O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Governo estuda usar fundo para ampliar acesso à casa própria

5 de março de 2022 Economia
Compartilhar
O FGHab foi criado em 2009, pela mesma lei que lançou o programa habitacional, rebatizado de Casa Verde e Amarela (Foto: Thomaz Silva/Agencia Brasil)
O FGHab foi criado em 2009, pela mesma lei que lançou o programa habitacional, rebatizado de Casa Verde e Amarela (Foto: Thomaz Silva/Agencia Brasil)
Fábio Pupo e Idiana Tomazelli, da Folhapress

BRASÍLIA – O governo Jair Bolsonaro (PL) prepara uma mudança no Fundo Garantidor de Habitação Popular para ampliar o acesso de famílias de baixa renda a linhas de crédito mais baratas para aquisição da casa própria.

Além de uma simplificação de regras, o fundo também deve receber um aporte de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para ter maior poder de fogo na concessão das garantias. O valor ainda está em discussão dentro do governo.

A proposta deve integrar o cardápio de medidas positivas que está sendo preparado pelo Ministério da Economia para lançamento na próxima semana. A expectativa do time do ministro Paulo Guedes é anunciar uma ação por dia.

A sequência de eventos é planejada no momento em que Bolsonaro se mantém na segunda colocação nas pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2022, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O FGHab foi criado em 2009, pela mesma lei que lançou o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida –rebatizado de Casa Verde e Amarela pela atual administração. O fundo garante as operações de financiamento contratadas por mutuários com renda familiar de até R$ 5 mil mensais.

As coberturas atuais incluem a quitação do saldo devedor em caso de morte ou invalidez permanente e despesas de recuperação em caso de danos físicos ao imóvel. O fundo também paga as prestações do imóvel em caso de desemprego ou perda de renda, mas apenas de forma temporária: o beneficiário precisa ressarcir o fundo no futuro, em valores corrigidos por juros.

A avaliação dentro do governo é que o desenho atual do FGHab é pouco eficiente, pois a perda de renda nem sempre é o único motivo para a inadimplência das famílias. Além disso, uma operação que envolva a garantia do fundo demora cerca de 80 dias para ser concluída – quase o triplo do tempo de análise de um financiamento pelo Casa Verde e Amarela.

A ideia em estudo, segundo técnicos do governo, é simplificar as regras do FGHab e permitir que ele entre como garantia para casos gerais de inadimplência. A equipe econômica espera que a mudança, embora sutil, ajude a alavancar empréstimos para as famílias de baixa renda adquirirem a casa própria.

Com o acionamento mais fácil das garantias, a avaliação é que os bancos terão maior apetite em ofertar as linhas de crédito a esse público. Os custos envolvidos também podem diminuir.

Para viabilizar as mudanças, o governo também deve fazer um aporte de recursos no FGHab, que hoje tem um patrimônio líquido de R$ 2,8 bilhões. O valor é considerado tímido para o tamanho do alcance pretendido.

O valor do aporte está em discussão, mas, segundo integrantes do governo, pode ser feito com recursos que hoje compõem o FGTS. Ao recorrer ao dinheiro dos trabalhadores, o governo evita impacto em suas próprias contas. Uma das finalidades do FGTS é o financiamento à casa própria.

O FGHab foi usado como garantia em mais de 1,9 milhão de contratos de empréstimo firmados por meio da Caixa e do Banco do Brasil (até setembro, dados mais recentes disponíveis). O valor contratado passou de R$ 150 bilhões, o que representa uma média de R$ 74 mil por família.

O governo tem estudado medidas ligadas ao crédito para movimentar a economia usando a experiência considerada bem-sucedida dos programas criados durante a pandemia, que emprestaram R$ 63 bilhões para mais de 850 mil empresas.

Sem dinheiro no orçamento, o time de Guedes tem centrado seu poder de fogo em propostas que usem recursos de fundos para alavancar o crédito, minimizando impactos para as contas públicas ao mesmo tempo em que busca uma agenda positiva para o governo.

Guedes já anunciou em conversas com o setor empresarial que o pacote a ser anunciado permitirá a contratação de R$ 100 bilhões em novos empréstimos.

Uma das medidas é a concessão de financiamentos para microempreendedores individuais, micro, pequenas e médias empresas por meio do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) e do Peac (Programa Emergencial de Acesso a Crédito), dois programas lançados no auge da crise provocada pela Covid-19.

O governo vai permitir a manutenção dos recursos aportados nos fundos garantidores desses programas até o fim de 2023, o que viabiliza novas operações sem a necessidade de o Tesouro Nacional injetar mais dinheiro. Hoje, o Pronampe já é permanente, mas está paralisado pelo esgotamento dos recursos disponíveis. Já o Peac foi encerrado no fim de 2020.

O pacote ainda deve ser reforçado pelo Fampe (Fundo de Aval para a Micro e Pequena Empresa), que receberá um aporte de cerca de R$ 600 milhões do Sebrae.

Outra proposta em discussão é o uso de um fundo garantidor de microcrédito para impulsionar pequenos empréstimos para empreendedores e trabalhadores informais. A ideia é usar entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões do FGTS para aportar em fundo com essa finalidade.

Para os trabalhadores, uma das medidas mais esperadas é a liberação de uma nova rodada de saques do FGTS. Como antecipou a Folha, cerca de 40 milhões de trabalhadores poderão resgatar até R$ 1 mil de suas contas. A iniciativa deve injetar até R$ 30 bilhões na economia.

O governo também deve anunciar uma medida voltada a facilitar o comércio exterior. A Economia planeja permitir que as atuais empresas de portos secos do país (terminais de exportação e importação afastados do mar) ganhem uma licença de pelo menos mais 25 anos para continuar a operar.

Várias das mais de 60 unidades existentes hoje estão com prazo expirado ou prestes a expirar. Hoje, a lei exige que esses terminais voltem a passar por licitação.

Conforme mostrou a Folha, o mesmo tipo de medida foi tomada durante o governo Dilma (PT) e chegou a ser investigada por suspeita de ter sido encomendada por uma empresa. Segundo membros do governo, no entanto, a iniciativa não vai favorecer as atuais empresas porque as novas companhias interessadas nos portos secos ganhariam ampla flexibilização para investir.

Notícias relacionadas

No Brasil, 43% dos gastos online são de consumidores sem cartão de crédito

FMI projeta o Brasil como oitava economia do mundo em 2027

Indústria está mais dependente de bancos tradicionais para crédito

Congresso promulga aposentadoria especial para agente de saúde

Petrobras bate recorde de valor de mercado: R$ 800 bilhões

Assuntos casa própria, FGHab, FGTS, financiamento
Redação 5 de março de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

David Almeida propõe até R$ 50 mil para reforma de barcos no Amazonas

16 de setembro de 2026
A lei estabelece que motoristas devem conduzir as pessoas vulneráveis á autoridade policial ou unidade de saúde (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Economia

BNDES financiou 50 mil carros para taxistas e motoristas de app

14 de setembro de 2026
Minha Casa Minha Vida já tem unidades construídas na Rua Raio de Luz, no bairro Lago Azul (Imagem: Google Maps)
Economia

Conselho do FGTS aprova aumento de subsídios para o Minha Casa

11 de setembro de 2026
Economia

Finep financiará até 100% de projetos no Norte, Nordeste e Centro-Oeste

18 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?