O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Esquerda dá lugar à direita bolsonarista em motins de policiais militares

21 de fevereiro de 2020 Política
Compartilhar
PMs em quartel de Sobral (CE): motim (Foto: Wellington Macedo/Folhapress)

Por Carolina Linhares, da Folhapress

SÃO PAULO-SP – Pode parecer estranho que a nova direita brasileira, ligada ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), seja simpática a um movimento grevista – a não ser que a greve seja de policiais militares. No embate entre policiais amotinados do Ceará e o senador Cid Gomes (PDT), a tropa bolsonarista condenou a atitude do parlamentar, mas não questionou a desobediência dos PMs, proibidos pela Constituição de fazer greve.

“Estimo melhoras ao senador Cid Gomes, o que não o isenta de ter provocado a reação, em legítima defesa, de pessoas que estão reivindicando melhores salários”, afirmou o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ). Seu irmão, o deputado federal Eduardo (PSL-SP) ajudou a impulsionar a #CidGomesPreso, replicada pelo exército digital bolsonarista.

Nem sempre foi assim. A reivindicação de melhores salários e condições de trabalho, que motiva a maior parte dos motins de policiais, era pauta identificada com a esquerda e seus movimentos sindicais. Não à toa policiais lançados para a política na esteira de greves mais antigas frequentaram siglas esquerdistas.

Antes de concorrer à Presidência em 2018 pelo Patriota, Cabo Daciolo, líder da greve de bombeiros do Rio em 2011, foi eleito deputado pelo PSOL. O Pastor Sargento Isidório, catapultado pela greve de 2001 na Bahia, passou por PT, PSC, PDT e hoje está no Avante.

Para o pesquisador Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a bancada policial se comportava de forma independente de partidos; tinha agenda própria norteada por interesses corporativos.

O casamento com a esquerda era uma aliança tática que mirava essa tradição de movimento sindical e reformas mais profundas. A direita bolsonarista em ascensão, porém, é que tinha convergência ideológica com policiais em busca de melhores condições de trabalho.

“A mudança para o PSL foi um chamado do presidente. Antigamente não tinha um partido que representasse os pensamentos mais à direita”, diz o deputado estadual Capitão Assumção (PSL-ES), que foi do PSB quando passou pela Câmara Federal.

Em 2018, ano seguinte à greve da PM no Espírito Santo que deixou 225 mortos, sete policiais ligados ao movimento se candidataram – quatro pelo PSL, inclusive Assumção. Todos responderam a investigações, cinco chegaram a ser presos e um foi excluído da corporação. O então governador Paulo Hartung (ex-MDB) disse ver “a mão peluda da política” por trás do motim.

Lima vê cooptação das reivindicações de policiais, que considera legítimas, pelo bolsonarismo. “A pauta dos policiais é mal resolvida desde a Constituição de 1988. Eles são proibidos de fazer greves, de se sindicalizar, não têm Justiça do Trabalho. Mas muitos usam as associações [de classe] como trampolim político”.

Pesquisa do professor José Vicente Tavares dos Santos, da UFRGS, analisou 715 greves policiais (52 de PMs), entre 1997 a 2017, para concluir que os grevistas são anistiados na maior parte dos casos. “Com crescimento das bancadas de policiais, temos um cenário preocupante de que Executivo e Judiciário punem os grevistas, mas parlamentares aprovam anistia. E Bolsonaro teve um papel de endosso como parlamentar”, afirma.

O pesquisador diz que a aliança entre bolsonaristas e policiais grevistas têm três dimensões: a reivindicação da classe por melhores salários e condições, a convergência ideológica conservadora e a conjuntura eleitoral. Se policiais alavancam seus votos ao se associarem ao capitão, o presidente, ao inflamar movimentos, enfraquece governadores de oposição alvos das greves.

Para o deputado estadual Sargento Rodrigues (PTB-MG), que se elegeu após a greve de 1997, nem Bolsonaro representa a causa policial. “Se ele tivesse a pauta da polícia, tinha deixado policiais fora da reforma da Previdência, porque é atividade de risco”, diz.

Ele admite, contudo, que há uma identificação com o presidente – “pela formação, defesa das armas, da família, do combate à corrupção com o ministro Sergio Moro” –, enquanto a esquerda “se choca com as ideias que os servidores da segurança pública defendem, por exemplo, por serem a favor de invasão de terra pelo MST”.

Há três anos, antes de a rede bolsonarista se voltar contra Cid Gomes, houve indícios do casamento entre essa nova direita e policiais grevistas na greve do ES. Na ocasião, o modus operandi de mobilização foi o mesmo: vídeos nas redes sociais e no WhatsApp. O próprio Jair Bolsonaro gravou um vídeo à época, afirmando que o movimento não era uma greve.

Notícias relacionadas

STF dá 48h para tribunais explicarem pagamentos acima do limite a juiz

Moraes manda Exército entregar armas de Bolsonaro à Polícia Federal

Homem suspeito de abusar de menina de 12 anos em Manaus é espancado

Renan Bolsonaro anuncia pré-candidatura a deputado federal por Santa Catarina

Cresce número de brasileiros que se declaram de direita, mostra pesquisa Datafolha

Assuntos Ceará, motim, Polícia Militar
Cleber Oliveira 21 de fevereiro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O suspeito foi preso em flagrante e encaminhado à Depca (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Homem suspeito de abusar de menina de 12 anos em Manaus é espancado

6 de julho de 2026
Dia a Dia

PMs apreendem instrumentos em celebração religiosa de matriz africana

29 de junho de 2026
O caso aconteceu no município de Iranduba (situado a 27 km de Manaus) (Foto: Facebook/reprodução)
Polícia

Suspeito é baleado ao tentar tomar arma de policial militar durante abordagem

23 de junho de 2026
PM de São Paulo
Dia a Dia

STF nega pedido de cabos para garantir promoção na Polícia Militar do AM

18 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?