O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

No Brasil, 1,1 mil já morreram de coronavírus e infectados passam de 20 mil

12 de abril de 2020 Dia a Dia
Compartilhar

Por Natália Cancian, da Folhapress

BRASÍLIA-DF – O Brasil já registra 1.124 mortes pelo novo coronavírus , segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesse sábado, 11, com 68 novas mortes nas últimas 24 horas – incremento de 6%. Na sexta, 10, o país passou a marca das mil mortes – e, o mundo, das mais de 100 mil mortes.

O Brasil também ultrapassou os 20 mil casos confirmados de Covid-19. São, ao todo, 20.727. No dia anterior, eram 19.638, um avanço de 6%. O ministério, porém, tem informado que o número real de casos tende a ser maior, já que só pacientes internados em hospitais fazem testes e há casos represados à espera de confirmação.

Reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que equipes de atenção básica em várias cidades e estados afirmam que a subnotificação ao Ministério da Saúde de casos suspeitos tem sido gigantesca. Atualmente, o estado de São Paulo é o que lidera em número de casos, com 8.419 confirmações. Em seguida, vêm Rio de Janeiro (2.607), Ceará (1.582) e Amazonas (1.050).

São Paulo tem também o maior número de mortes, com 560 já confirmadas. Entre os estados, apenas o Tocantins não teve óbitos registrados até o momento.

Apesar do alto volume de registros, o ministério tem afirmado que o país ainda está em uma fase inicial da epidemia pelo novo coronavírus. Ao comparar a curva da epidemia em diferentes países, Gabbardo disse que o Brasil ainda “está muito bem” para o momento dado o cenário de outros locais, mas que é difícil fazer previsões de como ficará o cenário daqui para frente.

Dados do ministério mostram que alguns estados já apresentam transição para uma segunda etapa, quando há uma “aceleração descontrolada” de casos. A situação ocorre no Amazonas, no Amapá, no Distrito Federal, em São Paulo, no Ceará e no Rio de Janeiro, por exemplo.

Neles, o coeficiente de incidência, indicador que compara o total de casos pela população, já é 50% acima da taxa nacional, de 98 casos a cada 1 milhão de habitantes. Em Amazonas, por exemplo, a taxa é de 250 casos a cada 1 milhão de habitantes. “Estamos considerando que esse é um índice de maior atenção, de emergência”, afirma o secretário de vigilância em saúde, Wanderson Oliveira.

Para ele, os dados indicam que medidas de distanciamento social devem ser mantidas nestes locais. “Há uma preocupação principalmente em Manaus do relaxamento [do afastamento] nesses locais. Manaus, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro são locais onde não podemos relaxar ainda nessas ações”, afirma.

Questionado sobre o momento de aplicação no país de medidas de lockdown, quando há bloqueio total de atividades e circulação em determinados locais, Oliveira diz ainda não é o momento de pensar nessa etapa. “O momento não é de pensar em lockdown, mas de lavar as mãos com frequência, evitar sair de casa se estiver doente e manter distanciamento social”.

Apesar disso, ele diz que a medida não é descartada e que a análise de ações deve ser feita pelos gestores locais, com base em parâmetros como ocupação de leitos e equipamentos de proteção, por exemplo. Na sexta, o aumento recente da ocupação de leitos hospitalares levou o Ministério da Saúde a iniciar uma distribuição de 60 respiradores para três capitais: Fortaleza, Manaus e Macapá.

A situação em Manaus já é descrita por membros do governo local e federal como a mais próxima de um colapso no sistema de saúde. Um dos fatores para isso é o fato de que região vive uma sobreposição de epidemias, com casos de gripe e outros vírus respiratórios junto com o coronavírus.

“A realidade de Manaus talvez seja a mais próxima de uma realidade de medida mais incisiva caso a população não aderir às recomendações locais”, disse, ao ser questionado se a cidade teria mais chances de ter um lockdown.

Diante do risco, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse nesse sábado que o governo pretende instalar um hospital de campanha na cidade. A unidade deverá ser a segunda do país. Um primeiro hospital está em obras em Águas Lindas (GO), a 57 km de Brasília. Mandetta, no entanto, não quis dar prazo para a obra em Manaus. Já a previsão de entrega da unidade goiana é de duas semanas.

Balanço do ministério divulgado neste sábado mostra ainda que idosos e pessoas com doenças crônicas continuam sendo as maiores vítimas do coronavírus. Um perfil das mortes tabulado com base em 944 das 1.124 mortes registradas aponta que 74% dos que morreram tinham ao menor um fator de risco.

Em pessoas acima de 60 anos, os predominantes foram cardiopatias e diabetes. Já entre aqueles abaixo dessa faixa etária, chamam a atenção os índices de asma e obesidade.

Na sexta, 10, o ministério divulgou, pela primeira vez, os dados de internações e mortes pelo novo coronavírus separados por variáveis de cor/raça. Os números mostram que, até o momento, das internações confirmadas por Covid-19, 74% foram de pessoas brancas, 18,9% pardas, 4,2% pretas, 2,8% amarelas e 0,2% de indígenas.

O padrão, porém, muda quando observados os dados de mortes. Neste caso, a taxa de brancos cai para 64,5%, enquanto entre pessoas pardas o índice sobe para 28,5%.

Para Oliveira, os dados retratam que o início da epidemia foi concentrado em classes mais altas da população. “Esse dado demonstra que ainda não chegamos às camadas mais vulneráveis”, afirma. Segundo ele, esse cenário tende a mudar, daí a necessidade de investir em ações para aumentar o atendimento na rede de saúde.

Notícias relacionadas

Inmet alerta sobre chuva intensa em cidades do Norte e Nordeste

Empresária é presa por torturar trabalhadora doméstica

IBGE prorroga inscrição para processo seletivo com 246 vagas no Amazonas

Governo coleta opinião de viajantes para criar mapa do turismo pet

Mortes no trânsito têm queda de 33% em junho em Manaus, diz IMMU

Assuntos coronavírus, Ministério da Saúde, mortes por coronavirus
Cleber Oliveira 12 de abril de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Atividade física
Saúde

IBGE vai pesquisar hábitos de vida, acesso e utilização de serviços de saúde

2 de julho de 2026
violencia contra a crianca
Dia a Dia

Denúncias de violência contra crianças e adolescentes crescem 125%

30 de junho de 2026
Destruição em Rio Bonito do Iguaçu no Paraná: BNDES disponibiliza recursos para plano de enfrentamento de desastres (Imagem: YouTube/Reprodução)
Saúde

Ministério da Saúde lança ações para enfrentar efeitos da crise climática

30 de junho de 2026
Os cânceres causados por HPV provocaram cerca de 7,5 mil mortes e 29 mil hospitalizações anuais no Brasil (Foto: Paulo Pinto/ABr)
Dia a Dia

Vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos é prorrogada até dezembro

30 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?