O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia.

Entenda o caso dos brigadistas suspeitos de causar incêndio no Pará

28 de novembro de 2019 Dia a Dia.
Compartilhar
Foto: ONG Brigada De Alter
Da Folhapress

Nesta semana, quatro brigadistas de Alter do Chão (PA) foram presos numa operação que apura a origem dos incêndios que atingiram a região em setembro.

Segundo a polícia, uma investigação de dois meses apontou indícios de que ONGs atuaram como causadoras do incêndio, mas o Ministério Público Federal (MPF) em Santarém (PA) afirmou que brigadistas e ONGs não estavam entre os suspeitos de terem causado incêndios florestais.

Nesta quinta, o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), determinou a troca do delegado que comandava as investigações que levaram à prisão de quatro brigadistas de Alter do Chão, em Santarém. O inquérito é alvo de questionamentos por não conter evidências dos crimes.

Veja perguntas e respostas sobre o caso.

Por que quatro brigadistas foram presos em Alter do Chão (PA) nesta semana?

As prisões aconteceram na terça (26) no âmbito da operação Fogo do Sairé, que apura a origem dos incêndios que atingiram uma área de proteção ambiental em Alter do Chão em setembro deste ano.
De acordo com a Polícia Civil do Pará, uma investigação de dois meses apontou indícios de que ONGs, entre elas a Brigada de Incêndio de Alter do Chão, atuaram como causadoras do incêndio.

O que a Polícia Civil do Pará alega?

Inicialmente responsável pela investigação da Polícia Civil, o delegado José Humberto Melo Júnior afirmou que imagens, depoimentos e interceptações telefônicas apontavam para a participação dos brigadistas no incêndio.

De acordo com Melo Júnior:

1. Uma das provas de que os brigadistas estariam no local no início do incêndio foi um vídeo publicado por eles no YouTube. “Eles publicaram uma imagem de um local onde estão só eles e o fogo está começando”, disse o delegado.

2. O delegado também afirmou que os brigadistas trabalhavam no combate, faziam imagens e as vendiam a organismos internacionais e obtinham lucro daí. Ele afirmou que ONG WWF-Brasil teria comprado fotos dos incêndios por R$ 47 mil. Essas fotos teriam, segundo o delegado, sido usadas para obter doações internacionais, inclusive uma de US$ 500 mil do ator Leonardo DiCaprio.

A WWF-Brasil informou que, ao contrário do que diz o delegado, não adquiriu nenhuma foto ou imagem da Brigada nem recebeu doação de DiCaprio.

3. Ainda de acordo com o delegado, a brigada obteve um financiamento de R$ 300 mil por causa dos incêndios, mas teria declarado publicamente apenas o recebimento de R$ 100 mil. “Estamos querendo saber para onde foi o restante desse dinheiro”, disse Melo Júnior.

Há falhas na investigação? 

Nesta quinta (28), o delegado foi retirado do comando da apuração por ordem do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), “para que tudo seja esclarecido da forma mais rápida e transparente possível”.

“Determinei que houvesse a mudança do presidente do inquérito, e a partir de agora estará presidindo as investigações o delegado Waldir Freire, que é o diretor da polícia especializada em meio ambiente”, afirmou o governador, em mensagem gravada em vídeo.

A reportagem teve acesso a documentos que compõem o inquérito e destacam frases fora de contexto de diálogos dos brigadistas. Em um dos trechos, um deles diz a uma interlocutora: “Mas quando vocês chegarem vai ter bastante fogo, se preparem, nas rotas inclusive”. 

Para a polícia, o diálogo deixa “perceptível referir-se a queimadas orquestradas, uma vez que não é admissível prever, mesmo nessa época do ano, data e local onde ocorrerão incêndios”. A conclusão policial não cita o trecho seguinte da conversa, em que o mesmo suspeito faz previsão semelhante sobre as chuvas.

Os incêndios na região amazônica costumam ocorrer anualmente, com pico cerca de dois meses após o de incêndios em outros estados como Acre, Amazonas e Rondônia. A estação de chuvas também atinge a região cerca de dois meses depois.

O que alega a defesa dos brigadistas?

Em nota, a Brigada de Alter do Chão informou que, desde 2018, tem atuado no apoio ao combate a incêndios florestais, sempre em parceria com o Corpo de Bombeiros.

O advogado Wlandre Leal diz que não há nenhum elemento que sustente um pedido de prisão preventiva: os quatro brigadistas não têm antecedentes criminais e possuem residência fixa e trabalho lícito. 

Sobre os vídeos publicados na plataforma YouTube, a Brigada informa que não teve acesso a tais vídeos, desconhece seu teor e elenca duas hipóteses. 

Uma delas é que as imagens sejam de treinamento de voluntários da Brigada, em que focos de fogo controlados são criados para exercícios práticos. A outra hipótese é de que os vídeos mostrem uma ação conjunta de brigadistas e bombeiros utilizando a tática conhecida como “fogo contra fogo”.

A brigada ainda alega que realizou a devida declaração de doações no final do mês de setembro e doações recebidas após esta data estão ainda sendo consolidadas em relatório.

Há outros suspeitos de terem dado início aos incêndios em setembro?

Uma investigação Ministério Público Federal (MPF) em Santarém (PA) aponta como possíveis responsáveis o assédio de grileiros, a ocupação desordenada da região e a especulação imobiliária.
Segundo o MPF, já estava em andamento na Polícia Federal um inquérito com o mesmo tema. Na investigação, nenhum elemento apontava para a participação de brigadistas ou organizações da sociedade civil.

Notícias relacionadas

Incêndio destrói casa; moradores saíram antes da propagação do fogo

Homem procurado pela Justiça do Pará é preso em Manaus por tráfico de drogas

TJAM condena advogada por tráfico de drogas após absolvição em 1ª instância

Incêndio em caminhão-tanque causa interdição da BR-174 por 4 horas

Incêndio destruiu mais de 20 casas em Manaus; apenas um morador ficou ferido

Assuntos brigadistas, incêndio, Pará
Redação 28 de novembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas foi acionado e combateu o fogo (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Incêndio destrói casa; moradores saíram antes da propagação do fogo

12 de junho de 2026
O suspeito é apontado como membro da alta hierarquia de uma organização criminosa com atuação no estado do Pará (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Homem procurado pela Justiça do Pará é preso em Manaus por tráfico de drogas

10 de junho de 2026
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a principal preocupação da equipe era evitar uma explosão (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Incêndio em caminhão-tanque causa interdição da BR-174 por 4 horas

19 de maio de 2026
Estacas de madeira queimadas: imagem da destruição causada pelo incêndio (Foto: WhatsApp/Divulgação)
Dia a Dia

Incêndio destruiu mais de 20 casas em Manaus; apenas um morador ficou ferido

3 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?