Sinteam segue Asprom, recusa proposta da Seduc e mantém greve de professores

Em assembleia na tarde desta segunda-feira, 2, professores filiados ao Sinteam mantiveram greve na rede estadual de ensino (Foto: ATUAL)

Em assembleia na tarde desta segunda-feira, 2, professores filiados ao Sinteam mantiveram greve na rede estadual de ensino (Foto: ATUAL)

Por Lúcio Pinheiro, da Redação

MANAUS – Em assembleia coordenada pelo Sinteam (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas) na tarde desta segunda-feira, 2, os professores rejeitaram a contraproposta de reajuste salarial do Governo do Amazonas e decidiram seguir em greve. Pela manhã, parte dos servidores filiados à Asprom Sindical (Associação dos Professores e Pedagogos do Amazonas) também decidiram recusar a proposta e manter a paralisação. Pelo menos 60 municípios estão sem aula em todo o Estado, informa o sindicato.

Na semana passada, o governo propôs aumento salarial de 14,57%, com pagamento de 4,57% este mês e o restante escalonado em 1% até dezembro. A categoria quer 35%. “Não aceitamos a contraproposta do governo e vamos voltar para a mesa de negociação”, disse o presidente do Sinteam, Marcus Libório.

Os trabalhadores filiados ao Sinteam estão em greve desde o dia 26 de março e têm como pauta de reivindicação a retomada do Plano de Saúde, o pagamento do vale-transporte integral sem o desconto de 6%, reajuste no auxilio localidade, que passou de R$ 30 para R$ 200 até R$ 1 mil.

O impasse está no percentual de reajuste salarial e equiparação do valor do vale alimentação da categoria com o da Polícia Militar, de R$ 600. Atualmente, o auxílio é de R$ 220. “Nosso maior interesse é no percentual pois somente professores e pedagogos recebem os demais benefícios. Já o reajuste alcança demais trabalhadores e aposentados”, explicou Libório.

Leia mais: Professores ligados à Asprom recusam proposta de 14,57% e mantêm greve

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