O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Mulheres são menos de 10% em conselhos de grandes empresas no Brasil

2 de agosto de 2018 Economia
Compartilhar
Mulheres em congresso sobre liderança feminina: busca por mais espaço na direção das empresas (Foto: Divulgação)
Mulheres em congresso sobre liderança feminina: busca por mais espaço na direção das empresas (Foto: Divulgação)

Do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – A falta de diversidade é o maior desafio nos conselhos de administração das maiores empresas do Brasil, segundo estudo feito pela consultoria SpencerStuart. O levantamento, que compara a realidade das companhias brasileiras a empresas de outros 20 países, mostra que a participação de mulheres como titulares e suplentes de conselhos não chega a 10% no País.

O presidente da SpencerStuart no Brasil, Fernando Carneiro, diz que há iniciativas para promover a diversidade, principalmente de gênero, mas elas são dificultadas pelo predomínio de profissionais de áreas em que a presença feminina é menor, como a financeira, e a exigência de experiência. “Há uma inércia negativa nessa questão da experiência que precisamos superar”, disse o executivo ao Estadão/Broadcast.

O estudo, que analisou 187 empresas listadas em Bolsa, mostrou que a presença de mulheres nos conselhos de administração aumentou 15% em 2017, em relação ao ano anterior. Apesar disso, o País tem apenas dez mulheres presidentes de conselho e a participação feminina – 9,4% – é equivalente a menos da metade da média internacional, de 24,1%.

No quesito nacionalidade, o levantamento revela que apenas um terço das empresas tem estrangeiros nessas vagas. Eles representam 8,3% do total de conselheiros no País e 14% dos novos indicados no ano passado. Em outros países, a média é de 27%. “A próxima discussão é a diversidade étnica. Nesse ponto, o Brasil também tem muito a melhorar”, diz Carneiro.

A mudança de hábitos, porém, encontra obstáculos. Segundo a copresidente da organização Women Corporate Directors (WCD), Leila Loria, a meta é que todos os recrutadores assumam o compromisso de incluir ao menos uma mulher entre os indicados. Embora as companhias não sejam mais explícitas em relação a preconceitos, Leila diz que elas “recebem uma lista, só escolhem homens e não sabem verbalizar razões”.

Mentores

Para superar essas barreiras, o WCD e o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) desenvolveram um programa de monitoria para conselheiras, que já está na terceira turma. Alguns dos principais conselheiros do País, como Pedro Passos, Raul Calfat e Fábio Barbosa, dedicam seu tempo para preparar as 27 selecionadas entre 127 inscritas.

O interesse foi grande: na última seleção, foi preciso abrir vagas extras. “Escolhemos homens como monitores de propósito. Queremos que eles sejam agentes de mudança”, conta a copresidente da WCD.

Notícias relacionadas

Associação de rádio e TV pede ao STF a suspensão da MP que proíbe as bets

Produção de petróleo e gás no Brasil foi 2,6% maior em agosto

Petrobras aumenta preço do querosene de aviação em R$ 0,66 por litro

Microempreendedor pode renegociar dívida pelo Desenrola MEI

Usuário do Pix pode pedir ao banco valor maior para pagamento

Assuntos SpencerStuart
Cleber Oliveira 2 de agosto de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?