O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Droga para Mal de Parkinson apresenta efeitos contra o câncer, diz estudo

29 de setembro de 2017 Dia a Dia
Compartilhar
Pesquisa com carbidopa mostra que medicamento diminui risco de câncer em pacientes com Parkinson  (Foto: Fiocruz/Divulgação)

Do Estadão Conteúdo

TEXAS – Um novo estudo mostra que a carbidopa, uma droga normalmente usada no tratamento da doença de Parkinson, apresenta consideráveis efeitos anticâncer. De acordo com os autores da pesquisa, a descoberta pode ajudar a explicar por que se verifica, entre os pacientes de Parkinson, uma baixa incidência de vários tipos de câncer.

O estudo, publicado nesta sexta-feira, 29, na revista científica ‘Biochemical Journal’, foi liderado por cientistas do Centro de Ciências da Saúde da Universidade de Tecnologia do Texas (Estados Unidos).

De acordo com a autora principal do estudo, Yangzom Bhutia, a descoberta pode abrir caminho para que a carbidopa seja proposta também como um medicamento contra o câncer. Com a droga já no mercado, seria possível queimar etapas dos testes clínicos, passando diretamente à fase da análise de eficácia.

“A carbidopa já é uma droga aprovada pela FDA (agência federal do Departamento de Saúde dos EUA) para o tratamento da doença de Parkinson. Assim, os testes clínicos poderiam ser conduzidos imediatamente para avaliar sua eficácia em humanos como uma droga anticâncer”, disse Yangzom.

Um dos tratamentos para a doença de Parkinson, que não tem cura, consiste na combinação da carbidopa com outra droga chamada levodopa, que age no cérebro para amenizar os sintomas. A carbidopa não atua no cérebro, mas ajuda a levodopa a chegar no sistema nervoso central em maior proporção.

De acordo com Yangzom, vários estudos já apontavam que os pacientes da doença de Parkinson têm uma taxa mais baixa de incidência de diversos tipos de câncer, em comparação à população em geral. Como muitos dos pacientes são tratados com a combinação de levodopa e carbidopa, os cientistas imaginaram que talvez uma dessas drogas pudesse ter propriedades anticâncer.

Alguns cientistas então estudaram a levodopa – que é o componente principal do tratamento para Parkinson – para avaliar se a droga poderia ter propriedades anticâncer, mas nada foi encontrado. As propriedades anticâncer da carbidopa, porém, não haviam sido estudadas até agora.

“É interessante que ninguém tenha suspeitado antes do potencial papel da carbidopa nesse fenômeno. A carbidopa nunca é utilizada por si só como uma droga para tratar nenhuma doença. Mas nossos dados mostram que a própria carbidopa tem efeitos anticâncer. Acreditamos que a incidência reduzida de vários tipos de câncer em pacientes da doença de Parkinson se deve à carbidopa”, disse Yangzom.

São vários os tipos de câncer que têm incidência mais baixa entre pacientes de Parkinson, mas há exceções, como o melanoma – esse tipo de câncer de pele é até mais frequente entre as pessoas que sofrem da doença neurológica.

“Nós postulamos que a incidência aumentada de melanoma entre pacientes de Parkinson está provavelmente ligada à levodopa e não à carbidopa. A levodopa é o precursor para a síntese de melanina, um processo que ocorre exclusivamente nas células da pele que produzem melanina”, afirmou a pesquisadora.

Pâncreas

No novo estudo, os cientistas da universidade americana, em colaboração com equipes do Japão e da Índia, testaram os efeitos da carbidopa em células de câncer do pâncreas humano e também em camundongos. Eles descobriram que a carbidopa inibe consideravelmente o crescimento dos tumores, tanto na cultura de células como nos animais.

Os autores acreditam que a carbidopa provavelmente possui uma gama maior de efeitos anticâncer, mas eles optaram por focar no câncer de pâncreas por causa da baixa taxa de sobrevivência e das alternativas limitadas de tratamento para esse tipo de tumor.

“O câncer de pâncreas é o mais letal de todos os tumores, com uma sinistra taxa de sobrevivência. A carbidopa como um agente anticâncer para o tratamento do tumor pancreático seria algo realmente incrível. Como se trata de uma droga já aprovada pela FDA, propor seu uso para o tratamento de câncer seria uma tremenda economia de dinheiro e de tempo”, afirmou Yangzom.

A dose recomendada de carbidopa para pacientes de Parkinson é de 200 miligramas por dia, mas doses de até 450 miligramas por dia não causam efeitos colaterais. Embora o estudo não tenha sido feito em humanos, a dose de carbidopa dada aos camundongos – e que foi capaz de deter o crescimento do tumor – foi equivalente a uma dose de menos de 400 miligramas por dia em humanos.

Segundo Yangzom, o estudo mostrou que a carbidopa ativa o receptor AhR, uma proteína que tem um papel importante no câncer e que tem sido considerada como um tratamento promissor para tumores da mama, do cólon e do pâncreas. A pesquisadora afirma que isso pode explicar, pelo menos em parte, as propriedades anticâncer da droga.

Carbidopa

Enfermidade neurológica degenerativa, a doença de Parkinson não tem cura e os tratamentos têm a função de amenizar os sintomas. A doença influencia as capacidades motoras, levando o corpo a tremer e a se enrijecer, dificultando a mobilidade. A causa desses sintomas é que o cérebro produz uma quantidade menor que a normal de dopamina, um importante neurotransmissor que leva sinais do cérebro para o corpo.

Mas a própria dopamina não pode ser utilizada como droga, porque ela não é capaz de cruzar a barreira sangue-cérebro, que protege o sistema nervoso central de substâncias tóxicas presentes no sangue. Por isso a estratégia é utilizar como tratamento um dos compostos químicos que formam a dopamina – a droga chamada levodopa – que cruza a barreira até o cérebro e, uma vez lá dentro, converte-se em dopamina, aliviando os sintomas.

O problema é que no máximo 10% da levodopa ingerida chega ao cérebro e o restante se transforma em dopamina em outras partes do corpo – o que resulta em efeitos colaterais como fortes náuseas.

É aí que entra a carbidopa: embora não chegue ao cérebro, essa droga inibe a ação de uma enzima que participa da metabolização da levodopa. Com isso, a levodopa segue para o cérebro sem se transformar em dopamina no meio do caminho – o que alivia os efeitos colaterais.

Notícias relacionadas

PUC-Rio apura denúncia de racismo contra memória de Marielle Franco

Países precisam reduzir emissões em 18% para frear aquecimento global

Homem morre ao levar choque elétrico no telhado de casa

‘Finados’ começou no século 2 e data surgiu com o Dia de todas as almas’

Cemitérios públicos de Manaus estarão abertos de 6h às 18h no Dia de Finados

Assuntos câncer, Mal de Parkinson, Texas
Redação 29 de setembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

planos de saúde
Saúde

Nove medicamentos para tratar câncer serão oferecidos pelo SUS no AM

21 de outubro de 2026
Benito di Paula estava com 84 anos e tratava um câncer (Imagem: Facebook/;Reprodução)
Variedades

Morre Benito di Paula, aos 84 anos, o romântico do samba

18 de outubro de 2026
Atriz Lua Blanco estava em tratamento de câncer (Foto: Instagram/Reprodução)
Variedades

Morre a atriz Lua Blanco, aos 39 anos, a Roberta de Rebelde

18 de outubro de 2026
O remédio Gazyva foi liberado pela Snvisa para pacientes com lúpus
Saúde

Anvisa libera para pacientes com lúpus medicamento que trata câncer

14 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?