O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Dólar caro significa preços altos no médio prazo, diz analista

16 de março de 2015 Economia
Compartilhar

SÃO PAULO – A crise política prejudica a formação de boas perspectivas para a inflação no longo prazo, ainda que de forma indireta. A quebra de confiança quanto à governabilidade na gestão Dilma 2 acentua a depreciação do Real em relação ao dólar. E dólar mais caro significa preços mais altos no médio prazo. “Ainda que hoje há menos repasse do câmbio para a inflação, o dólar valorizado traz impactos para o IPCA”, afirma o economista-chefe da Porto Seguro Investimentos, José Pena.

Só nos últimos sete dias, o dólar subiu quase 7% em relação à moeda brasileira. No ano, a alta já é de quase 18%. “A dinâmica de câmbio gera um risco de revisões adicionais nas projeções do IPCA”, afirma Rodrigo Alves de Melo, economista-chefe da Icatu Vanguarda, uma das cinco instituições que mais acertam as previsões para inflação no curto prazo, segundo o Banco Central (BC).

O risco à ancoragem das expectativas com crise política e com dólar caro ocorre em um momento de melhora nas projeções. De janeiro até agora, o relatório de mercado Focus, divulgado pelo Banco Central semanalmente, mostra uma queda na mediana das projeções do IPCA do ano que vem de 5,70% para 5,51%.

Ainda que tênue, a redução nas taxas para 2016 indicam um início de reversão da criticada desancoragem das expectativas. Iniciada em 2012, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) persistia na redução da taxa de juros sob críticas de analistas, a desancoragem correspondeu à escalada nas projeções do IPCA para o médio e longo prazos. Em janeiro de 2012, a mediana das projeções indicava um IPCA de 4,11% em 2016. A taxa foi crescendo até chegar nos 5,70% do início deste ano. “(Em 2012), o BC surpreendeu ao ser muito agressivo no ciclo de queda dos juros, o que comprometeu a credibilidade com a meta de inflação e a formação de expectativas em um ambiente fiscal muito ruim”, diz Melo, da Icatu Vanguarda.

Na avaliação de Melo e da economista do banco Brasil Plural, Priscilla Burity, um dos motivos para essa possível volta da ancoragem de expectativas foi a credibilidade emprestada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e pelo pacote fiscal para a melhora das contas públicas. O governo e, inclusive, a própria presidente Dilma Rousseff demonstram disposição em organizar as contas públicas ainda que isso “signifique alguns sacrifícios temporários”, como disse a presidente no domingo.

Outro motivo apontado por Priscilla foi o choque de reajuste nos preços administrados. “(O ajuste fiscal e o choque tarifário em 2015) são dois motivos técnicos que geram um impacto nas projeções para 2016”, diz a economista do Brasil Plural, uma das cinco instituições que mais acertam nas previsões de longo prazo segundo o Banco Central (BC).

A aparente inércia do governo quanto à evolução do câmbio neste ano também favorece essa visão mais positiva no longo prazo. “Se alguém me falasse há seis meses que o câmbio estaria no patamar de R$ 3 hoje, eu diria que as autoridades tratariam de estar mais ativas para reduzir isso (a depreciação do Real)”, diz. E uma maior intervenção do governo no mercado de câmbio, argumenta Priscilla, altera a taxa de forma imediata, mas não anula a necessidade de ajuste no médio prazo. Ou seja, intervenção gera a piora das previsões para o médio e longo prazo.

A ancoragem das expectativas é, segundo economistas, uma atribuição da autoridade monetária e uma variável essencial para o próprio comportamento dos preços. Quando entende que a inflação não estará baixa no médio e longo prazo, o empresariado trata de ajustar seus preços e contratos imaginando o que será mais adequado com as condições futuras. Esse comportamento gera uma pressão inflacionária que, por consequência, impacta as expectativas de mercado. Ou seja, é um ciclo vicioso. “É importante que a autoridade monetária cuide das expectativas de mercado, e é uma atribuição dentro do contexto do sistema de metas de inflação”, afirma o professor de economia da Universidade Mackenzie, Pedro Raffy Vartanian.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

Notícias relacionadas

Servidores do Amazonas receberão 2ª parcela do 13º em 12 e 13 de novembro

Governo libera R$ 5,2 bilhões para reforçar assistência social e saúde

Feirão oferecerá 2 mil vagas de emprego em 25 empresas em Manaus

‘Mercosul-Europa’ pode expandir zonas francas, afirma embaixador

Ex-ministra diz que é possível rever gastos que não fazem mais sentido

Assuntos desvalorização, Dólar, inflação, Real
Valmir Lima 16 de março de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

teto de gastos
Economia

Prévia da inflação de outubro é 0,32%, menos da metade que a de setembro

23 de outubro de 2026
Biscoitos em supermercado: Brasil exportou R$ US$ 71,8 milhões (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Economia

Lula reconhece ‘custo de vida caro’, mas exalta menor inflação em 4 anos

16 de setembro de 2026
Alimentos e inflação
Economia

Preço de alimentos recua, e inflação oficial de junho fica em 0,16%

10 de julho de 2026
Dólares
Economia

China amplia acordos na África para não depender do dólar

7 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?