil é o menor desde 2016

16 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?