O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
@zmanchete

Susam tem 31 problemas críticos que ameaçam serviços de saúde pública

3 de janeiro de 2019 @ zmanchete
Compartilhar
Hospital Adriano Jorge terá que implantar plano com urgência, até o fim deste mês (Foto: Secom/Divulgação)
Hospital Adriano Jorge tem maior número de pacientes em fila por cirurgia, com 5.271 pessoas na espera (Foto: Secom/Divulgação)
Da Redação
Banner Desktop Banner Mobile

MANAUS – Contratos irregulares, dívidas de R$ 569 milhões e filas para exame com mais de 91 mil pessoas à espera. Esses são alguns dos 31 problemas encontrados na Susam (Secretaria de Saúde do Amazonas) que constam no relatório da equipe de transição do governador Wilson Lima (PSC), divulgado nessa quarta-feira, 2. O documento, com 811 páginas, também cita problemas considerados críticos em serviços contratados pelas fundações estaduais. A comissão concluiu que a situação ameaça o serviço público de saúde.

O documento mostra que os custos de contratos do Estado estão concentrados em serviços finalísticos, como cooperativas, parcerias público privadas, exames e empresas médicas que prestam serviços de cirurgia cardíaca, procedimentos oftalmológicos e procedimentos renais.

Segundo o relatório, em 2019 a maior parte do orçamento de R$ 2,447 bilhões será consumida com pagamento de pessoal (R$ 699,9 milhões), empresas médicas e de enfermagem (R$ 614,9 milhões) e serviços diversos (R$ 743,5 milhões).

Contratos irregulares

De acordo com o relatório da equipe de transição, nos últimos anos a Susam terceirizou grande parte dos serviços. “Em 15 anos, o Estado passou de 15 cooperativas médicas para mais de 234 empresas ligadas diretamente à execução de serviços de saúde de forma desorganizada”, diz trecho do relatório.

Dos mais de 1.500 serviços terceirizados pela Susam, menos de 500 possuem contratos e mais de 90% dos contratos com equipes terceirizadas não cumprem as metas e indicadores de qualidade.

Isso, segundo o secretário Carlos Almeida Filho, ocorre porque a Susam “não tem controle da execução do seu orçamento, não alimenta adequadamente as bases de dados nacionais e tem uma rede de serviços onerosa com 66 unidades de internação no interior e 57 unidades na capital, considerando suas fundações”.

A Susam tem vínculo com mais de 234 empresas prestando serviços sendo pagas através de TAC (Termo de Ajude de Conta). O relatório aponta o percentual de 51,55% de insumos e medicamentos sem estoque nas unidades hospitalares e na Cema (Central de Medicamentos do Amazonas).

De acordo com o secretário, atualmente a Susam tem um gasto com a folha de pagamento de servidores em todas as unidades em torno de R$ 54 milhões por mês com as categorias profissionais. Somente com as empresas médicas e de enfermagem concentradas na capital o impacto financeiro alcança R$ 52 milhões por mês do orçamento da Susam.

Empresas ineficientes

Dados do SAI/SUS mostram que 92% das empresas contratadas para a realização de procedimentos de saúde não atingem o teto físico estabelecido em suas fichas de programação orçamentária. Isso, conforme o relatório, gera indícios de que os projetos básicos são elaborados sem considerar a demanda do sistema de regulação.

“Consequentemente, o descompasso entre a necessidade constatada no SISREG e a capacitada instalada dos prestadores determina a não execução de 22% do orçamento total da SUSAM. Resumindo, o serviço está contratado, mas os prestadores não atingem suas metas e o orçamento fica bloqueado sem poder contratar novas empresas e a população aguardando nas filas. Outra implicação é que o Estado não atinge suas metas de produtividade e não podendo aumentar seus recursos do Teto MAC (média e alta complexidade)”, diz o relatório.

Tempo de espera

De acordo com o relatório, os serviços com maior demanda no Estado são urologia, gastroenterologia, oftalmologia e ortopedia pediatria. O tempo de espera para cada serviço surpreende. Ortopedia pediatria, por exemplo, tem 6.612 pessoas na fila de espera. Para este serviço, o tempo de espera, segundo o relatório da equipe de transição, é de 430 dias, ou seja, aproximadamente 1 ano e dois meses.

Urologia tem o maior número de pacientes a espera, com 14.624 pacientes, e o tempo de espera é aproximadamente 247 dias. Em situação parecida, está o atendimento para nefrologia, que tem 4.164 pessoas na fila e o tempo de espera para ser atendido pode alcançar 245 dias.

A procura por cirurgia pelo SUS resulta em uma fila com 5.881 pessoas. Desse total, 5.271 estão na Fundação Hospital Adriano Jorge.

Veja a lista dos problemas identificados:

SUSAM, Unidades e Fundações

1. Falta de insumos e medicamentos em todas as Unidades e CEMA (total de itens sem estoque 51,55%);

2. A Sede da Secretaria de Estado encontra-se com estrutura física precária o que prejudica o funcionamento adequado dos setores;

3. A SUSAM mantém setores descentralizados para prédios alugados, dificultando o acesso as informações pelos servidores visto que, a SUSAM não está com suas informações compartilhadas através da internet;

4. Atraso de Relatórios Quadrimestrais e de Gestão nos sistemas de informação do Ministério da Saúde;

5. Atraso no repasse financeiro às Fundações e demais Unidades Gestoras pelo FES, inviabilizando a adequada gestão dos recursos;

6. Parcelamento retroativo de Data-base dos servidores que trará impacto financeiro nos próximos anos;

7. A Secretaria de Saúde não vem cumprindo as progressões o Plano de Cargos Carreiras e Remunerações (PCCR) desestimulando os servidores;

8. Mais de 91 mil pessoas em filas para realização de exames e 92 mil para realização de consultas especializadas (conforme SISREG outubro de 2018);

9. Grande quantidade de profissionais voluntários trabalhando nas unidades de saúde apesar da quantidade elevada de servidores;

10. Dos mais de 1.500 serviços terceirizados prestados à SUSAM menos de 500 possuem contratos;

11. Vínculo com mais de 234 empresas prestando serviços, sendo pagas através de TAC (Termo de Ajuste de Conta);

12. Falta de planejamento financeiro, monitoramento e avaliação de utilização dos recursos das unidades em grande parte motivada pelo atraso no repasse financeiro às Fundações e demais Unidades Gestoras pelo FES, inviabilizando a adequada gestão dos recursos;

13. Falta de integração Estado/Municípios a fim de criar políticas de saúde voltadas a necessidade da população;

14. Falta de sistemas de gerenciamento de contratos e gerenciamento financeiro integrado e de alimentação para monitoramento, avaliação e tomada de decisão on time;

15. Falta de protocolos de atendimento e de encaminhamento entre profissionais e unidades;

16. Serviços de Urgência e Emergência lotados por falta de cobertura de atenção básica;

17. Mais de 90% dos contratos com equipes terceirizadas sem cumprimento das metas e sem indicadores de qualidade;

18. Muitos serviços que poderiam ser realizados pelos servidores com equipamentos já adquiridos pela Secretaria estão sendo efetuados por empresas terceirizadas com custos elevados;

19. Falta de definição de diretrizes, objetivos e metas claras a serem alcançados pelos servidores e terceirizados visando o aperfeiçoamento do SUS e a melhoria da qualidade de vida da população;

20. Demora no pagamento dos fornecedores trazendo a falta de credibilidade da Secretaria;

21. Inadequada implantação e execução da Política Estadual de Educação Permanente;

22. Ineficiência nas ações de controle social pelo Conselho Estadual de Saúde;

23. Falta de apoio técnico, monitoramento e Avaliação da Atenção Primária que é executada pelos Municípios;

24. Falta de co-financiamento da Atenção Básica para os Municípios do Interior;

25. Falta de implementação do Humaniza SUS;

26. Falta de segurança nas Unidades de Saúde;

27. Falta de acompanhamento da execução e prestação de contas dos recursos transferidos fundo a fundo para os municípios através das resoluções da Comissão Intergestores Bipartite (CIBAM);

28. O não atendimento ou o atendimento ineficiente das necessidades da população geram processos judiciais, e administrativos na Defensoria Pública;

29. Grande absenteísmo de usuários com procedimentos marcados via SISREG em razão de três fatores principais: Usuário sem recursos financeiros para custear seu deslocamento até a Unidade Prestadora de Serviços, solicitação equivocada do procedimento (erro do operador do sistema do SISREG) e desatualização do cadastro do usuário no sistema, impedindo a comunicação da marcação do procedimento;

30. Alimentação inadequada dos sistemas de informação de base nacional gerando prejuízo para o estado. Por ex.: procedimentos glosados no SIA/SUS de janeiro a setembro de 2018 levando o Estado a ter um prejuízo equivalente a R$ 11.844.104,46.

31. Apenas 1 UTI aérea servindo ao Estado através de contrato de serviço com valores aparentemente mais altos do que os observados no mercado, quando a demanda dos municípios é maior do que a necessidade contratada, provocando decisões fora da filosofia universal do SUS;

Notícias relacionadas

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

Prefeitos querem mais dinheiro de emendas e tentam barrar pisos salariais

Em 2044, pessoas acima de 50 anos serão 50% do mercado de saúde

Uso de IA na saúde alcança 18% dos estabelecimentos no Brasil

Governo projeta realizar 342 mil cirurgias pelo Opera+ Amazonas em 2026

Assuntos relatório de transição, saúde pública, Susam
Felipe Campinas 3 de janeiro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

23 de maio de 2026
Piso salarial e aposentadoria de agentes comunitários de saúde preocupam os prefeitos. Eles alegam aumento nos gastos com pessoal (Foto: Semsa/Divulgação)
Política

Prefeitos querem mais dinheiro de emendas e tentam barrar pisos salariais

18 de maio de 2026
Em cerca de 20 anos, metade do consumo das famílias brasileiras com produtos e serviços relacionados à saúde será de pessoas com 50 anos ou mais (Foto: Prefeitura de SP/Divulgação)
Saúde

Em 2044, pessoas acima de 50 anos serão 50% do mercado de saúde

15 de maio de 2026
Saúde

Uso de IA na saúde alcança 18% dos estabelecimentos no Brasil

13 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?