O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Líder feminista vê presidente interina da Bolívia como retrocesso para mulheres

14 de novembro de 2019 Política
Compartilhar
Jeanine Añez
Jeanine Añez se autodeclarou líder interina da Bolívia (Foto: Agencia Boliviana de Información)

Por Sylvia Colombo, da Folhapress

LA PAZ-BOLÍVIA – À frente do coletivo Mujeres Creando, a boliviana María Galindo passou os últimos 13 anos criticando o governo de Evo Morales. Uma das ativistas feministas mais importantes da América Latina, ela acusava o agora ex-presidente de ser sexista, devido a declarações de preconceito contra mulheres, e reclamava da falta de políticas públicas que reduzissem o índice de mortalidade materna da Bolívia – hoje o mais alto da região. Galindo, porém, não comemorou a chegada de uma mulher à Presidência do país.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, em La Paz, a ativista afirma que Jeanine Añez, que se declarou líder interina do país na terça, 12, responde à “explosão de um anseio pelo fascismo e pelo racismo que cresceu na sociedade boliviana durante a gestão de Evo”.

Para Galindo, a autoproclamada presidente, que entrou na sede do governo boliviano com uma Bíblia na mão, “representa o retrocesso em termos de direitos da mulher”.

A ascensão da senadora de oposição, segundo a feminista, foi impulsionada por parte da sociedade boliviana que “sempre alimentou o racismo contra indígenas” e que tem “valores morais muito conservadores, contra os direitos da mulher”.

Esses dois aspectos teriam sido represados durante os anos dos governos de Evo devido à valorização do orgulho indígena, parte essencial do discurso do ex-presidente. “Esses sentimentos agora afloram e se personificam numa mulher pouco culta, de carreira política sem protagonismo mesmo dentro da própria direita, mas com um discurso religioso que tem o poder de esconder o que de fato está por trás desse movimento, que são sentimentos muito negativos, como o preconceito e o sexismo”.

Galindo considera que a religião também é usada para “tirar o foco da política” e opina que o modo correto de encaminhar as decisões após a renúncia de Evo seria convocar comitês plurinacionais, incluir o MAS (Movimento ao Socialismo), partido de Evo, e dar claras mostras de que quer conciliar o país. “Sua chegada ao poder e seus primeiros discursos, entretanto, indicam que ela entra no governo com seus valores e com seu grupo”.

Por outro lado, afirma acreditar que as eleições serão convocadas, mas que, até lá, o panorama social deve seguir muito instável. “Precisamos lembrar que Evo não desaparece da Bolívia só porque não está aqui. Sua presença está em muitas relações de poder, indicações, modos de funcionar do Estado”, diz.

De fato, mesmo do exílio no México, o agora ex-presidente segue à frente dos parlamentares ligados a ele – dois terços da Assembleia – e vem se manifestando com frequência por meio de redes sociais.

Galindo disse que está sendo questionada o tempo todo sobre se houve um golpe de Estado ou não na Bolívia. Em respostas, diz que a discussão é rasa e esconde a complexidade dos processos. “Se é para falar em termos gerais, houve golpe (de Evo) e contragolpe (de Añez), mas nada se explica assim se não examinarmos as características do que gerou essa situação”.

Notícias relacionadas

Presidente do TSE vai propor acordo com big techs para combater desinformação nas eleições

Flávio Bolsonaro omite relação dele e de aliados com Daniel Vorcaro em farta aos EUA

Lula inaugura túnel de transposição de água e diz que obra é sonho de retirantes

Partidos devem explicar critérios de divisão de dinheiro do Fundão, afirma MPF

Para 37,8%, vídeo de Michelle enfraquece muito a candidatura de Flávio Bolsonaro

Assuntos Bolívia, Jeanine Áñez, María Galindo
Cleber Oliveira 14 de novembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Presidente Rodrigo Paz tem poder para usar militares para conter protos na Bolívia (Imagem: Facebook/Reprodução)
Política

Congresso da Bolívia autoriza presidente a declarar estado de exceção para conter protestos

8 de junho de 2026
Esporte

Botafogo jogará nas ‘nuvens’ na estreia da Copa Libertadores

23 de dezembro de 2025
Rodrigo Paz e Christopher Landau
Política

EUA e Bolívia anunciam retomada da relação diplomática após quase duas décadas

9 de novembro de 2025
Brasil foi dominado pela Bolívia, que se classificou para a repescagem das Eliminatórias da Copa (Foto: @rafaelribeirorio/CBF)
Esporte

Brasil ‘renuncia’ ao futebol, joga mal e perde para a Bolívia

9 de setembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?