O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

PEC do Fundeb estabelece nova fonte de financiamento do fundo da educação

4 de março de 2020 Política
Compartilhar
Fundeb paga também salários de professores em todo o país (Foto Jonas Pereira/Agência Senado)

Por Paulo Saldaña, da Folhapress

BRASÍLIA-DF – Uma nova versão da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Fundeb deixou mais clara a exigência de a União usar dinheiro novo no incremento previsto para o novo fundo. Outra alteração do texto, entretanto, aliviou o impacto para o governo federal nos investimentos obrigatórios de educação pública.

O Fundeb é o principal mecanismo de financiamento da educação básica e sua vigência termina neste ano. O Congresso discute a matéria e, no último dia 18, foi apresentado na Câmara um texto considerado final.

Na noite de terça-feira, 3, entretanto, uma nova versão veio à tona após negociações com prefeitos e com o governo Jair Bolsonaro. Há expectativa de que o tema volte a ser analisado nesta quarta-feira, 4, na Câmara, mas as chances são consideradas remotas por causa da análise do Congresso sobre o orçamento.

O fundo reúne parcelas de impostos e recebe uma complementação da União para estados e respectivos municípios que não atingem o valor mínimo a ser gasto por aluno definido a cada ano. O complemento federal atual é de 10% – cerca de R$ 15 bilhões no ano.

O relatório da deputada Professora Dorinha (DEM-TO) ampliou esse percentual para 20%, a ser alcançado de forma escalonada, e abriu a possibilidade de que a União inclua no fundo um recurso já destinado à área.

A previsão de incluir o chamado salário-educação no Fundeb causou preocupação em especialistas pelo risco de não garantir a entrada de dinheiro novo na educação. Assim, o percentual da complementação aumentaria, mas a realidade do protagonismo da União no financiamento da educação básica se manteria. 

O salário-educação é uma contribuição empresarial cujo saldo é dividido da seguinte forma: 60% vão direto para municípios e estados e o restante, para o MEC (Ministério da Educação). 

A redação anterior deixava em aberto a possibilidade de incluir no Fundeb também a cota de estados e municípios, que já têm dependência desses recursos. Agora, o texto deixa claro que só a parcela do governo federal poderá ser usada para compôr a complementação. 

O relatório já previa que, caso a União considere essa rubrica no fundo, o MEC continue a arcar com os programas suplementares financiados com o salário-educação (material didático, alimentação escolar, transporte e assistência à saúde).

A Campanha Nacional pelo Direito à Educação divulgou nota técnica baseada em cálculos elaborados pela Fineduca (Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação). Para a entidade, a inclusão desses recursos no Fundeb “resultarão na asfixia orçamentária dos programas suplementares”.

Nessa análise, usar a parte da União do salário-educação faria com que a complementação federal suba para 15%, não 20%. Isso ao considerar que o MEC não assegure os programas citados. Os dados da Fineduca apontam que o salário educação representou R$ 12,9 bilhões destinados à cota estadual e municipal e R$ 8,5 bilhões à cota federal.

Uma outra alteração, que dessa vez representa um alívio para a União, foi o aumento do percentual relacionado à complementação do Fundeb que o governo federal pode considerar no cálculo de investimento obrigatório em educação. 

Pela Constituição, a União é obrigada a aplicar 18% das receitas na manutenção e desenvolvimento do ensino. A versão anterior estipulava que apenas 15% da complementação ao Fundeb poderia entrar nesse cálculo, o que poderia garantir mais recursos para a área.

A nova versão colocou em 30% esse aproveitamento. O percentual é o mesmo do que já é previsto na Constituição atualmente, mas o impacto em outras áreas de investimento, como no ensino superior, pode ser negativo uma vez que a complementação da União será ampliada. 

“O texto vai no sentido de diminuir o grau de pressão sobre o governo federal para o investimento”, diz Daniel Cara, da Campanha, ao ressaltar que a primeira minuta apresentada pela deputada Dorinha ampliava para 40% a complementação.

A nova versão traz ainda um ajuste com relação ao mínimo do Fundeb que deve ser aplicado para o pagamento de professores, reduzindo esse patamar. O texto mantém o piso de 70% do Fundeb para salários, mas retira do cálculo total 2,5 pontos percentuais da complementação destinados a partir da evolução em indicadores.

O governo Bolsonaro defende que a complementação subisse de 10% para 15%. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, ameaçou mandar um texto substitutivo para concorrer com o atual, mas isso já está descartado pela área econômica.

O novo Fundeb altera o modelo de distribuição dos recursos. Hoje, a distribuição da complementação é feita proporcionalmente ao número de alunos matriculados, direcionada a estados e respectivos municípios que não conseguem atingir um valor mínimo por estudante. Agora, é previsto um formato híbrido. Os 10% que já fazem parte do fundo continuarão da mesma forma, com base na realidade de cada estado, o que vale também para os municípios.

Parte dos recursos extras, equivalentes a 7,5 pontos percentuais, serão rateados com base na realidade dos municípios, o que atinge cidades pobres em estados ricos. 

Os outros 2,5 pontos percentuais da complementação serão distribuídos para redes que alcançarem “evolução significativa dos indicadores de atendimento e melhoria da aprendizagem com redução das desigualdades”. Para receber esses recursos, redes devem cumprir “condicionalidades de melhoria de gestão” que serão descritas em lei complementar.

Notícias relacionadas

Deputado quer proibir atletas que jogam fora do Brasil e técnico estrangeiro na seleção

PL de Bolsonaro é o único partido que não quis debater projeto da misoginia, diz deputada

Valdemar afirma que não vai substituir Michelle na presidência do PL Mulher

Dino devolve ao STJ inquérito sobre compra de respiradores pelo ex-governador da Bahia

Senado lança projeto para criar aplicativos de combate à violência contra a mulher

Assuntos Fundeb
Cleber Oliveira 4 de março de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

estudantes
Dia a Dia

Municípios perdem recursos por não reduzirem desigualdades na educação

20 de maio de 2026
Comissão de Constituição e Justiça: análise prioritária para projetos de políticas públi8cas (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)
Política

Comissões do Senado priorizam análise de ações públicas para crianças, educação e segurança

11 de abril de 2026
Governador Wilson Lima
Economia

Governo começa a pagar 2ª parcela do 13º e injeta R$ 1,4 bilhão na economia

11 de dezembro de 2025
Política

Servidores da Educação de Manaus receberão até R$ 6 mil do Fundeb

9 de dezembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?