O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia.

Governo ignorou pedido de caminhoneiros e criou trapalhada política

26 de maio de 2018 Economia.
Compartilhar
Líderes de caminhoneiros fizeram pedidos ao governo sobre alta no preço do diesel desde o ano passado, mas foram ignorados (Foto: Valter Campanato/ABr)
Líderes de caminhoneiros fizeram pedidos ao governo sobre alta no preço do diesel desde o ano passado, mas foram ignorados (Foto: Valter Campanato/ABr)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – Uma sequência de reclamações ignoradas pelo governo e um acordo costurado de última hora em meio a trapalhadas políticas pararam o Brasil. Desde outubro de 2017 os caminhoneiros têm se queixado ao Planalto, mas, sem dinheiro e com outras preocupações, o governo deixou o tema de lado até que a paralisação começou. Quando a negociação foi iniciada, nesta semana, o governo ofereceu parte dos pedidos, mas o movimento já era maior que os líderes, e o acordo foi ignorado pelas estradas.

Com os preços do combustível ajustados quase diariamente pela Petrobras, que segue a cotação do petróleo no mercado internacional (em alta constante), os mais de 1 milhão de autônomos começaram a sofrer achatamento da renda. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, recebeu a primeira reclamação formal de duas entidades em 5 de outubro. Caminhoneiros dizem que foram ignorados.

Para piorar, a desvalorização do real potencializou o fenômeno. Assim, em 14 de maio, Padilha e o presidente Michel Temer receberam nova carta. Dessa vez, com ameaça: “Caso não tenhamos apoio deste governo federal, uma paralisação será inevitável”. Sem resposta, caminhoneiros convocaram greve para a última segunda-feira, 21.

O movimento começou forte e teve mais de 100 pontos de manifestação naquele dia. O governo reagiu e convocou uma reunião com as principais entidades um dia depois do início do movimento.

No Planalto, a avaliação é que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) falhou ao não prever o alcance da greve, que instalou caos no País. Sob condição de anonimato, fontes criticaram o fato de a agência não ter informado Temer de que o movimento, ao contrário dos anteriores, vinha com tanta força.

A agência não alertou sobre a previsão de desabastecimento. O governo avaliou que o diferencial, neste caso, e que também não foi detectado pela inteligência, foi o apoio dos empresários do setor aos caminhoneiros. O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, refuta que a Abin tenha falhado.

Os mais de dez grupos de caminhoneiros chegaram sem um discurso único. Havia a reclamação comum do diesel, mas muitos traziam pautas distintas. Para o governo, essa pauta sem foco era um sinal de alerta do problema da pulverização dos trabalhadores.

Para tentar mostrar protagonismo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pré-candidato à Presidência, correu e aprovou na Câmara, na quarta-feira, um projeto para zerar a alíquota do PIS/Cofins sobre o diesel, com projeções erradas do custo aos cofres públicos. Maia contrariou Temer e irritou o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).
“Infelizmente, as palavras do presidente Temer estão tendo pouca credibilidade com a sociedade”, disse Maia na sexta-feira sobre o não cumprimento do acordo.
Apesar da dificuldade financeira, o governo conseguiu costurar um pacote de medidas. Não houve dinheiro para reduzir o preço do diesel em até R$ 0,80, como pedido. O governo acenou com a redução de alguns impostos para reduzir o preço, mas muitas das medidas ainda precisam de aprovação do Congresso.
A Petrobras concedeu um desconto de 10% no diesel por 15 dias. O governo ampliou esse prazo por mais 15 dias, e criou uma câmara de compensação para subsidiar o preço até o fim do ano.
Mesmo com governo, Petrobras e Câmara cedendo aos pedidos dos caminhoneiros, eles mantiveram a paralisação e coagiram o Planalto em busca de uma redução ainda maior no preço do diesel.

Notícias relacionadas

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

Mapa facilita coleta de castanha-da-amazônia por extrativistas no AM

Cidade promete construir presídios em pontos estratégicos no interior

Petrobras aumenta preço do querosene de aviação para as distribuidoras

Rotta deixa oficialmente o Avante depois de romper com David Almeida

Assuntos Amazonas, Eliseu Padilha, governo federal, greve de caminhoneiros, Petrobras
Cleber Oliveira 26 de maio de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A seca no Amazonas teve influência do El Niño. Marina do David, na zona oeste de Manaus (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Dia a Dia

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

1 de setembro de 2026
Dia a Dia

Mapa facilita coleta de castanha-da-amazônia por extrativistas no AM

1 de setembro de 2026
Roberto Cidade não detalha em quais municípios os presídios seriam construídos (Foto: Divulgação)
Política

Cidade promete construir presídios em pontos estratégicos no interior

1 de setembro de 2026
Abastecimento de avião: queresone é quase um terço dos custos das companhias aéreas (Foto: iStock/Divulgação)
Economia

Petrobras aumenta preço do querosene de aviação para as distribuidoras

1 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?