O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

TJ vê indícios de fraude no caso da falência da Transbrasil

24 de janeiro de 2019 Economia
Compartilhar
Por Rogério Gentile, da Folhapress

SÃO PAULO – O Tribunal de Justiça de São Paulo considera haver indícios de que valores significativos da Transbrasil foram desviados por ocasião da falência da companhia aérea, em 2002.

A fraude teria ocorrido com o objetivo de esconder o patrimônio e evitar que ativos fossem utilizados para o pagamento dos credores. À época, a dívida era estimada em R$ 900 milhões -R$ 2,4 bilhões em valores de hoje.

Os recursos teriam sido desviados por meio de doleiros e empresas offshore para o exterior e escoados para integrantes do grupo Cipriani. À época da falência, o presidente da empresa era Antônio Celso Cipriani.

Em razão da suspeita do que chamou de “práticas nebulosas”, o tribunal decidiu bloquear o patrimônio de empresas do grupo Cipriani, do próprio Antônio Celso Cipriani e de alguns familiares. Segundo a decisão, entre 1997 e 2002, foram desviados, por exemplo, US$ 51 milhões para uma subsidiária da Transbrasil localizada nos EUA sem que tivesse sido esclarecido o motivo.

De acordo com o relator do processo no TJ, o desembargador José Carlos Costa Neto, o bloqueio era necessário para garantir o resultado útil do processo, ou seja, o pagamento das dívidas da falida aos credores, entre os quais trabalhadores da empresa.

O desembargador destacou que a empresa falida não apresentou seus livros contábeis, que teriam sido extraviados. Tais documentos deveriam conter a destinação dos valores e bens da Transbrasil. Para o desembargador, o extravio “alimenta as alegações no sentido de omitir a destinação das vultuosas verbas”.

Para o desembargador Edson Luiz de Queiroz, que também participou da decisão, “a criteriosa investigação indica desvio de valores significativos pertencentes à empresa”. Segundo ele, “não foram apresentadas justificativas plausíveis para as transferências”.

A investigação foi feita pela massa falida da Transbrasil, gerida por um administrador nomeado pela Justiça. Além do repasse para a subsidiária americana, a apuração feita pela massa falida identificou a existência de 559 operações financeiras suspeitas: depósitos em espécie num valor de US$ 2,9 milhões e saques de US$ 5,7 milhões. “O desvio dos ativos da falida se dava por meio de pagamentos para pessoas jurídicas de fachada”, disse a massa falida.

Na defesa apresentada à Justiça, Cipriani afirmou que as operações foram absolutamente normais e cotidianas. Declarou também que as acusações feitas pela massa falida da Transbrasil no processo “são insinuações genéricas, desacompanhadas de qualquer documentação”.

Destacou também que, em 2016, na primeira instância, a juíza Inah de Lemos e Silva Machado, da 19ª Vara Cível Central, não havia concedido o bloqueio por considera que “não havia como presumir a ocorrência de fraude”.

O bloqueio foi decidido pelo TJ em caráter liminar. O grupo Cipriani ainda poderá apresentar contestação. A reportagem não conseguiu localizar seus advogados. A falência da Transbrasil foi decretada em julho de 2011, a pedido da General Electric Capital Corporation, que afirmava não ter recebido o pagamento de uma dívida de US$ 2,6 milhões, referente a aluguéis de aviões e turbinas.

Cipriani assumiu a presidência da Transbrasil em 1988. Ex-investigador do Dops (Departamento de Ordem Política e Social), órgão de repressão da ditadura militar, entrou para a companhia em 1979 para atuar no departamento de auditoria.

O convite foi feito pelo fundador da Transbrasil, Omar Fontana, que o conhecera por indicação do então delegado Romeu Tuma, que chefiava o órgão. Depois, galgou todos os degraus até a presidência.

Notícias relacionadas

Estudo sobre terras raras identifica reservas minerais na Amazônia

Conab e BNDES divulgam resultado de chamada para o Amazônia Viva

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

Governo lança Desenrola MEI para renegociar R$ 12,4 bilhões em dívidas

Consulta ao cashback do IR estará disponível a partir do dia 8

Assuntos fraude, Transbrasil
Redação 24 de janeiro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

TRE-AM mantém cassação de Elan Alencar por fraude à cota de gênero

20 de maio de 2026
Gilmar Mendes
Política

Gilmar Mendes diz que escândalo do Master gera indignação e corrompe reputação das instituições

4 de maio de 2026
Marcionílio Sancho Cambuhy Junior, o Sancho Loko, foi preso nesta sexta (Fotos: Instagram/Reprodução)
Dia a Dia

PM influencer é preso suspeito de tortura, fraude e lesão corporal

10 de abril de 2026
Na ação, os policiais civis estiveram revenda G.A Veículos, no bairro São José (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Polícia apreende 21 veículos no combate à agiotagem e fraude em consórcio

24 de fevereiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?